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Na minha empresa todos sabem que, se o caso vai para a sala de emergência,o problema é grave mesmo
Gosto de seriados de televisão que se passam em hospitais - como Dr. House, o médico que costuma invadir casas, mentir, trapacear e deixar todo mundo maluco para chegar a um diagnóstico que possa acabar com a dor e salvar seus pacientes.
Essas histórias podem ensinar a empreendedores como eu e você o que, para mim, é o real significado da palavra urgência - uma situação que, sem intervenção rápida e precisa, pode ser fatal.
Inspirado nisso, criei na minha empresa uma sala chamada E.R.— sigla de Emergency Room, o nome em inglês para pronto-socorro (e título de outro seriado do gênero, o clássico Plantão Médico). Tudo lá é branco, da parede às cadeiras, como num hospital.
Ali só entram casos urgentes, que ficam sob acompanhamento de uma equipe de clínicos formada por pessoas das áreas de produção, finanças, logística, contábil, comercial ou de marketing, dependendo do caso. Todo mundo na empresa sabe que, se o assunto vai para a sala de emergência, é porque o problema é grave mesmo.
Em frente à Emergency Room ficam os consultórios — ou melhor, as salas dos diretores, que são os médicos desse hospital. Às vezes, eles se reúnem com o pessoal da emergência em outro espaço, que batizei de The Clinic. Em algumas situações, convocamos gente de fora da empresa que possa nos ajudar num diagnóstico que esteja particularmente complicado.
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