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Reserva financeira | 08/11/2010 13:48

Cinco maneiras de dobrar seu investimento

Saiba como maximizar o retorno da sua aplicação independente de ter um perfil moderado ou agressivo

Stock Exchange

Pilha de moedas

Investidores podem dobrar o patrimônio a partir de estratégias simples

São Paulo - A ideia de ver uma aplicação dobrar de tamanho mexe com a cabeça de quem poupa mensalmente para formar um colchão robusto lá na frente. Medida concreta de que os investimentos vão bem, obrigado, a duplicação dessa reserva é o que motiva muita gente a optar por alternativas excessivamente arriscadas. Seja qual for o seu perfil, fique por dentro de cinco estratégias para turbinar a poupança sem entrar em uma furada a partir das sugestões do site americano Investopedia.

1. O jeito clássico
Apontado por muitos como uma das maneiras mais fáceis de dobrar o investimento em um período razoável de tempo, um portfólio de ações com grandes e reconhecidas empresas é a escolha de muita gente para ganhar dinheiro. A despeito da aplicação não dobrar de tamanho em um ano, é quase certo que será possível atingir a façanha em algum momento. A regra do 72 é uma boa medida para calcular em quanto tempo isso deve acontecer. Divida este o número pela rentabilidade anual entregue pelos seus investimentos. O resultado dará o número de anos necessários para ver a bolada dobrar. Assim, com um retorno de 18% ao ano, o patrimônio deve ser duplicado em quatro anos (72 / 18 = 4). Levantamento da corretora TOV mostra que no longo prazo as ações são mesmo a modalidade mais lucrativa do mercado. E a performance das grandes empresas e suas blue chips provam o porquê. Até abril, o Ibovespa, principal índice da bolsa, apresentou um rendimento médio de 31,28% ao ano, considerados para o cálculo os seus 42 anos de existência. É verdade que o rendimento não é linear: foram 26 anos de alta e 16 anos de baixa. Ainda assim, se o horizonte é de longo prazo, as chances de sair da aplicação com um bom lucro não devem ser desprezadas.

2. O jeito com hora certa
Da mesma forma que grandes ídolos passam por crises quando muitos de seus fãs lhes dão as costas, o preço das ações de companhias que outrora ocupavam o posto de vedetes ocasionalmente descem ladeira abaixo devido às oscilações do mercado. Quando rumores disseminam o pânico, investidores mais afoitos não hesitam em se desfazer daqueles papéis que estão levando uma surra. A hora, então, é de ir às compras: as ações caem tanto que ficam abaixo do chamado “preço justo”, aquele nível que faz jus aos verdadeiros fundamentos da companhia. Logo, o iminente potencial de alta torna o investimento bastante atraente. Um barômetro para medir o quanto uma ação pode estar descontada é usar a relação entre o preço do papel sobre o retorno que ele entrega. Assim, quando esse valor estaciona abaixo de médias históricas já cravadas no passado, investidores inteligentes farejam uma boa oportunidade de dobrar o dinheiro em menos tempo.

 

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