São Paulo (SP) - Os jovens da Anglo American – Unidade de Negócio Níquel, grupo de mineração com sede no Reino Unido, defendem a ideia de que a companhia é daquelas nas quais se pode fazer carreira. Os motivos de tanto orgulho são, principalmente, as oportunidades de crescimento, os subsídios à educação e o cuidado com o bem-estar dos funcionários, como a oferta de checkups de saúde anuais.

“Sempre quis trabalhar numa empresa em que pudesse ficar 30 anos, e isso eu encontro aqui”, diz um funcionário. A divulgação das vagas internamente, com os devidos pré-requisitos para os cargos, é valorizada entre o grupo. “Quem se empenha cresce”, afirma um jovem.

“Meu gestor está na Anglo há mais de três décadas e acabou de ser promovido”, diz outro. No que se refere à aprendizagem, também sobram elogios: 70% de bolsa para cursos de idiomas e 90% para graduação e pós. Outras iniciativas de desenvolvimento profissional, como o Transforme e o Anglo Achievers, ambas voltadas para os jovens, também são citadas pelo time.

O Transforme consiste num treinamento com duração de um ano, feito duas vezes por mês, com analistas indicados pelos gestores. Já o Anglo Achievers é um programa internacional realizado na África do Sul com participantes de diferentes países e que inclui, entre outras atividades, a apresentação de projetos.

“Conversamos com nossos gestores para que eles orientem e estimulem quem está em início de carreira”, afirma Arlete Schinazi, diretora de RH e comunicação da companhia. No que se refere ao bem-estar dos funcionários, são organizadas ações de prevenção com foco na aids e nas principais doenças sexualmente transmissíveis.

Nos banheiros da empresa, em todas as unidades (da sede em São Paulo às plantas de Barro Alto e Niquelândia, em Goiás) há preservativos à disposição do pessoal. 

Ponto(s) positivo(s) Ponto(s) negativo(s)
Licença-maternidade de seis meses, com a possibilidade de as funcionárias trabalharem em casa por algumas horas por dia após o término do período de afastamento. Os salários estão acima da média. O programa de trainee, dizem, é mal estruturado e sem metas bem definidas. A comunicação interna é ineficiente e os jovens ficam sem saber o que está acontecendo — restam apenas as conversas de corredor.

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