Aguarde...
AçõesInvestidor tem acesso a consulta virtual gratuita durante o pregão
RiscoPara quem é indicado o investimento em ouro
AçõesComo montar uma boa carteira de dividendos
BovespaNovo fundo de índice segue ações de utilidade pública
PrevisãoOuro pode desvalorizar até 50%, diz Jim Rogers
FutebolO que o Corinthians e a Libertadores ensinam ao investidor
AçõesRobôs para investidor individual chegam a mais seis corretoras
Ações8 corretoras recomendam pagadoras de dividendos para maio
MobilidadeMirae lança home broker para Android
Bolsa16 corretoras recomendam ações para maio
São Paulo – Em uma época de grande volatilidade e incertezas para as Bolsas, o investidor pessoa física já tem acesso a plataformas de gestão de risco. A CMA, empresa que fornece soluções para o mercado financeiro, acaba de lançar um sistema de gestão de riscos voltado para gestores de carteiras e investidores pessoas físicas.
Desenvolvido em parceria com a empresa espanhola Serfiex, o sistema da CMA é o primeiro que gerencia o risco de mercado dos ativos em tempo real, integrado a uma plataforma de negociação em Bolsas, ao mesmo tempo em que aufere os rendimentos da carteira. A medição da rentabilidade leva em conta todos os proventos, incluindo dividendos, e é possível comparar o rendimento com qualquer benchmark, além de avaliar o risco de todos os ativos dos segmentos Bovespa e BM&F.
O preço é relativamente acessível – 150 reais por mês. Relativamente porque, para valer a pena para o investidor pessoa física, é preciso ter um bom volume investido e uma boa expectativa de rentabilidade para compensar. Mas Raphael Juan, diretor de produtos e novos mercados da CMA, ressalva: “Não é um sistema para day trader. É para quem tem carteira, quem carrega ativos para o médio e o longo prazo.”
Risco + rentabilidade
O principal diferencial do sistema da CMA é o fato de conjugar, em uma só plataforma, um sistema de apuração da performance da carteira e um sistema de avaliação de risco dos ativos. O primeiro pilar permite que a ferramenta apure todo o histórico de investimentos, os lucros e prejuízos e todos os proventos, como os dividendos pagos.
Assim, é possível chegar à rentabilidade total das aplicações, o que também é um diferencial desse sistema. Também é possível comparar o desempenho da carteira com qualquer benchmark, e até criar o seu próprio índice de referência.
O segundo pilar permite a avaliação do risco de todos ativos dos segmentos Bovespa e BM&F a partir do conceito de Value at Risk (VAR), em que se avaliam as chances de perder dinheiro e o máximo que se pode perder no pior cenário possível. É possível configurar o sistema para saber o risco das aplicações em diferentes períodos (um dia, um mês ou três meses, por exemplo). Segundo Raphael Juan, a linguagem é bastante acessível. “Se o investidor nota que sua carteira pode desvalorizar no máximo 15% no ano, mas seu limite é de 10%, ele poderá mexer nas aplicações de acordo com o risco que deseja”, diz Juan.
De acordo com o executivo, a tecnologia do sistema de risco da CMA é a mesma dos sistemas de risco de grandes hedge funds. “São as mesmas ferramentas utilizadas, por exemplo, pelos grandes bancos, que conseguimos transportar para o universo da pessoa física”, diz Raphael Juan.
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação