Aguarde...
foto 4/6
Lançado em junho de 2011, o BB Renda Corporativa (BBRC11) ainda é um fundo jovem e tem tido uma distribuição de rendimentos bastante irregular. De acordo com Sérgio Belleza, o principal motivo da alta rentabilidade foi a valorização da cota, em função da grande demanda por esse fundo no mercado. O retorno de aluguéis em relação ao valor da cota, porém, ainda não alcançou nem a rentabilidade da poupança. “Há uma grande expectativa de rentabilidade em função da segurança que o locatário transmite”, diz Belleza.
O especialista se refere ao Banco do Brasil, locatário dos empreendimentos que vão compor a carteira desse fundo lançado pelo BB e administrado pelo Banco Votorantim. Mas realmente ainda não passa de uma expectativa. Até o fim de novembro, data do último relatório do administrador aos cotistas, apenas um imóvel havia sido comprado, ainda em fase de projeto executivo e de aprovação de obras junto à Prefeitura de São Paulo. O objetivo é formar uma carteira com 25 empreendimentos que funcionem como agências do BB no estado de São Paulo. Outras dez propriedades na capital paulistana e uma em Campinas devem ser compradas ainda em janeiro. Após a aquisição dos imóveis, ainda devem ser feitas obras de adaptação, com prazo de duração previsto para 90 dias.
Embora a intenção seja se tornar um fundo passivo, com alta distribuição de aluguéis a seus cotistas, o BB Renda Corporativa ainda engatinha. “As informações disponíveis ao investidor ainda são vagas. Precisa começar a haver uma distribuição frequente de relatórios para o investidor entender melhor, e ainda não é possível saber se o atual valor da cota está alto ou não”, ressalva Sérgio Belleza.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados