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George Soros (1930): Conhecido como “o homem que quebrou o Banco da Inglaterra” – por ter ganho 1 bilhão de dólares ao apostar contra a libra esterlina em 1992 – Soros é um especulador que prefere se ver como um filósofo, além de ser um filantropo. À frente de seu Quantum Fund, Soros obteve retornos de 35% ao ano durante 26 anos. Em seus escritos, o megaespeculador suporta a ideia de que os mercados não são totalmente eficientes e racionais, e que as percepções imperfeitas dos agentes de mercado são capazes de mudar os fundamentos da economia. Com isso, Soros procura explorar a irracionalidade da massa.
Peter Lynch (1944): Até se aposentar em 1990 – então com 46 anos –, Peter Lynch era reconhecido como o gestor de fundos com melhor desempenho do mundo, por sua atuação á frente do Fidelity Magellan Fund. Em 13 anos, o retorno médio do Fidelity foi de 29% ao ano, tendo tido desempenho positivo em 11 anos. Além de também compartilhar das ideias de que se deve entender profundamente o negócio no qual se investe, Lynch gostava de favorecer a empresa de melhor desempenho em setores menos populares, e acreditava que o pequeno investidor poderia sim superar os grandes gestores ao se ater ao que sabe.
John Neff (1931): À frente do Windsor Fund por 31 anos, John Neff retornou 56 dólares para cada dólar investido, contra 22 dólares do índice S&P500, da Bolsa de Nova York. Neff investia com ênfase em valor, enfatizando a importância de investir em uma ação com preço baixo em relação aos rendimentos. Com isso, acabou desenvolvendo testes sofisticados de avaliação de preços dos papéis.
Anthony Bolton (1950): Também investidor de valor, Anthony Bolton costuma procurar ações de empresas pouco favorecidas, pouco pesquisadas, subvalorizadas e com potencial ainda não reconhecido pelo mercado. Seus fundos costumam ter um perfil de risco acima da média, com maior volatilidade. Seu temperamento calmo, humilde, organizado e observador pode ser considerado exemplar para qualquer investidor, uma vez que para ser bem-sucedido é preciso ter bom controle das emoções.
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