Aguarde...
Prevenção7 questões para esclarecer ao comprar um seguro
Eu conseguiO empreendedor dos ingredientes é do Kairós
JogosCérebro em forma com as lojas Marbles
ExpansãoAs lições de Lemann, Telles e Sicupira para empreendedores
VarejoA Mahogany trocou supermercados por franquias. Por quê?
Facebook As 50 franquias que mais se destacam em compartilhamentos
Facebook As 50 redes de franquias com mais comentários no Facebook
Grandes decisõesComo ganhar dinheiro com rede social especializada em vinho?
Facebook As 50 redes de franquias com mais "curtir" no Facebook
Facebook As 50 redes de franquias com mais fãs no Facebook
Foi dessa forma que o baiano Fábio de Jesus Ferreira subiu na vida. Ferreira começou a vender os cosméticos Hinode em Belterra, cidade de 10.000 habitantes do interior do Pará, a 1.000 quilômetros de Belém. Ferreira trabalhava como servente de pedreiro e, nas horas vagas, batia de porta em porta para oferecer perfumes, óleos e cremes da marca. Pouco a pouco foi recrutando mais gente, inclusive nas cidades próximas a Belterra.
Certa ocasião, chegou a viajar 12 dias seguidos de barco entre Manaus e cidades como Tabatinga e Eurinepé, no Amazonas. Durante o trajeto, vendeu aos passageiros quase 2 000 reais em produtos e convenceu alguns a entrar para a cadeia. “Hoje, tenho umas 9 000 pessoas na minha rede e chego a ganhar 25 000 reais em comissão nos meses mais movimentados”, diz Ferreira. “Deu para construir uma casa e comprar uma picape novinha.”
Ferreira trabalha para a Hinode há dez anos. Pessoas que ficam tanto tempo assim não são a regra do porta a porta. "O sistema atrai muita gente que precisa de um dinheiro extra para comprar material escolar no começo do ano ou quitar a fatura do cartão de crédito", diz Marcelo Cherto, especialista em canais de vendas. "Elas ficam o suficiente para sair do apuro e vão embora."
Essa realidade é particularmente difícil para a empreendedora paulista Márcia Carvalheira, de 46 anos. Sua empresa, O Rei dos Catálogos, de Osasco, na Grande São Paulo, administra uma rede que revende produtos de 16 marcas de cosméticos, artigos domésticos, livros e lingeries.
Márcia é uma espécie de superconsultora, que compra grandes quantidades de produtos de empresas como Avon, Natura e DeMillus e os redistribui entre os 10.000 homens e mulheres que fazem parte da rede de O Rei dos Catálogos. Os produtos rendem, em média, 30% de comissão - 20% ficam com quem vende e o restante vai para O Rei dos Catálogos.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados