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Blog do Sidnei Oliveira

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Popularidade – quantas curtidas você vale?

Sidnei Oliveira

É sempre assim… basta você postar alguma coisa no Instagram ou no Facebook. Assim que se confirma a publicação, uma força maior surge, impelindo você a olhar atentamente o número de curtidas, buscando intimamente algum tipo de aprovação de sua rede de contatos. É quase um reflexo, como aquele que temos ao passar diante de um espelho. Parece impossível não olhar!

A maioria das pessoas buscam muito mais que os “15 minutos de fama”. O importante é ter curtidas, não interessa de quem. Pode ser de alguém bem bacana e próximo, mas também serve a curtida daquela pessoa que você não sabe quem é; por que essa pessoa está na sua rede como “amigo” é um mistério que você não quer resolver, pois pode perder um “seguidor”.

Desapego – quando se perde o que nunca se teve

Sidnei Oliveira

Não importa qual é sua realidade social, financeira ou intelectual: quando se está conectado ao mundo de hoje, seja por uma força maior ou uma fraqueza menor, todos nós desenvolvemos uma filosofia que pode ser expressa na frase: “Eu desejo, preciso, quero e não posso viver sem”.

Gostamos de acumular coisas. Todos os tipos de coisas, belas ou estranhas, necessárias ou supérfluas, novas ou velhas, funcionais ou quebradas, caras ou baratas, úteis ou inúteis, não importa. Somos todos impelidos por um sentimento agregador que nos impede de simplesmente “passar adiante” qualquer coisa, como se fôssemos ficar mais “pobres e vulneráveis” por não ter mantido alguma coisa sob nosso controle.

Superficialidade – como saber muito pouco de muita coisa

Sidnei Oliveira

Estamos diante de um momento impressionante quando o assunto é informação. Nunca houve tanta fluidez de dados sobre qualquer assunto. Nada se compara à força transformadora que a internet promove ao disponibilizar globalmente todo tipo de informação de forma ilimitada. Contudo, isso trouxe um efeito colateral assustador: a superficialidade.

Diante de tantas possibilidades, vemos cada vez mais a informação sendo compartilhada de forma fragmentada e sintetizada, tornando muito raro o momento em que alguém se envolve com todo o conteúdo disponibilizado, mesmo que este seja fruto de grande pesquisa e contenha dados relevantes para quem se interessa pelo assunto abordado.

Procrastinação – a arte de adiar

Sidnei Oliveira

Faz três meses que estou tentando escrever esse artigo e, por algum motivo absolutamente obscuro, não consegui concluir o texto. Semanas se passaram enquanto eu olhava para esse artigo e não encontrava inspiração. Os argumentos simplesmente não surgiam.

Em alguns momentos, cheguei a procurar algum tipo de referência que pudesse explicar o que acontecia e achei uma publicação interessante no livro “A ARTE DA PROCRASTINAÇÃO” (John Perry – Cia das Letras) onde descobri que você pode realizar muitas coisas deixando-as para depois. Só que isso não amenizou meu incômodo com o fato de simplesmente não conseguir avançar com o texto.

Até quando?

Sidnei Oliveira

Quando converso com os gestores das empresas, as principais queixas em relação à geração Y são a falta de comprometimento, a infidelidade profissional e a alta rotatividade. Eles reclamam que os jovens mudam de emprego como mudam de roupa.

A verdade é que esses rótulos refletem o perfil de um novo profissional com características de formação e que cresceu em um contexto bem diferente das gerações anteriores. Características que, na minha opinião e da Camila Caputti – minha assessora de conteúdo –, deverão ser revistas, principalmente por causa do momento em que estamos vivendo.

Sonhe sempre, sonhe grande, mas realize muito!

Sidnei Oliveira

Existe, atualmente, um enorme esforço em convidar as pessoas a correrem atrás de seus sonhos. Mensagens pretensamente inspiradoras estão sempre presentes e até pressionam você a lutar pelo que quer, caso contrário, será considerado um ser humano fracassado.

Olhando os posts que inundam meu Facebook, chego a pensar que muitos estão até conseguindo, tantas são as mensagens de viagens maravilhosas, passeios incríveis e momentos marcantes que as pessoas compartilham. Imagino que muitos sonhos estão se concretizando e as pessoas finalmente estão mais felizes – #sóquenão.

Encontros ou conflitos de gerações?

Sidnei Oliveira

Já faz mais de 5 anos que começamos a assistir a construção de uma realidade singular, na qual protagonistas de diversas gerações se encontram no mercado de trabalho e lutam para estabelecer suas expectativas. Nesse cenário, mudanças são propostas, experiências permitidas e avaliações realizadas, buscando, assim, entender se é possível avançar na direção de novas propostas e modelos de gestão.

Alguém está apostando em você?

Sidnei Oliveira

Quando imagino o jovem de hoje, da geração Y, sempre vejo referências inusitadas e até conflitantes. Dizem que essa é uma geração perdida no meio de tantas possibilidades que a realidade atual apresenta e, por isso, é incapaz de se aprofundar em algum tema. Contudo, talvez por causa de todo o “investimento” que foi feito, cobra-se da mesma que ela seja um sucesso de competência. Muitos imaginam que, só por ser da geração Y, o jovem tem que ser, necessariamente, um talento. Isso é um engano terrível e só contribui para atrasar o desenvolvimento e a maturidade dele.

Talento não é exclusividade de uma geração, muito menos uma capacidade que se alcança apenas através do acesso a tecnologia, infraestrutura ou recursos educacionais modernos. Há um fator decisivo para que um talento se manifeste: um mentor apostar no jovem e auxiliá-lo no desenvolvimento de seu potencial.

A geração que nasceu com o bum-bum virado para a Lua

Sidnei Oliveira

Havia algo de extraordinário na história daquele sujeito. Quando ele foi estudar, conseguiu uma bolsa de estudos que permitiu completar o ensino básico e o secundário em um colégio muito bem conceituado.  Quando prestou o vestibular, conseguiu entrar em uma excelente universidade, e logo nos primeiros meses recebeu aprovação para o crédito educativo. Quando foi procurar seu primeiro estágio, não precisou esperar mais que 1 dia para ser chamado para entrevista. Foi contratado com um salário ótimo, bem acima da média de mercado.

O que a Geração Y merece

Sidnei Oliveira

Não existe nada mais desafiador para os jovens de hoje do que entender o mundo corporativo. Nesse mundo existem códigos incoerentes, regras de relacionamentos artificiais e mutantes, diversos profissionais motivados apenas por interesses pessoais e onde se exige de forma quase insana  “o resultado” custe o que custar.

Se não fosse absolutamente inevitável, o jovem jamais se aventuraria por este bizarro cenário, afinal é muito mais interessante viajar pelo mundo em infindáveis aventuras. Aliás, este é um dos mais recorrentes sonhos que encontro em meus contatos com pessoas da Geração Y.

Novo profissional, novo problema? Nova solução

Sidnei Oliveira

Vivemos um novo momento. A primeira impressão que se tem é a de que as gerações estão vivendo um tempo de ruptura total, onde os mais velhos não entendem os jovens, que por sua vez,  os consideram absolutamente lentos e desconectados da realidade atual. O aumento da expectativa de vida, alcançado nos avanços da ciência, contribui para a intensidade nos conflitos, pois existem mais gerações lutando por um lugar no mundo.

Os jovens da geração Y são mais pragmáticos e não se apegam aos valores que serviram de referência para a criação da realidade atual. Buscam desafios constantemente e esperam receber feedback com muita rapidez. Estão surpreendendo líderes ao ignorar os padrões conhecidos, principalmente quando apresentam um bom desempenho no estudo, no trabalho ou em todo seu estilo de vida, enquanto escutam músicas e navegam em redes sociais.

Brincadeira tem hora…

Sidnei Oliveira

Sabe aquela estória do menino que cresceu e perdeu a alegria porque não podia mais se comportar como criança? Pois é, as grandes corporações têm prestado muita atenção neste comportamento adormecido.

Parece conto de fadas, mas o fato é que as pessoas, na medida em que “crescem”, ou melhor, “envelhecem”, perdem um talento importantíssimo para sua própria energia de vida. O talento de se encantar com as coisas simples e viver a vida!

E o que impressiona mais é que este “envelhecimento” é promovido, estimulado e provocado sob o argumento de que as pessoas precisam amadurecer para merecerem as responsabilidades que a vida traz para cada um.

O que a geração Y espera?

Sidnei Oliveira

Existem muitos artigos publicados atualmente que buscam identificar com precisão, as características da geração Y, eu mesmo já publiquei alguns e acredito que ainda surgirão outros tantos.

Nesta altura dos acontecimentos, algumas informações já estão bastante divulgadas e se tornam, muitas vezes, repetitivas e sem novidades para quem já acompanha e estuda o tema com um pouco mais de interesse.

Certamente este não é o caso de quem toma contato com o assunto pela primeira vez. As reações que observo com maior frequência são da constatação de que realmente, há uma diferença muito grande entre a geração que chega de forma intensa ao mercado de trabalho,  chamada de geração Y, e as demais gerações.

Não basta parecer sério, tem que ser!

Sidnei Oliveira

Nos tempos atuais, os jovens estão dedicando um esforço enorme para que sejam reconhecidos por suas competências e talentos. Grande parte deles sustenta uma dose de frustração porque os gestores e o mercado de trabalho não apresentam desafios compatíveis com suas capacidades, proporcionando apenas trabalhos operacionais e de baixa relevância. Essa situação é recorrente nas reclamações que ouço de jovens nas sessões de mentoria que realizo. Parece que nenhum gestor está disposto a correr riscos e apostar nos profissionais mais novos, mesmo que eles apresentem certificações de suas habilidades.

Esse cenário teria contornos de injustiça se apenas fosse um caso de preconceito corporativo, no qual os mais veteranos buscam limitar os mais jovens para garantir a permanência de suas próprias funções, talvez ameaçadas por competentes e

Que tipo de jovens estamos preparando para o futuro?

Sidnei Oliveira

Tenho o costume de contar o exemplo de educação da águia, que depois de uma rápida avaliação da maturidade de seus filhotes, os faz “saltar” do ninho para que descubram suas próprias asas. A conclusão que a história traz é que é sábio e desejado que sejamos autossuficientes e independentes, tomando nossas próprias decisões e assumindo as consequências de cada uma delas.

Entretanto, atualmente muitos jovens relutam em “saltar” para sua independência, pois estão acostumados com o padrão de vida que seus pais proporcionam. Parece que o ninho está sempre confortável.

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