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Expansão | 18/01/2012 05:55

As franquias estrangeiras correm atrás do Brasil

Nunca houve tantas redes de franquias estrangeiras procurando empreendedores locais para ajudá-las a desembarcar aqui. Saiba qual é o perfil para ser aceito como franqueador — e levar a marca ao crescimento

Bruno Vieira Feijó, da
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Daniela Toviansky

Renato Teixeira, da RE/MAX

Renato Teixeira, da RE/MAX : Modelo de negócios previamente testado

O cearense Cassiano Ximenes, de 37 anos, esperou dois anos para poder abrir um champanhe e comemorar a materialização de seu investimento mais recente — a conquista da representação, como máster franqueado, da rede de academias americana Fitness Together.

Esse foi o tempo que ele e  os sócios — o empreendedor Newton Cavalieri e sua mulher, Renata — tiveram de esperar entre a apresentação do primeiro documento aos americanos e a assinatura do contrato, em maio de 2009. "Foi uma negociação longa”, diz Ximenes “Os executivos da matriz vieram aqui se certificar de minha reputação e até da de meus familiares." 

 Com 700 unidades em países como Canadá, Israel e Costa Rica, a Fitness Together cresceu mundialmente ao oferecer aulas individuais em horários flexíveis. Ximenes acha que, no Brasil, há bastante espaço para que a operação cresça e se torne rentável em cerca de quatro anos, depois que pelo menos 30 franquias estiverem em funcionamento.

“Já temos sete operações em São Paulo e fechamos contratos para dez novas lojas em grandes capitais, onde a economia está quente e há demanda para esse tipo de serviço”, diz Ximenes. "Executivos e outros profissionais com agenda carregada estão dispostos a pagar mensalidades a partir de 1 000 reais por um atendimento personalizado."

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