São Paulo
Germano Luders
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Os dados nunca mentem. Bem-vindos à era do big data

Gil Giardelli

Estamos mensurando o mundo. Algoritmos complexos estão definindo promessas da ciência, campanhas políticas, compras em supermercados. Os números estão causando um profundo impacto no mundo real, no mundo da política, economia, vida social e tecnologia.

Um mundo novo está em plena construção, ele é baseado em números! Bem-vindos a era do big data. Com a superabundância de serviços e produtos, saturação de escolhas e superconsumidores com sua revolução móvel e o controle total de experiências O2O (online to offline). Ou seja, a massa exigindo personalização, relevância e transparência radical.

Em um cenário de hipercompetição global, explosão de criatividade, múltiplas escolhas, ubber conectividades com pitadas de obsessão da mobilidade da geração dos distraídos.

Governos, marcas, empresas e todas as instituições com cabeça do século passado, terão que fornecer informações instantâneas, trabalhar no “Cauda longa” da escolha total.Urgentemente, mergulharem no século 21 e na era da generosidade coletiva.

Big data é analisar interações e transações, entender os dados e tomar a decisão para gerar mais experiência, produtividade, consumo e novos produtos e serviços.

Mais conexão + relevância + escolhas = big data

No e-gov, o big data ajuda a prevenir atos de terrorismo, prevenir ataques cibernéticos ou pandemias.

No e-banking, combinar fontes de dados para detectar padrões de atividade fraudulenta, como lavagem de dinheiro, fraude de cartão de crédito…

No marketing de relacionamento, usar os dados para construir lealdade dos clientes, conquistar prospects. Informações transacionais e demográficas maximizam o relacionamento com os clientes e as margens de lucro.

A Zappos, lançou um serviço que recomenda produtos com base no comportamento de seus usuários no Pinterest é o PinPointing.

O Google já entrou na era da Big Data com o Google Now, oferecendo informações preciosas antes mesmo de perguntar.

Na ciência da vida, a sociedade em rede utiliza os dados para criar novos medicamentos, tratamentos personalizados e entender a diversidade genômica de um país. Por exemplo, usando o WTCCC (Wellcome Trust Control Consortium Case)  foi identificado uma variante genômica relacionada ao câncer que estratifica a população japonesa e chinesa, seus perfis de expressão de genes associados e subtipos específicos de tumores gástricos.

Como estamos mensurando 7 bilhões de pessoas. A face humana do big data no The Human Face of Big Data

O desafio é estruturar os dados, provenientes de mídias sociais, linhas de consumo, transcrições de dados de chamadas públicas de emergência ou de outras fontes em forma de texto e imagens.

Quando se trata de análise de dados, realmente não é apenas o tamanho dos dados que importa, mas como você vai usá-los.

Aplicações da nova era.

Big data para a aréa musical no GigsWiz. 

Big data para cidades inteligentes, desafiando programadores a criar uma Nova York do futuro no City Of New York.

No NY Big Apps é “uma competição de apps e big data para tornar Nova York mais transparente, acessível e responsável, além de um lugar mais fácil para viver, trabalhar e brincar”.

Veja a competição de crowdsourcing para mensurar o mundo da startup Kaggle e o caso de empresas como Pfizer, GE, Ford Facebook, que estão premiando ideias de modelagens de big data.  No jogo político, Obama ganhou uma eleição usando big data (veja mais aqui).

Ticketbis, empresa internacional de bilhetes, começou a ver os seus dados com Chartio e encontrou padrões de como e onde seus clientes compraram ingressos para shows, eventos esportivos e teatro.

A partir de um estudo da IBM de mais de 1,7 mil diretores de marketing, 71% dizem que estão subpreparadas para lidar com a “explosão de dados” que eles enfrentam na arena do marketing.

Usar big data na indústria das ciências humanas, oléo e gás, setor público, serviços financeiros, varejo, telecom, grandes eventos esportivos, manufatura … E você vai mergulhar nos big datas? Ou vai continuar fazendo relacionamento.com usando planilha de Excel.

E nós, vamos tentar entender a era do big data? A grande pergunta: Que admirável novo mundo é este que estamos vivendo, em que pessoas de todas as idades, empresas de todos os tamanhos e instituições seculares se sentem completamente perdidas em meio a uma nova ordem mundial?

Veja lá no meu Pinterest infograficos sobre Big Datas e no meu slideshare cases sobre o tema.

Leia também:

Explicando Big Data:

Datas e Visual Datas

http://www.youtube.com/watch?v=Fsc_boEbP3k

Conheça a Smart Citizen

Rio de Janeiro e a Big Data

Big data: Negócios ou mudança tecnológica?

Big data – Mais informações, mais problemas

Dados são muito mais importantes que o big data.

Nuvem, mobilidade, big data e mídias sociais nortearão a TI nos próximos anos.

Alguns twitters para você seguir -

@IE_BigData 

@BigDataExpo

Até a próxima. E lembre-se: “Você é o que você compartilha”.

Ps: Primeira versão deste post foi na TiInside

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