São Paulo - Em fevereiro de 2014, a ProDeaf, empresa criada em abril de 2013, deve atingir a marca de 1 milhão de reais com as vendas de seu único produto, um aplicativo que converte a língua falada para Libras, a linguagem de sinais dos deficientes auditivos, e exibe o sinal na tela do celular.

Desde sua criação, a empresa vem colecionando prêmios mesmo quando era apenas um projeto de seis alunos de mestrado em ciências da computação da Universidade Federal de Pernambuco.

Entre eles João Paulo Oliveira, de 26 anos, atual CEO da ProDeaf, e Marcelo Amorim, colega surdo que inspirou o projeto. De lá para cá, o aplicativo ganhou vários prêmios internacionais — venceu, por exemplo, a Imagine Cup, competição organizada pela Microsoft.

Graças ao ProDeaf, João Paulo já recebeu uma bolsa de estudos na Singularity University, escola apoiada por Google e Nasa.

“Hoje é meu projeto de vida”, diz João Paulo, que já fornece o aplicativo de forma personalizada a empresas como Bradesco e Telefônica, que visam integrar funcionários deficientes.

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