Aguarde...

EXAME.com - Notícias de negócios, mercados, economia, tecnologia, marketing, carreira e finanças pessoais

Orçamento | 27/07/2010 14:07

Quando não há problema em alguém gastar mais do que ganha

Estratégias simples de planejamento podem impedir que sua conta fique no vermelho, dizem especialistas

  
Icon_gabriela-ruic
 Comentários (0) Views (1076)
Salvar notícia

Ficar no vermelho não precisa ser um martírio, desde que seja feito com organização

Ficar no vermelho não precisa ser um martírio, desde que seja feito com organização

 

São Paulo - A regra número 1 para manter o orçamento familiar sob controle é não gastar mais do que ganha. A máxima vale tanto para quem ganha 1.000 quanto para quem tem renda de 1 milhão de reais por mês (clique aqui e entenda como o ator Nicolas Cage gastou toda sua fortuna mesmo cobrando cachês milionários).

Mas existem algumas situações em que estourar o orçamento não necessariamente deve se tornar um martírio. Desde que isso seja feito de maneira organizada e planejada, não levará você a se atolar em dívidas. É lógico que o ideal é que se viva com gastos menores que os ganhos sempre. No entanto, direcionar um pouco mais que a renda pode ser inevitável em algumas fases de sua vida, principalmente em casos de uma reforma ou a construção de uma casa ou para se investir mais na própria empresa. "Cada um deve fazer uso do seu próprio bom senso para avaliar se é hora de gastar mais que o orçamento permite", explica a consultora financeira Evanilda Rocha.

A regra é que o endividamento tem de valer a pena. Um grande problema é que as pessoas têm o costume de entrar no vermelho por conta do consumo exacerbado - e não por uma necessidade real. Para o planejador financeiro Álvaro Dias, viagens ou trocas de um carro por outro são exemplos de gastos que poderiam ser adiados para um momento de fartura de dinheiro.

Sem planejamento, o que era para ser um endividamento por um curto espaço de tempo impede o fechamento das contas do mês no azul. A única saída, então, torna-se a busca por linhas de crédito que podem embutir taxas de juros altas demais.

"Tem que avaliar o motivo do endividamento. Um curso que possa trazer vantagens profissionais, o financiamento de um novo imóvel ou mesmo um carro novo que possa trazer benefícios profissionais são motivos justificáveis para uma dívida", afirma Dias. A regra, no entanto, é sempre economizar e pagar à vista, diz ele. 

Comentários (0)  

Editora Abril

Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados