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São Paulo
Germano Luders
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Pequenos gestos constroem o mundo

Rosmary Delboni

 

Você já deu atenção aos apelos que nos cercam por um comportamento mais consciente e sustentável nos ambientes que frequentamos diariamente? Nos banheiros públicos e nas empresas há várias chamadas do tipo. Desde “Pequenos gestos podem construir o mundo”, e um texto explicando como é importante manter o ambiente limpo e combater o desperdício de água, até o simples “Apague a luz ao sair”, são lembretes frequentes para nos manter conscientes da nossa capacidade de impacto sobre o meio em que vivemos.

A Lei nº 9.795/99, de Educação Ambiental, entre outros aspectos, determina que se desenvolva prática educativa integrada, contínua e permanente em todos os níveis e modalidades do ensino formal e estabelece ainda que, na educação não formal, se desenvolvam atividades educativas voltadas à sensibilidade social, permitindo que a sociedade, em todos os seus segmentos, seja orientada como agir perante a natureza.

É indiscutível a necessidade de políticas publicas para a questão, principalmente, no que se relaciona a educação. Normalmente as pessoas não levam em conta que pequenos atos podem causar, em cadeia, incontroláveis prejuízos à natureza. É só observar as consequências, na época de chuvas, que o despejo de lixo em locais impróprios, objetos imprestáveis e resíduos em rios tem causado. Por outro lado, quando pequenos gestos são adotados “para o bem”, promovem incontáveis benefícios a todos. Podemos, na somatória de pequenas atitudes individuais, contribuir de forma significativa para um mundo melhor e mais sustentável.

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