Porto Alegre (RS) - É tempo de apertar os cintos na AES Sul, concessionária de serviços públicos de energia elétrica do Rio Grande do Sul. A empresa sofreu uma redução tarifária de 23,6%, conforme determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica. Isso resultou em cortes de investimentos e gastos considerados não essenciais, como a festa de fim de ano.

Mas os jovens entendem que se trata de um período de ajustes diante de uma perspectiva cheia de oportunidades. Com atuação em 118 municípios gaúchos, a AES Sul faz parte do grupo AES Brasil (que tem duas empresas geradoras e duas distribuidoras de energia, incluindo a Eletropaulo), que pertence à AES Corporation, com sede nos Estados Unidos, com atuação em 27 países de todos os continentes.

"Basta ver a dimensão da companhia e o crescimento da área de energia para perceber as oportunidades para quem fizer um bom trabalho", diz um jovem engenheiro. Na empresa, cresce a preocupação em estabelecer métricas para avaliar o desempenho do pessoal de forma mais justa. Hoje, o processo é feito duas vezes por ano e inclui, além da avaliação dos chefes imediatos, a ponderação dos pares.

A concessionária também aboliu as divisórias e agora chefes e subordinados dividem as mesmas baias — proximidade que satisfaz os jovens.

Contudo, a AES Sul ainda está amadurecendo seus processos de gestão de pessoas, como o plano de cargos e salários, recentemente remodelado.

No quesito qualidade de vida, estão à disposição dois assistentes sociais para ajudar os empregados em qualquer tipo de problema. E as funcionárias têm licença-maternidade de seis meses. A oferta de bolsas de estudo é ampla (há cerca de 100, para cerca de 1.500 funcionários), ainda que cubra um percentual pequeno das mensalidades (35%). 

Ponto(s) positivo(s) Ponto(s) negativo(s)
A empresa dá ênfase aos procedimentos de segurança, estabelecida como seu valor número 1. Todo funcionário tem o direito de interromper qualquer tarefa ao constatar algum risco. Em meio ao processo de corte de gastos, o atendimento do plano de saúde passou por um período de turbulências com a troca do fornecedor, o que causou uma sensação de vulnerabilidade entre os funcionários.

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