Aguarde...
LoteriaMega-Sena sorteia 29 milhões de reais neste sábado
ManifestaçãoOnde comprar produtos isentos no Dia da Liberdade de Imposto
VendaComo descobrir quanto vale o seu imóvel
CréditoTaxa de juros para pessoa física fica praticamente estável
CréditoFGTS pode ser usado para pagar parcelas atrasadas de imóvel
DepósitosCMN eleva para R$ 250 mil garantias do FGC
Valores 22 imóveis que R$ 1 milhão compram pelo Brasil
CarrosNissan fará recall de 840 mil carros no mundo todo
Hobby?Selos raros rendem 10% ao ano; mas são mesmo investimentos?
Coleção 10 selos postais raros que só milionários podem comprar
Entenda a importância do planejamento financeiro antes de carimbar o passaporte
São Paulo - À primeira vista, estudar no exterior parece uma escolha simples. Além da troca cultural, os candidatos vislumbram grandes chances de encontrar as portas abertas na volta para casa, alavancando a carreira e, nas perspectivas mais otimistas, o número de dígitos na folha de pagamento. As possibilidades de pós-graduação e cursos de línguas são muitas e cobrem desde planos mais rápidos e econômicos àqueles que se estendem por anos e chegam a custar 100.000 dólares. No entanto, seja com o intuito de fazer uma especialização, doutorado ou até uma breve imersão em outro idioma, quem decide morar fora deve colocar o custo da empreitada na balança para avaliar se os benefícios práticos valem o esforço financeiro.
Perspectivas concretas de melhor colocação no mercado falam mais alto do que a atraente chance de aumentar o escopo cultural. Em suma, o profissional deve avaliar em que medida o curso vai diferenciar seu currículo dos demais, considerando determinada área de atuação. E o ideal é que essa avaliação seja feita com no mínimo um ano de antecedência. "As escolas precisam da segurança de receber toda a documentação nesse meio tempo e o aluno tem que saber exatamente o que está buscando, comprovando desde o nível de desenvoltura na língua estrangeira até o dinheiro necessário para o pacote", afirma Fred Tiba, diretor financeiro da Brazilian Educational & Language Travel Association (Belta).
Por isso, é essencial que o viajante tenha objetivos muito bem definidos. "O mercado de trabalho não faz questão que você more fora se você não tem nenhum foco", acredita Bruno Manhães, coautor do livro "Sete passos para ganhar uma bolsa de estudos na Europa". Se por um lado especializações no exterior exigem dinheiro, tempo e comprometimento do aluno, os cursos de idiomas são mais flexíveis e se ajustam à disponibilidade do interessado. É possível, por exemplo, investir no aprendizado da língua em cursos intensivos de quatro semanas. Os programas custam em média 5.000 reais e o curto período de duração permite que a inscrição seja feita durante as férias, sem comprometer a atuação do profissional no Brasil.
As agências de intercâmbio também apostam em outro filão: a oferta de programas voltados para nichos, como inglês para executivos de finanças, administração ou marketing. Segundo Tiba, da Belta, as inovações no setor têm reflexo direto nos destinos mais procurados. "Atualmente, o viajante encontra o melhor preço no Canadá, além de contar com a facilidade de tirar o visto em até três dias úteis. A Irlanda é outro destino bastante procurado em alternativa à Inglaterra, por ser mais barata e oferecer a possibilidade de o aluno trabalhar sem burocracias", completa.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados