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Quando acionado, o seguro quita, imediatamente, parcelas pendentes de créditos
São Paulo - Ao financiar o pagamento de um imóvel em 15 anos, por exemplo, é preciso, ter garantias de que as parcelas serão quitadas mensalmente sob o risco de perder o bem. Antes de assinar o contrato para tomar o empréstimo do banco, é necessário saber que se trata de um compromisso de longo prazo que precisará ser cumprido independentemente das condições financeiras atuais ou futuras da família.
Em geral, o banco só vai liberar um empréstimo para pessoas que comprovarem capacidade de pagamento. O problema é quando, no meio do caminho, alguma coisa acontece e impede que esse mesmo indivíduo possa arcar com as dívidas. A pesquisa semestral realizada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) sobre o perfil do inadimplente mostra que o desemprego é a principal razão para alguém deixar de pagar suas dívidas. A situação pode se tornar ainda mais complicada em caso de invalidez ou morte do chefe da família.
Uma maneira de garantir o bem estar financeiro das pessoas mais próximas quando em uma situação de morte ou invalidez permanente, acidental ou por doença, é contratar um seguro prestamista. A pessoa que tomou a precaução de contratá-lo poderá acioná-lo na ocasião desse tipo de eventualidade e terá quitada toda sua dívida imediatamente. Dessa forma, a possibilidade de ver a casa onde vive ou o carro que dirige retomado pelo banco é nula. Caso opte por não contratar o seguro, entretanto, o que resta da dívida poderá ser passado a herdeiros, por exemplo.
Além de ser interessante para indivíduos cautelosos que tomam empréstimos, esse tipo de seguro também garante ao banco que concedeu o crédito o pagamento de todas as parcelas da dívida. A taxa do pagamento do seguro é embutida nas parcelas do financiamento a cada mês. A porcentagem do seguro fica cada vez menor, pois o saldo devedor do consumidor também diminui. Em média, a porcentagem do valor de um seguro prestamista fica em torno dos 0,03% ao mês.
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