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Germano Luders

Blog do Sidnei Oliveira

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Novo profissional, novo problema? Nova solução

Sidnei Oliveira

Vivemos um novo momento. A primeira impressão que se tem é a de que as gerações estão vivendo um tempo de ruptura total, onde os mais velhos não entendem os jovens, que por sua vez,  os consideram absolutamente lentos e desconectados da realidade atual. O aumento da expectativa de vida, alcançado nos avanços da ciência, contribui para a intensidade nos conflitos, pois existem mais gerações lutando por um lugar no mundo.

Os jovens da geração Y são mais pragmáticos e não se apegam aos valores que serviram de referência para a criação da realidade atual. Buscam desafios constantemente e esperam receber feedback com muita rapidez. Estão surpreendendo líderes ao ignorar os padrões conhecidos, principalmente quando apresentam um bom desempenho no estudo, no trabalho ou em todo seu estilo de vida, enquanto escutam músicas e navegam em redes sociais.

Brincadeira tem hora…

Sidnei Oliveira

Sabe aquela estória do menino que cresceu e perdeu a alegria porque não podia mais se comportar como criança? Pois é, as grandes corporações têm prestado muita atenção neste comportamento adormecido.

Parece conto de fadas, mas o fato é que as pessoas, na medida em que “crescem”, ou melhor, “envelhecem”, perdem um talento importantíssimo para sua própria energia de vida. O talento de se encantar com as coisas simples e viver a vida!

E o que impressiona mais é que este “envelhecimento” é promovido, estimulado e provocado sob o argumento de que as pessoas precisam amadurecer para merecerem as responsabilidades que a vida traz para cada um.

O que a geração Y espera?

Sidnei Oliveira

Existem muitos artigos publicados atualmente que buscam identificar com precisão, as características da geração Y, eu mesmo já publiquei alguns e acredito que ainda surgirão outros tantos.

Nesta altura dos acontecimentos, algumas informações já estão bastante divulgadas e se tornam, muitas vezes, repetitivas e sem novidades para quem já acompanha e estuda o tema com um pouco mais de interesse.

Certamente este não é o caso de quem toma contato com o assunto pela primeira vez. As reações que observo com maior frequência são da constatação de que realmente, há uma diferença muito grande entre a geração que chega de forma intensa ao mercado de trabalho,  chamada de geração Y, e as demais gerações.

Não basta parecer sério, tem que ser!

Sidnei Oliveira

Nos tempos atuais, os jovens estão dedicando um esforço enorme para que sejam reconhecidos por suas competências e talentos. Grande parte deles sustenta uma dose de frustração porque os gestores e o mercado de trabalho não apresentam desafios compatíveis com suas capacidades, proporcionando apenas trabalhos operacionais e de baixa relevância. Essa situação é recorrente nas reclamações que ouço de jovens nas sessões de mentoria que realizo. Parece que nenhum gestor está disposto a correr riscos e apostar nos profissionais mais novos, mesmo que eles apresentem certificações de suas habilidades.

Esse cenário teria contornos de injustiça se apenas fosse um caso de preconceito corporativo, no qual os mais veteranos buscam limitar os mais jovens para garantir a permanência de suas próprias funções, talvez ameaçadas por competentes e

Que tipo de jovens estamos preparando para o futuro?

Sidnei Oliveira

Tenho o costume de contar o exemplo de educação da águia, que depois de uma rápida avaliação da maturidade de seus filhotes, os faz “saltar” do ninho para que descubram suas próprias asas. A conclusão que a história traz é que é sábio e desejado que sejamos autossuficientes e independentes, tomando nossas próprias decisões e assumindo as consequências de cada uma delas.

Entretanto, atualmente muitos jovens relutam em “saltar” para sua independência, pois estão acostumados com o padrão de vida que seus pais proporcionam. Parece que o ninho está sempre confortável.

O Líder Integral

Sidnei Oliveira

O artigo de hoje será um pouco diferente. Resolvi dividir com você um pouco do que faço no meu dia a dia – estar em contato com pessoas incríveis que têm muito a nos ensinar.

Por isso, hoje meu bate-papo é com a Waleska Farias, coach e consultora de carreira e imagem, palestrante como eu, e que desenvolve processos de coaching executivo e mentoring com base na melhoria da gestão do desempenho.

A incoerência desmotiva a geração Y

Sidnei Oliveira

Recentemente, presenciei um diálogo curioso entre um jovem com seu pai. A conversa era tensa e até mesmo rude, principalmente pelas palavras usadas pelo rapaz ao se referir a algumas atitudes de seu pai. Na maior parte do tempo, eu via o pai numa posição oprimida, diante das reclamações e críticas vindas de seu filho.

Incomodado com a situação, fiquei atento às palavras do jovem, afinal, aquele pai não conseguia finalizar nenhum argumento sem que fosse interrompido pelo jovem. Me chamou a atenção a inversão de valores, pois não é comum ver um ”veterano” receber tantas críticas e aceitar, sem reação, tantas agressões vindas de um jovem, principalmente quando se trata do próprio filho. 

A Geração Y quer crescer

Sidnei Oliveira

Muito tem se falado sobre as expectativas da geração Y. Institutos de Pesquisa aceleram seus trabalhos, psicólogos, antropólogos e sociólogos se dividem em opiniões divergentes.

Gestores ficam angustiados vendo seus esforços alcançarem poucos resultados favoráveis na gestão de suas equipes. Professores e Pais se confrontam, tentando apontar culpados por não entenderem os comportamentos de seus filhos e alunos.

Enquanto isso, encontramos os jovens literalmente lutando por experiências e desafios que possam dar significado para toda qualificação que receberam durante a vida.

Não falta competência ao jovem, falta maturidade

Sidnei Oliveira

Todos os gestores com quem converso trazem, em seus depoimentos, uma avaliação muito negativa sobre a competência do jovem profissional. Características como desengajados, desfocados e irresponsáveis são muito comuns e estabelecem um padrão profissional muito preocupante.

Buscamos jovens que se comprometam se envolvam com o trabalho. Que tragam ideias e promovam inovações, contudo, percebemos que algo está diferente. As prioridades dos jovens profissionais estão ligadas ao estilo de vida, por isso conseguimos ver com clareza apenas uma ambição extrema para alcançar posições mais privilegiadas e com remunerações cada vez maiores.

O que acontece realmente? O jovem profissional de hoje é incompetente?

Você quer mesmo mudar de emprego?

Sidnei Oliveira

Pronto, aconteceu… Você recebeu uma proposta para mudar de emprego e agora tem que tomar uma decisão. A ideia já havia passado por sua mente algumas vezes, quando a pressão estava muito intensa e seu chefe parecia não perceber.

Foi mais um daqueles momentos difíceis em que você, talvez em uma atitude de silenciosa vingança, chegou até a pensar em cadastrar seu currículo em um site de empregos, mas, sentindo-se um “traidor”, abandonou a ideia e decidiu apenas atualizar o seu perfil no Linkedin.

O jovem precisa de desafios para mostrar seu talento!

Sidnei Oliveira

As empresas estão procurando profissionais com iniciativa, que sejam jovens, empreendedores e autônomos. Contudo, na prática, elas têm se mostrado despreparadas para receber esses profissionais.

Se observarmos as principais características encontradas em candidatos de programas de “trainees gerenciais”, descobriremos jovens que: falam mais de um idioma, sendo o inglês fluente; possuem um elevado nível educacional, inclusive com especialização; são solteiros e pensam em ter apenas um filho, se vierem a se casar no futuro; mantêm uma excelente rede de relacionamentos distribuída por todo o planeta, inclusive em empresas concorrentes.

A ansiedade ainda vai te matar!

Sidnei Oliveira

Antes mesmo de terminar de ler o título, muitos acreditarão que já sabem tudo que estará escrito, e por isso, nem se darão ao trabalho de ler. O mais impressionante é que vários irão curtir e compartilhar, talvez querendo mostrar, em suas redes sociais, que são pessoas intelectualizadas e que fazem mais do que procurar incessantemente o ultimo post viral, aquele que trará mais curtidas e talvez até assunto para conversas superficiais.

A regra prioritária é o “agora”, se demorar, já não terá mais valor, aliás, a atual desvalorização das coisas é estupenda. Está difícil contar uma novidade para alguém. A menos que você tenha amigos que não se conectam com a mesma ferocidade sua.

8 atitudes que todo jovem potencial deve ter

Sidnei Oliveira

Já faz algum tempo que começamos a perceber uma transformação na forma como as pessoas compartilham e realizam suas atividades. O trabalho colaborativo ocupa cada vez mais espaço nas empresas, desafiando os profissionais a terem um perfil integrador, mantendo abertos todos os canais de conexão.

Isso exige do jovem algumas atitudes mais alinhadas com os objetivos da empresa em que trabalha, para que receba desafios coerentes com todo seu potencial e assim intensifique o desenvolvimento de sua carreira.

O jovem que pretende ser avaliado como potencial precisa desenvolver oito atitudes principais:

Empreender é realmente um caminho válido?

Sidnei Oliveira

Tenho observado diversas discussões vinculando o empreendedorismo ao jovem profissional, estabelecendo uma relação direta entre ambos os temas. Os principais argumentos são de que o jovem está mais disposto a “correr riscos” e, por ter mais intimidade com a tecnologia, possui mais facilidade em ter ideias diferentes e inovadoras. Além disso, por buscar mais intensamente uma relação de equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional, está mais inclinado a ser dono do próprio negócio. Reforçam esses argumentos as constantes histórias de jovens empreendedores que alcançaram sucesso, fama e fortuna depois que tiveram uma ideia simples para um aplicativo.

Ok! Fatos reais e argumentos válidos, mas absolutamente parciais, afinal, raramente é assim que as coisas acontecem. Na verdade, em todas as histórias de empreendedores de sucesso, há muitos momentos de escolhas difíceis, com sacrifícios pessoais em nome dos compromissos profissionais e pressão por parte dos clientes – os donos do negócio indiretamente.

E quando a culpa não é das estrelas?

Sidnei Oliveira

a culpa_estrelas

 

Imagine viver uma realidade completamente limitada por uma doença terminal. Agora, encontre um propósito e descubra formas de seguir esse objetivo mesmo com falta de recursos, com sofrimentos físicos reais e ainda assim conseguir encontrar maneiras de usufruir momentos de intensa felicidade, mesmo que por um tempo limitado, pois, como diz o escritor John Green em seu livro: Alguns infinitos são maiores que os outros”.

Lendo esse relato, você pode imaginar que se trata de uma mensagem de autoajuda barata, ou é apenas uma fantasia adolescente. Afinal, a realidade é mais difícil e seria muito improvável alguém viver dessa forma, principalmente porque uma doença terminal é um diagnóstico definitivo demais para trazer felicidade. A única coisa a se fazer é pôr a culpa nas estrelas.

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