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São Paulo – Além dos já tradicionais fundos de investimentos, quem não quer aplicar diretamente na bolsa de valores tem outros instrumentos importantes para comprar e vender ações. A principal vantagem comum entre os clubes de investimento, os fundos exclusivos e as carteiras administradas é que o investidor tem muito mais autonomia sobre seus investimentos do que teria dentro de um fundo convencional, embora tenha apoio de gestores profissionais. Cada um desses instrumentos, porém, é indicado para ocasiões diferentes. Conheça as principais diferenças e escolha o melhor para seu perfil:
Clube de investimento
Nos clubes de investimentos, grupo de amigos, familiares ou colegas de uma empresa que compartilhem o interesse no mercado financeiro podem se unir para investir juntos. Cada grupo de investimento deve ter entre três e 50 investidores. Essa regra é nova e foi alterada no ano passado pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Antes era permitido até 150 cotistas. Como muitos clubes tiveram que se readaptar, somando a queda do mercado financeiro que assustou investidores, o número de clubes de investimento diminuiu de 131.521 no final de 2010 para 117.078 em novembro do ano passado, dado mais recente divulgado pela BM&FBovespa.
Com as novas regras, também surgiram algumas obrigatoriedades que aumentam os custos, como a realização de uma assembleia anual. Com isso, a indicação de valor mínimo para que o instrumento valha a pena aumentou um pouco. “Na Ativa sugerimos um investimento mínimo de 200.000 reais para que os custos compensem”, afirma Silvia Werther, diretora comercial da Ativa Corretora. O investimento mínimo praticado nas corretoras consultadas por EXAME.com varia entre esse valor e 500 mil (indicação da Geração Futuro).
O clube de investimento é indicado para quem tem interesse em conhecer o mercado financeiro, mas não tem experiência ou tempo suficiente para escolher o home broker. Por meio do fundo, a gestão fica a cargo de um dos membros ou da corretora escolhida.
Como o fundo mistura muita gente, é preciso que uma série de regras fique bem clara entre os participantes, que podem inclusive ser formalizadas no acordo de acionistas. “O mais importante é definir muito bem qual é o objetivo do clube, qual é o perfil de investimento e qual é a liberdade do gestor”, sugere Priscila Vargas, gestora comercial da Planner Corretora.
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Rodrigo Bieger
Eu invisto com a ajuda de um baita profissional, o Prof. Mauro Calil. Muito melhor eu cuidar de minha...
10.01.2012 | Ler comentário completo |