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Fausto Martins Borba ,do Espetinhos Mimi: Os carrinhos foram ideais para cidades litorâneas, onde se come espetinho na praia
De uns tempos para cá, muitos empreendedores que investiram em franquias aprovaram esse sistema que permite ganhar escala rapidamente ao replicar um modelo de negócios que está dando certo. Mas o que o dono da marca deve fazer quando detecta a oportunidade de ocupar áreas onde sua empresa não está presente, embora não haja demanda suficiente para comportar um novo ponto?
Muitas redes têm encontrado a resposta ao adaptar o formato de suas lojas para esses casos e, aí sim, replicar a nova versão. Foi o que fizeram, com bons resultados, redes de alimentos (como a paulista Espetinhos Mimi) e de serviços (como o grupo Sapataria do Futuro, Costura do Futuro e Lavanderia do Futuro, também de São Paulo), entre outros tipos de rede. Veja como definir os novos formatos, implantá-los e que precauções tomar para evitar conflitos com os atuais franqueados.
1 O desenho dos formatos
Entre as adaptações mais comuns estão quiosques e carrinhos para shoppings e, no setor de serviços, lojas-satélite que funcionam como postos de atendimento. Em qualquer caso, o novo formato não é uma miniatura de lojas já existentes.
A composição de custos de um quiosque com só alguns itens do cardápio do restaurante original, por exemplo, é diferente — assim como a logística para operar com menos estoque. “É quase como criar uma nova rede”, diz Batista Gigliotti, da consultoria FranSystems.
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