Aguarde...
PrêmioMega-Sena sorteia R$ 10 milhões nesta quarta-feira
AgilidadeFinanciamento de imóveis em SP passa a ser feito em 5 dias
Fundos IR pago sobre lucro pode ser restituído em caso de prejuízo?
DefeitoHonda faz recall do Civic 2006, informa ministério
LoteriasQuina de São João deve pagar prêmio de mais de R$ 90 milhões
CarrosFinanciamentos de veículos crescem 23% entre janeiro e maio
Ranking Os bancos com mais reclamações em maio, segundo o BC
Patrimônio 10 dicas de decoração para valorizar seu imóvel até 30%
EstudoFinanciamento de imóveis acima de 1 milhão cresce 686% em SP
Alguns planos já começam a ser construídos. Os com visão mais empreendedora já querem montar um negócio próprio. Um deles vai abrir um mercadinho, outro decidiu investir no mercado imobiliário: vai comprar algumas quitinetes em Rio das Pedras, região de classe baixa na zona oeste da cidade, e colocar para alugar. Há também os que pretendem ajudar a família. Um deles decidiu levar os parentes de volta para sua terra natal, no Ceará. O outro vai dar uma casa para a irmã, e um dos felizardos resolveu dar R$ 5 mil pra cada um dos irmãos. "Não sei quantos são, mas são muitos", ressalta Blanco.
Mas nem todos entraram no bolão. Um ficou de fora porque foi levar o filho no aeroporto, o outro porque faltou ao trabalho por estar doente, outros por trabalharem em turnos diferentes, ou porque simplesmente não quiseram participar. Mas ninguém deve ter sentido tanto quanto o copeiro Lúcio Osório, funcionário do Cervantes há dois anos. Apostador habitual, ele tinha o dinheiro na mão, mas decidiu não participar. Um dia antes, ele havia ganhado R$ 10 - justamente o valor das cotas do bolão - por ter acertado o resultado do jogo entre Grêmio e Palmeiras. "Não sei o que deu em mim. Não apostei e peguei o dinheiro de volta", disse Osório. Ele costuma apostar em todo tipo de jogo, mas reconhece que mais perde do que ganha. "Eu fiquei muito feliz por eles, mas no domingo bateu um desânimo de trabalhar. Chorei muito".
Por enquanto, os ganhadores decidiram fazer uma vaquinha e dar R$ 1 mil para ele e os outros 26 funcionários que não participaram. Todos ficaram mais motivados, e acreditam que a sorte anda rondando o local. Agora, pretendem continuar a tradição, que já existe há sete anos. Lúcio não desanimou. "Eu vou continuar apostando direto agora. Já deixei dez reais com a minha mãe. Sábado tem jogo, né!".
Polícia
Os 26 policiais militares de Curitiba que acertaram um bolão da Quina de São João continuam trabalhando normalmente na 12ª Batalhão da PM, mas a sorte deles pode estar relacionada ao pé quente do coronel Guilherme Rocha, comandante do Batalhão e que assumiu o posto na última quinta-feira.
Essa é a segunda vez que ele vê seus subordinados ganharem em loterias federais. "Há uns três ou quatro anos estava no Hospital da PM quando um grupo de soldados ganhou a Mega-Sena da virada naquele ano. Parece que a sorte está ao meu lado, mas infelizmente nessas ocasiões não joguei", brinca.
Por conta da premiação, cada ganhador receberá R$ 488.495,17. "Ao saber da notícia na segunda-feira todos ficaram felizes, alguns vieram até mim para lamentar o fato de não terem entrado no bolão. Mas no final, foi um fato positivo que deu alegria a todos aqui", disse. Mesmo com a premiação, o comandante alegou não ter recebido nenhum pedido de baixa ou ter havido alguma conversa com os policiais. "O único pedido foi o de manter sigilo sobre os nomes, mas eles são de variadas patentes", lembrou. O valor do bolão, de R$ 1.260, teve a participação também de quatro parentes de policiais, elevando para 30 o número de ganhadores.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados