Aguarde...
VarejoNada como dar lucro...
EconomiaOs lucros sob pressão
AutomóveisCarro, um ícone na berlinda
PolíticaA negação dos valores
TreinamentoFaca na caveira...
Sete Perguntas“O poder dos chineses não é tão grande assim”
VendasSonho movido a camu-camu na Monavie
BancosFamília vende tudo
EuropaA invasão chinesa na Europa
NBAComo o basquete americano pretende conquistar o mundo
São Paulo - As aeronaves não tripuladas, também chamadas de drones, podem ter o formato de um beija-flor ou capacidade suficiente para carregar centenas de quilos de bombas e mísseis. Em comum, são os protagonistas nos principais fronts da guerra dos americanos contra o terror.
Os drones fizeram as imagens da casa onde o terrorista Osama bin Laden vivia no Paquistão. O presidente americano Barack Obama até pensou em usá-los para bombardear o esconderijo, mas acabou preferindo a ação de forças especiais para ter provas da morte de Bin Laden e acesso a seus documentos.
Em dezenas de outras ocasiões, Obama deu o sinal verde para o ataque de drones contra figurões da Al-Qaeda em vários pontos do Oriente Médio, no Paquistão e no Afeganistão.
Esse sucesso nos campos de batalha tem chamado a atenção de um número crescente de empresas interessadas no uso civil dos drones.
“Os aviões já são usados para diferentes aplicações, que vão desde a pulverização de plantações no Japão até o mapeamento de cardumes de atum nos Estados Unidos”, diz o cientista político americano Peter W. Singer, autor do livro Wired for War (“Conectado para a guerra”, numa tradução livre).
No Brasil, esse movimento também é nítido. Há dois anos, a Polícia Federal usa 15 drones israelenses para o controle de regiões de fronteira. No ano passado, a Petrobras começou a operar um drone para monitorar as obras de um gasoduto no interior de São Paulo.
Um dirigível de 20 metros de comprimento controla uma área de 120 quilômetros quadrados. O consórcio responsável pela construção da usina hidrelétrica de Jirau, no rio Madeira, gerencia o desmatamento na floresta usando um aparelho controlado remotamente.
De certa forma, os veículos aéreos não tripulados estão começando a seguir o caminho trilhado por outras tecnologias criadas para projetos militares, como a internet e o GPS, hoje presentes na vida de milhões de pessoas.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados