Como a maioria das pessoas com acesso à internet, você certamente já teve curiosidade de digitar seu nome no Google para ver onde e como você é mencionado. Pode ter a satisfação de perceber que seu nome está em muitos lugares, com menções profissionais honrosas, ou pode descobrir que você praticamente não existe no mundo online – nas raras vezes em que é citado, é sempre em tópicos irrelevantes.
Como isso ocorre? Em primeiro lugar, o resultado no Google – qualquer que seja ele – é fruto unicamente do que você quis construir como sua imagem, como sua persona, termo da psicologia que se traduz como o jeito como desejo que os outros me percebam.
O segundo ponto é que você pode ampliar consistentemente sua presença online com ações simples focadas em personal branding.
Antes de mais nada, você precisa definir três ingredientes, que são as suas marcas pessoais:
1. Que apito você toca. Como você quer ser reconhecido? Pense nas ideias-chave que você gostaria de ver associadas a você.
2. Expertise. Toda marca de sucesso envolve a noção de expertise em alguma coisa. Você precisa criar a percepção de que você é muito bom naquilo que faz. Em outras palavras, faça marketing das suas qualidades profissionais.
3. Seu estilo. Não é tanto o que você comunica sobre você, mas sim como o faz. O seu estilo é despojado e criativo, ou elegante e envolvente, ou entusiástico e empreendedor? Seu estilo de fazer as coisas deve ser único, muito pessoal, criando uma espécie de marca registrada.
Depois disso, são as táticas. Considero duas as mais básicas e fundamentais:
1. Estabeleça um perfil no LinkedIn. A mais renomada rede profissional não é apenas um espaço qualificado para você exibir seu currículo, como alguns pensam. É muito mais do que isso. Identifique e associe-se a grupos de pessoas com interesses profissionais comuns. Acompanhe as discussões que rolam nos grupos, e participe do debate fazendo comentários. Inicie discussões sobre tópicos interessantes e/ou controversos, que ajudem a construir melhores práticas. Conecte-se a membros selecionados desses grupos. Procure também pessoas com quem já trabalhou ou estudou.
2. Crie um blog profissional. Pode ser que você seja um consultor independente ou empresa pequenininha, e pense que não tem um portfólio de clientes ou serviços que justifique um site. Então monte um blog para abordar assuntos da sua área de atuação e, com isso, firmar sua opinião. Potenciais clientes ou parceiros interessados em fazer negócios com você terão uma amostra da sua visão de mundo. No blog, não se esqueça de colocar link para seus perfis no LinkedIn, Twitter, Facebook etc., deixando de fora coisas mais pessoais como Orkut.
Com pelo menos isso, você já passa a “existir”. Vale lembrar que, hoje, se você vai contratar algum profissional ou empresa, a primeira providência é checar no Google o que dizem a respeito dele. É uma espécie de “referência virtual”. Muitas citações relevantes conferem uma maior credibilidade. Claro, não é só porque o profissional tem um belo site que será considerado bom, da mesma forma que existem milhares de outros profissionais excelentes que não aparecem nos radares do Google. Mas, em uma época em que praticamente tudo se dá online, estar na web pode ajudar a firmar seu personal branding.




















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Como você mesma me disse uma vez, a palávra é "atitude". Não adianta você estar presente em todas as mídias on-line possíveis. Você tem que produzir con...
Árion Aleixo
Como você mesma me disse uma vez, a palávra é “atitude”. Não adianta você estar presente em todas as mídias on-line possíveis. Você tem que produzir conteúdo relevante no seu dia a dia. Seu blog/twitter/facebook/etc tem que ser um reflexo dos trabalhos que você realiza. Dizer na websfera que você é o melhor profissional não adianta, o que conta mesmo são suas experiências. A troca de informações, a produção de (bom) conteúdo que só se consegue com diferentes experiências, tentar fazer comentários inteligentes em diversas páginas, porém páginas que realmente goste.
Uma bobagem escrita na internet por você poderá ser indexada pelo google e isso poderá depor contra você por um bom tempo.
Acredito que eu sou o único “Árion Aleixo” no mundo. Então tenho que decidir: Ou minha vida está na internet para depor a meu favor, ou não deveria estar.
Acho que nos dias de hoje, você TEM que estar on-line.
Mariela Castro
Árion, vou acrescentar mais uma palavra, além de atitude: reputação. Você deve cuidar dela online e offline. E como você bem lembrou, a memória do Google...
Mariela Castro
Árion,
vou acrescentar mais uma palavra, além de atitude: reputação. Você deve cuidar dela online e offline. E como você bem lembrou, a memória do Google é de elefante: você nunca mais conseguirá apagar seu rastro na internet, portanto cuide bem do que você diz por aí. Você está certíssimo. Obrigada pelo comentário!
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Jaciara Maria de Souza Carneiro
Sou grata ao LinkedIn pelo fato de que, ao digitar "Jaciara Carneiro" no Google, sou a primeira que aparece, rs (e graças a dois textos publicados em sites esp...
Jaciara Maria de Souza Carneiro
Sou grata ao LinkedIn pelo fato de que, ao digitar “Jaciara Carneiro” no Google, sou a primeira que aparece, rs (e graças a dois textos publicados em sites especializados, bem como ao Twitter, estou nas outras quatro “primeiras posições”). Porém, realmente, a cada comentário postado em um blog, a cada post publicado no Facebook e mesmo a cada tweet, cresce a preocupação com a reputação digital – preocupação essa que faz com que eu ainda não tenha retomado atividade como blogueira, rs. Nestes tempos em que somos “big brothers” uns dos outros, penso que é melhor não dizer nada, do que dizer algo que vá “jogar contra” o personal branding em questão…
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