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O número 1: com as seguidas vitórias de Vettel, a Red Bull é a marca mais vista na Fórmula 1
São Paulo - Audácia, raciocínio rápido e, acima de tudo, espírito de campeão são atributos que têm sido empregados para descrever o alemão Sebastian Vettel. O atual campeão de Fórmula 1, o mais jovem da história a andar no carro número 1 da categoria, é presença constante nos pódios.
Não deixa de ser curioso que o austríaco Dietrich Mateschitz, um senhor de 67 anos por trás do fenômeno Vettel, seja também merecedor dos mesmos adjetivos. Mateschitz, o homem mais rico da Áustria, é o fundador da Red Bull, companhia que apresentou uma nova categoria de bebidas ao Ocidente, a dos energéticos, e criou a equipe de Vettel, a Red Bull Racing Team — a Scuderia Toro Rosso também é dele.
Nos anos 80, a pesquisa de mercado encomendada à empresa americana NDP antes de a bebida começar a ser vendida na Áustria, seu primeiro mercado, foi enfática: "Nunca um produto esteve tão fadado ao fracasso quanto esse".
Os testes haviam revelado uma bebida de gosto desagradável e de propriedades semelhantes às de uma dose grande de café, consideradas irrelevantes diante do preço proposto, oito vezes mais caro que uma latinha de Coca-Cola. Em uma frase, era burrice esperar que o sucesso dos energéticos na Ásia, de onde Mateschitz buscou inspiração, seria repetido na Europa.
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