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Última atualização 29/05/2017 - 11:54 FONTE

Como usar o cartão de crédito de um jeito mais inteligente

Selecionamos cinco vídeos de finanças pessoais que vão direto ao ponto e ensinam como transformar o cartão de crédito em um aliado da sua saúde financeira

São Paulo – A relação entre consumidor e cartão de crédito pode oscilar em picos de amor e ódio. Por isso, não são raros os exemplos de gente que decidiu, de uma vez por todas, limar o recurso da vida financeira.

No entanto, nem sempre é preciso tomar uma decisão tão radical. A maneira como você usa o cartão é que determina se ele terá um perfil de vilão ou aliado do seu bolso.

Como disse Mauro Calil, fundador da Academia do Dinheiro, em um dos vídeos de finanças pessoais, ter um cartão de crédito “é como usar talheres: todo dia as pessoas usam facas e nem por isso cortam as mãos porque aprenderam como usá-las”.

Pensando nisso, selecionamos alguns vídeos de finanças pessoais que vão direto ao ponto e ensinam, em poucos minutos, alguns princípios básicos para que você tire o máximo de proveito deste recurso.

O que jamais fazer com o cartão de crédito

As elevadas taxas de juro rotativo e de refinanciamento dos cartões de crédito são os primeiros pontos de atenção para quem usa o serviço. Por conta disso, todo consultor financeiro desestimula o parcelamento da fatura. Entenda: 

Vale a pena ter vários cartões?

Se os juros do cartão assustam, os benefícios atraem. Mas até que ponto vale a pena ter vários cartões apenas com o objetivo de usufruir destas promoções? Veja a resposta: 

O que fazer se não consigo pagar a fatura?

OK, parcelar a fatura do cartão pode ser um dos piores pesadelos para o bolso. Mas o que fazer quando a conta chega e falta dinheiro para quitá-la? Veja a resposta no vídeo: 

Como se livrar de uma dívida?

Você se enrolou e acabou caindo nos tentáculos da dívida do cartão. Em um típico movimento de bola de neve, os juros não param de incidir sobre o principal e sobre os juros anteriores – o que faz com que o débito atinja valores estratosféricos. O que fazer?

Por fim, 3 regras essenciais para seguir

O caminho para não se afogar em dívidas é simples e passa por três coordenadas básicas. Confira: