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No mês de março, papéis da construção civil registraram maior volatilidade
São Paulo - O mês de março foi bom para quem investe em bolsa apesar das diversas notícias ruins que vieram de várias partes do mundo. O Japão ainda agoniza com os efeitos de um terremoto e de um tsunami que mataram milhares de pessoas e ainda não eliminou o risco de uma catástrofe nuclear. A Líbia e seus campos de exploração de petróleo passaram a ser bombardeados por uma coligação internacional depois de semanas de instabilidade política e motins populares.
As consequências de fatos como esses não passaram despercebidas pelas bolsas em todo o mundo. No entanto, o resultado final acabou sendo positivo. O Ibovespa subiu 1,8% em março e liderou o ranking de rentabilidade entre todas as aplicações no mês. Os investidores permaneceram mais focados nos bons resultados obtidos pela economia americana, que parece cada vez mais nos trilhos.
Mas só ganhou dinheiro no mês passado quem teve sangue frio para manter o dinheiro aplicado mesmo diante de tantos eventos inesperados. Tanto o Japão quanto a Líbia aumentaram radicalmente a volatilidade na Bovespa. O gráfico dos resultados diários da bolsa se assemelhou a uma montanha-russa devido às incertezas sobre as possíveis conseqüências devastadoras de um acidente nuclear grave e de mais uma guerra no norte da África.
A volatilidade média de muitos ativos financeiros que compõem o Ibovespa foi ainda maior. A consultoria financeira Cyrnel International analisou a oscilação das cotações de todos os papéis que fazem parte do principal índice da bolsa paulista. Confira abaixo a lista das 10 ações mais arriscadas do Ibovespa no mês de março:
| Ação | Grau de Risco |
|---|---|
| PDG Realt ON | 2,36 |
| ALL Amer Lat ON | 2,25 |
| Gafisa ON | 2,11 |
| Rossi Resid ON | 2,07 |
| Gerdau Met PN | 2,07 |
| Brookfield ON | 2,06 |
| MRV ON | 2,05 |
| LLX Log ON | 2,03 |
| MMX Miner ON | 2,02 |
| Hypermarcas ON | 1,9 |
Fonte: Cyrnel International
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