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Blog do Instituto Millenium

18.02.2011 - 20h48

Artigos mais lidos da semana

Veja quais foram os artigos mais lidos do Instituto Millenium na semana.

O economista Rodrigo Constantino provoca a oposição, essencial para a manutenção da democracia: “A oposição brasileira parece à deriva, sem rumo. Enquanto PT e PMDB se digladiam por cargos num lamentável espetáculo de fisiologismo, o DEM corre o risco de rachar ao meio e o PSDB não consegue se definir como alternativa ao governo.” Leia: “Procura-se líder de oposição”

O jornalista Carlos Alberto Sardenberg explica o sentimento que orientou a conduta da política internacional brasileira em relação aos EUA no governo Lula “Implicancia sai caro”: “Saiu caro. O Brasil conseguiu a proeza de ser hoje um dos raríssimos países que têm déficit comercial com os Estados Unidos, que são simplesmente os maiores importadores do mundo.” Veja  o artigo.

Em “Estado eletrônico injusto exige povo perfeito”, o advogado Juarez Dietrich vê inversão de valores na quantidade de exigências, agora eletrônicas, que o Estado impõe ao cidadão: “Um dos efeitos colaterais perniciosos é que já se inverteu o princípio natural segundo o qual nós, o povo, precisamos exigir um governo eficiente e um Estado bom. Agora é o Estado brasileiro, cronicamente incompetente, quem nos cobra a nossa, do povo, perfeição e eficiência. E faz isso eletronicamente, como se tivesse a autoridade da eficiência e da decência”.

Em “Lembrança triste do gatilho”, o jornalista econômico Ricardo Galuppo conecta a atualidade com os tempos em que o aumento do salário mínimo era impulsionado pela inflação : “A lembrança daquele período trágico precisa ser recuperada. O Congresso deverá votar depois de amanhã o novo valor do salário e ninguém até agora parou para discutir uma questão simples: quanto o mínimo perde em poder de compra a cada ponto de aumento da inflação?”

O jornalista Marco Antonio Rocha chamou a atenção para o silêncio de Dilma Rousseff ou para a falta de explicações  sobre o corte (onde exatamente?) do Orçamento : “O problema é que, da maneira como foi anunciado, o corte orçamentário não granjeou nenhuma credibilidade, pois, para bons entendedores do mundo da economia e dos negócios, ao contrário do que se diz, meias palavras não bastam. É necessário tudo muito bem explicadinho. E praticamente nada foi explicado sobre onde serão feitos os cortes para se chegar àquela vultosa quantia, a não ser algumas dúbias referências a cortar verbas de emendas de parlamentares e algumas coisas no custeio do governo federal. Emendas parlamentares que propõem despesas, mas não criam receitas, podem ser cortadas à vontade, pois é o mesmo que cortar vento. Feitas algumas poucas contas, já se percebe que, isso tudo somado, não representaria quase nada do que se propõe. Leia na íntegra.

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