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"Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não para"
A menção que o trecho faz sobre o futuro ser uma repetição sobre o passado com certeza poderia servir para inúmeras reflexões, mas focando no aspecto financeiro, ela pode ensinar como o investidor deve pensar em trajetórias passadas para avaliar as decisões dos investimentos futuros.
Martin Iglesias, autor do livro "Investimentos - um livro de segredos e conselhos", avalia que olhar o passado para nortear as aplicações pode ter duas consequências opostas. Segundo ele, utilizar uma análise gráfica baseada na evolução passada para prever o comportamento futuro das ações pode ser muito útil e contribuir para o sucesso dos investimentos. Mas, por outro lado, pode atrapalhar muito também se a análise for feita por alguém inexperiente. “Muitas pessoas e muitos investidores começam a investir na Bolsa usando a analise gráfica, mas ela não é para principiantes, e sim para analistas técnicos profissionais”.
Ampliando um pouco a questão, a regra geral dos consultores é que as decisões nunca devem ser tomadas considerando apenas as performances passadas. O histórico de um investimento pode agregar muitos conhecimentos, mas como o futuro é imprevisível, o passado não é determinante. Nem se deve lançar um olhar superficial ou ignorar o contexto dos fatos passados.
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