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	<title>Inovação na prática</title>
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		<title>Como os líderes podem ajudar a inovar?</title>
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		<pubDate>Fri, 03 May 2013 12:21:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Scherer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O trabalho de gestão da inovação se preocupa com o envolvimento das lideranças, tanto da alta gestão quanto dos níveis médios. Cada um tem seu papel na criação de uma cultura voltada para geração e execução de ideias inovadoras. A &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/2013/05/03/como-os-lideres-podem-ajudar-a-inovar/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">O trabalho de gestão da inovação se preocupa com o envolvimento das lideranças, tanto da alta gestão quanto dos níveis médios. Cada um tem seu papel na criação de uma cultura voltada para geração e execução de ideias inovadoras.</p>
<p style="text-align: justify">A alta gestão tem o papel de definição da estratégia de inovação, criando um direcionamento único na busca por novas oportunidades.  Essas responsabilidades envolvem definir o grau de inovação que irá se buscar (normalmente trabalha-se com pelo menos 3 diferentes horizontes: defesa do core business, migração gradual ou reinvenção do negócio atual). Além disso são eles que definem as temáticas (linhas de desenvolvimento) e os tipos desejados.</p>
<p style="text-align: justify">Cabe também à alta gestão a definição do orçamento de inovação para posterior alocação. Sobretudo, são eles que mobilizam a empresa para a inovação. A pesquisa abaixo demonstra a importância dos níveis mais altos.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/files/2013/05/ceo-innovation.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1864" src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/files/2013/05/ceo-innovation-300x219.png" alt="" width="300" height="219" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Assim como a alta gestão, o níveis médio de liderança também tem um papel importante na construção de uma cultura de inovação.  Normalmente os gerentes vivem pressionados por metas operacionais de médio e curto prazo, o que torna a tarefa da inovação ainda mais desafiadora. Mesmo assim, quando a inovação vira estratégia da empresa, cabe estabelecer um balanço entre os esforços operacionais com os de inovação.</p>
<p style="text-align: justify">A maneira como a média gerencia estimula sua equipe faz toda a diferença. Audrey Smith e Ellie Hall identificaram quatro barreiras importantes para inovação nas empresas e como as lideranças podem ajudar a superá-las:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1. Dificuldade de entender os stakeholders</strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>O problema:</strong> Ao identificar um problema ou oportunidade, tende-se a buscar gerar soluções antes que as verdadeiras necessidades, desejos, comportamentos e experiências dos <em>stakeholders</em> sejam compreendidas.</p>
<p><strong>O que os líderes precisam fazer</strong>:</p>
<p style="text-align: justify">- inspirar curiosidade: as pessoas precisam ser encorajadas a serem curiosas e questionadoras</p>
<p>-  pensar fora do seu ambiente normal e explorar</p>
<p>- facilitar e promover a curiosidade</p>
<p>- precisam criar oportunidades para seus funcionários coletarem informação</p>
<p>- ganhar a perspectiva na qual eles possam entender as necessidades dos clientes e outros stakeholders-chave.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2. Falta de Ideias brilhantes</strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>O que ocorre: </strong>Para permanecerem competitivas, as organizações precisam de um pacote completo de soluções que lhes permitam inovar de forma desruptiva. As empresas não possuem um “engenho de ideias” alimentado por perspectivas diferentes e colaboração para soluções inovadoras.</p>
<p><strong>O que os líderes precisam fazer:</strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>- </strong>desafiar as perspectivas atuais: líderes que fazem isso mantêm uma mente aberta e resistem aos desejo de reforçar o “status quo” ao dispensar ideias amplas.</p>
<p>- fornecer treinamento e oportunidades de networking</p>
<p>-  facilitar interações com outras partes da organização</p>
<p>- dar tarefas que tiram os indivíduos do ambiente comum de trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3. Aversão das pessoas em correr riscos</strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>O que ocorre: </strong>Um dos principais inimigos da inovação é o medo do fracasso. É comum que as pessoas se esquivem do novo e desconhecido, permanecendo no caminho mais seguro. Isso ocorre quando as pessoas não possuem liberdade de experimentar e têm medo das consequências dos erros que podem custar caro.</p>
<p style="text-align: justify">Uma pesquisa feita nos Estados Unidos pela empresa Blessin­gWhite, apontou que 40% dos profissionais entrevistados disseram que seus gerentes nunca os estimularam a buscar novas soluções ou arriscar-se e 34% afirmaram que isso só acontecia muito raramente.</p>
<p><strong>O que os líderes precisam fazer:</strong></p>
<p style="text-align: justify">- identificar oportunidades de “risco aceitável” – projetos ou desafios em que o fracasso terá um menor impacto negativo na organização.</p>
<p>- entender que o fracasso é sinônimo de aprendizagem e, portanto, um pré-requisito para o sucesso.</p>
<p>- manter o desejo de perfeição sob controle</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4. Falhas na execução</strong></p>
<p style="text-align: justify"><strong>O que ocorre: </strong>Soluções ou ideias que não passaram além do estágio da ideia é uma oportunidade perdida porque não agrega valor para a organização.</p>
<p><strong>O que os líderes precisam fazer:</strong></p>
<p>- instigar a disciplina da execução.</p>
<p>- cobrar prazos, metas e orçamentos nas fases finais do processo de inovação.</p>
<p>- facilitar a estrutura e responsabilidade que asseguram que os objetivos da inovação sejam cumpridos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Costumo comparar a relação que existia nos tempos de escola, em que sempre havia alguém que perguntava ao professor se a matéria iria cair na prova. Se caísse havia atenção redobrada, se não, boa parte da turma dispersava pois entendia que não cair na prova significava que a matéria não era importante. Nas organizações, os líderes são os professores e precisam colocar a inovação nas “provas”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Práticas dos Inovadores</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/2013/03/13/praticas-dos-inovadores/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Mar 2013 18:49:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Scherer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros leitores, Essa semana, juntamente com Maximiliano Carlomagno, estamos lançando o novo livro intitulado Práticas dos Inovadores. O livro é composto de artigos curtos e focado, que traz pílulas essenciais sobre como colocar a inovação em prática. Nosso objetivo é disseminar &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/2013/03/13/praticas-dos-inovadores/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros leitores,</p>
<p style="text-align: justify">Essa semana, juntamente com Maximiliano Carlomagno, estamos lançando o novo livro intitulado Práticas dos Inovadores. O livro é composto de artigos curtos e focado, que traz pílulas essenciais sobre como colocar a inovação em prática. Nosso objetivo é disseminar cada vez mais esses conceitos e, sobretudo, auxiliar de forma prática as empresas e os executivos a serem mais inovadores.</p>
<p><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/files/2013/03/praticas-dos-inovadores.jpg"><img class="aligncenter" src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/files/2013/03/praticas-dos-inovadores.jpg" alt="" width="270" height="388" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Essa é a nossa segunda publicação desde que fundamos a Innoscience em 2006. Nossa trajetória como executivos e também consultores nos levou a tratar do tema gestão da inovação em nossos estudos de mestrado. A ideia da consultoria especializada em gestão da inovação veio de nossa visão comum de que havia uma dificuldade dos executivos empresas de realizar uma abordagem estruturada para inovar. Especialmente no Brasil a gestão da inovação era um quebra cabeça difícil de ser montado, pois envolvia uma serie de visões e abordagens muitas vezes desconectadas.</p>
<p style="text-align: justify">A partir daí, começamos a trabalhar no modelo que nos acompanha até hoje: o Octógono da Inovação. Quem já leu nosso livro anterior, Gestão da Inovação na Prática, conhece bem nossa metodologia de abordagem. Em poucas palavras pregamos que os resultados dos esforços de inovação são consequência das praticas que estabelecemos para as oito dimensões: estratégia de inovação, liderança, pessoas, processo, estrutura, funding, relacionamento e cultura de inovação.</p>
<p style="text-align: justify">Voltando ao início da operação da Innoscience, sentíamos uma grande necessidade de conscientização em relação à importância de inovar para as empresas brasileiras. Nesse momento havia um crescente interesse por parte de associações de classe e também um aumento de publicações especializadas falando de inovação.</p>
<p style="text-align: justify">Esse esforço de mobilização pela inovação ainda continua porém acreditamos que muitas empresas já a buscam de forma sistemática e organizada. Hoje não é raro encontrar cargos como diretor e gerentes de inovação, pessoas que trabalham 100% do seu tempo para fomentar a cultura nos negócios.</p>
<p style="text-align: justify">É bastante interessante observar a dinâmica dos mercados e como a mudança ocorre cada vez mais rápido. Em um trabalho do professor de Harvard, Scott Anthony, ele demonstra que o tempo médio de permanência de uma empresa no SP500 diminuiu consideravelmente (na década de 50 a média era 61 anos, agora é menos de 18 anos). Na prática isso significa que ficar no topo é um desafio crescente.</p>
<p style="text-align: justify">Muitas empresas que utilizávamos como exemplo de inovadoras ainda continuam no topo, tais como Apple, Google e 3M. Essas souberam criar uma sequência de inovações. Outras vivem o desafio de inovar continuamente e tirar algum novo coelho da cartola. Posso citar o exemplo da RIM (Blackberry), Nokia e da Nintendo. Há ainda aquelas que não conseguiram acompanhar a evolução e que caíram pelas forças do mercado, tais como Kodak e Blockbuster.</p>
<p style="text-align: justify">Nesse período Também tornaram-se potências empresas como Facebook e Groupon,  que vivem o desafio da sustentabilidade dos seus modelos de negócios. De fato, esse tem sido nosso desafio ao longo dos anos. Viemos assessorando empresas de diferentes portes e setores a se tornarem mais inovadoras, criando uma cultura interna e tornando a inovação um processo gerenciável.</p>
<p style="text-align: justify">Acreditamos que esse livro é mais um passo nesse sentido. Essa publicação reúne os melhores textos que produzimos ao longo desses anos sobre temas que consideramos fundamentais em gestão da inovação. Está dividida em seis capítulos:</p>
<ul style="text-align: justify">
<li><strong>Fundamentos:</strong> apresenta teorias, práticas e ideias que traduzem a essência da gestão da inovação.</li>
<li><strong>Dominando o Processo:</strong> destaca experiências de como inovar, passos, abordagens e casos.</li>
<li><strong>Tipos de inovação:</strong> amplia a visão sobre tipos de inovação para muito além de novos produtos.</li>
<li><strong>Cultura de inovação:</strong> apresenta práticas que estimulem a criação de um ambiente propício para inovar.</li>
<li><strong>Geração de insight:</strong> introduz ideias de como potencializar a criatividade, imaginação e capacidade de identificar novas oportunidades.</li>
<li><strong>Indivíduo Inovador:</strong> traduz os conceitos de inovação para a realidade do empreendedor ou executivo que pretende inovar.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify">Cada capitulo traz nossas reflexões em textos objetivos com começo, meio e fim. Apresentaremos uma rápida contextualização, seguido de artigos e referências adicionais para quem quiser aprofundar o tema. Nossa inspiração para esse modelo de livro partiu da tendência que se consolida cada vez mais que é a leitura rápida e do pouco tempo que temos disponível para fazer muitas coisas entre elas a própria leitura. Hoje dividimos nosso tempo para ler entre blogs, sites de notícias, redes sociais, emails, revistas, jornais e os livros.</p>
<p style="text-align: justify">As situações que vivenciamos com nossos clientes nos estimulavam a buscar soluções, desenvolver modelos, aplicar ferramentas, identificar benchmarks e seguir em frente. O conteúdo foi sendo elaborado para aprendermos sobre determinado tema, auxiliarmos um cliente ou simplesmente aplacar a nossa inquietude de buscar maior entendimento sobre como melhorar os resultados das iniciativas inovadoras e como fazer as empresas mais inovadoras.</p>
<p style="text-align: justify">Quem tiver interesse em conhecê-lo, pode acessar o hot site: <a href="http://www.praticasdosinovadores.com.br" target="_blank">www.praticasdosinovadores.com.br</a></p>
<p style="text-align: justify">
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		<title>Mais ideias ou melhores ideias?</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/2013/02/01/mais-ideias-ou-melhores-ideias/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Feb 2013 12:33:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Scherer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse é um dilema que sempre vivenciamos quando trabalhamos com diferentes empresas em programas de gestão da inovação. Em um cenário ideal temos as duas coisas, muitas ideias de potencial que podem se transformar em excelentes produtos, serviços ou trazer &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/2013/02/01/mais-ideias-ou-melhores-ideias/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é um dilema que sempre vivenciamos quando trabalhamos com diferentes empresas em programas de gestão da inovação. Em um cenário ideal temos as duas coisas, muitas ideias de potencial que podem se transformar em excelentes produtos, serviços ou trazer mudanças importantes nos processos.<br />
A prática, entretanto, mostra que essa situação nem sempre é fácil de ser alcançada. Vejo que ter muitas boas ideias é resultado de uma abordagem bem construída e estruturada pela empresa. Se tivesse que escolher, obviamente ficaria com a qualidade em prol da quantidade. Deixo algumas reflexões de como gerar melhores ideias:<br />
<strong>1) Propor desafios bem direcionados:</strong> algumas pessoas defendem que a criatividade deve ser deixada livre e sem amarras. Também concordo e sempre recomendo que o esforço de criação seja pautado por um ou mais temas bem definidos. Isso significa focar a busca de boas ideias alinhadas com o negócio. Também orienta as pessoas na busca de novos conhecimentos e nas associações tão comuns nas boas ideias.<br />
<strong>2) Inspirar e propor experiências</strong> – já vi muitas empresas que propõem momentos de geração de ideias no qual algumas pessoas sentam em volta de uma mesa e todos ficam se olhando. Nada de muito importante ou significativo sai desses encontros. Quando trabalhamos momentos de geração de ideias sempre buscamos trazer inspirações ou induções prévias com conteúdos alinhados com os temas que serão debatidos. Não trazemos sugestões de ideias ou dizemos o que deve ser criado mas sim estimulamos a criatividade com experiências e conteúdos relevantes.<br />
<strong>3) Buscar as pessoas certas</strong> – temas específicos podem demandar pessoas com conhecimentos distintos. Muitas vezes é preciso realizar as sessões de geração e refinamento de ideias envolvendo clientes, fornecedores, parceiros, convidados. Temos feito dias de inovação com fornecedores por exemplo, com ótimos resultados. Gosto muito da iniciativa Tecnisa Fast Dating que abre o canal para fornecedores apresentarem inovações para a empresa.<br />
Uma ideia só vira uma boa inovação se for executada. É preciso valorizar a execução pois os projetos de inovação demandam abordagem especifica. Essa abordagem vai desde critérios de priorização e seleção até uma política de alocação de recursos específica. Mas isso é tema para outro post.</p>
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		<title>O que eu ganho com a inovação?</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/2012/12/27/o-que-eu-ganho-com-a-inovacao/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Dec 2012 19:02:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Scherer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O tema inovação tem sido bastante discutido e incentivado dentro das organizações atualmente. Sempre que se fala de inovação cabe lembrar que ela é uma atividade chamada ganha-ganha, ou seja, boa para a empresa mas também muito boa para o &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/2012/12/27/o-que-eu-ganho-com-a-inovacao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">O tema inovação tem sido bastante discutido e incentivado dentro das organizações atualmente. Sempre que se fala de inovação cabe lembrar que ela é uma atividade chamada ganha-ganha, ou seja, boa para a empresa mas também muito boa para o colaborador inovador.</p>
<p style="text-align: justify">É bom para a empresa pois diversas estudos apontam que elas conseguem ter um desempenho superior aos concorrentes e ser mais competitivas. Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), feito com 72 mil empresas industriais com mais de dez funcionários, constatou que as empresas que inovam e diferenciam produtos faturam mais, pagam maiores salários, tem maiores niveis de produção, maior produtividade, têm vantagens competitivas e mais facilidades na hora de exportar. Já que inovar é bom para empresa vamos verificar porque inovar também é uma boa para os colaboradores:</p>
<p style="text-align: justify"><strong>1) Inovar permite eu me diferenciar na empresa</strong> – o dia a dia das empresas, o grande foco na operação e a pressão do cumprimento da metas oferece dificuldades para os colaboradores conseguirem chamar atenção com soluções diferenciadas e criativas. Os programas de ideias e inovação são canais democráticos dedicados a captar as ideias dos colaboradores, portanto servem para expor nossa criatividade e pró-atividade para os gestores. Se destacar nesse tipo de programa pode ser comparado a ser um artilheiro em uma partida de futebol.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>2) Inovar permite abrir novas oportunidades dentro da empresa</strong> – é muito comum ouvirmos funcionários que são reconhecidos e lembrados para novas oportunidades em função do desempenho e contribuição nos programas de inovação. Engajar-se com esse tipo de iniciativa pode abrir futuras oportunidades em outras áreas da empresa e mesmo crescer dentro do próprio setor.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>3) Inovar permite colher frutos</strong> – a relação ganha-ganha também traz benefícios e reconhecimentos para o colaborador nas empresas. Aqueles que fazem diferente normalmente são reconhecidos de forma diferenciada. Esse tipo de recompensa também pode ser visto como uma motivação a mais para participar dos programas de inovação.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Nem tudo se cria, algumas coisas se copiam, compram, licenciam&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Nov 2012 13:29:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Scherer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Steve Jobs, entre outras coisas, ficou conhecido sobre sua capacidade de incorporar tecnologias criadas por outras empresas em suas criações. Essa postura era considerada por muitos algo de caráter duvidoso, mas é fato que essa foi uma característica importante para &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/2012/11/20/nem-tudo-se-cria-algumas-coisas-se-copiam-compram-licenciam/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Steve Jobs, entre outras coisas, ficou conhecido sobre sua capacidade de incorporar tecnologias criadas por outras empresas em suas criações. Essa postura era considerada por muitos algo de caráter duvidoso, mas é fato que essa foi uma característica importante para o sucesso da Apple ao longo dos anos.</p>
<p>O caso da interface gráfica “inspirada” na tecnologia desenvolvida pela Xerox é um exemplo clássico de como Jobs fazia isso. Depois de visitar o Xerox Parc (Palo Alto Research Center) a história conta que a Apple decidiu utilizar a chamada GUI (graphical user interface) operada por um Mouse. Essa tecnologia permitiu a inclusão de ícones e janelas.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=44ehK5BciTs"><img src="http://img.youtube.com/vi/44ehK5BciTs/2.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=44ehK5BciTs">Click here</a> to view the video on YouTube.</p>

<p>O mp3 ipod também não foi uma invenção solitária da Apple. De fato, a tecnologia mp3 foi inicialmente criada na Alemanha em 1987 e depois utilizada comercialmente pela primeira vez em 1998 por uma empresa da Coréia do Sul. Em 2001 a Apple criou seu próprio tocador que armazenava 1000 músicas.</p>
<p>Nos últimos anos estamos vivendo uma batalha judicial por patentes entre Apple e Samsung. A primeira processa a Samsung por utilizar “sua” tecnologia de tela de toque por exemplo. Por sua vez a segunda diz que a Apple copiou a tela de toque de uma tecnologia já patenteada (diamond touch), por isso tenta invalidar a patente. Mas não há como negar que há uma grande similaridade entre os produtos atualmente. Vejam os exemplos abaixo:</p>
<p><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/files/2012/11/samsung-iphone-2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1742" src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/files/2012/11/samsung-iphone-2-300x195.jpg" alt="" width="300" height="195" /></a></p>
<p><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/files/2012/11/samsung-iphone-3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1752" src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/files/2012/11/samsung-iphone-3-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a></p>
<p><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/files/2012/11/apple-design-patent.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1762" src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/files/2012/11/apple-design-patent.jpg" alt="" width="600" height="493" /></a></p>
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		<title>5 erros mais comuns de EMPRESAS que querem ser inovadoras</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Oct 2012 13:14:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Scherer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[No post anterior escrevi sobre os erros comuns que os INOVADORES enfrentam ao colocar em prática seus projetos. Dedico esse para falar sobre os erros comuns cometidos pelas EMPRESAS ao iniciar a busca pela inovação. 1) Pedir inovação sem estratégia &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/2012/10/26/5-erros-mais-comuns-de-empresas-que-querem-ser-inovadoras/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">No post anterior escrevi sobre os erros comuns que os INOVADORES enfrentam ao colocar em prática seus projetos. Dedico esse para falar sobre os erros comuns cometidos pelas EMPRESAS ao iniciar a busca pela inovação.</p>
<p style="text-align: justify">
<span style="text-decoration: underline;color: #0000ff"><strong>1) Pedir inovação sem estratégia</strong></span> – o primeiro passo de muitas empresas ao começar a busca por inovação de forma intencional é colocar esse tema na agenda das reuniões internas. A mensagem é: precisamos começar a inovar! Claro que esse é o primeiro passo porém ele precisa vir conectado com a estratégia do negócio. Queremos nos tornar inovadores em que? Esse direcionamento é importante para criar um foco comum para todos os colaboradores. Também servirá para priorizar projetos e alocação de recursos.</p>
<p style="text-align: justify"><span style="color: #0000ff"><strong><span style="text-decoration: underline">2) Não definir a governança do processo</span></strong></span> – dizem que cachorro com vários donos morre de fome. Com a inovação é a mesma coisa. Ser todo mundo é a mesma coisa que ser de ninguém. É preciso definir a estrutura de governança das atividades, que responderá pelos resultados e conduzirá as ações para fomentar a cultura interna. Isso não quer dizer que os projetos devam ser conduzidos de forma centralizada mas sim que haja um grupo ou uma área preocupado em não deixar o urgente sempre sobrepor o importante.</p>
<p style="text-align: justify"><span style="text-decoration: underline;color: #0000ff"><strong>3) Pedir inovação, cobrar operação</strong></span> – lembro do tempo de escola que havia sempre algum colega que fazia uma pergunta ao professor que todos estavam pensando: essa matéria vai cair na prova? Se a resposta fosse negativa, ou seja, não cairia na prova, quase que toda turma deixava de prestar a atenção e voltava seus pensamentos para o recreio, a educação física, etc&#8230; Na empresa acontece algo semelhante. Se a inovação não “cair na prova” dificilmente as pessoas vão entender isso como algo importante. Se a diretoria e os gestores falam em inovação mas avaliam e cobram pela operação, é natural que ela sobreponha a busca por novidades.</p>
<p style="text-align: justify"><span style="text-decoration: underline;color: #0000ff"><strong>4) Gerenciar inovação e melhoria da mesma forma</strong></span> – existe uma diferença básica entre esses tipos de iniciativas que é o grau de risco e incerteza associado a elas. Algo realmente novo precisa ser conduzido e avaliado de forma distinta que algo já realizado em outras empresas ou com grau de dificuldade baixo. Caso contrário, complicamos o que deve ser simples e eliminamos todas as novidades visando enquadrá-las aos procedimentos padrão.</p>
<p style="text-align: justify">
<span style="text-decoration: underline;color: #0000ff"><strong>5) Manter a postura São Tomé</strong></span> – finalmente, adotar a postura “ver para crer” sempre acaba tornando os programas de inovação em algo burocrático e sem criatividade. Quem não quer correr riscos e exige que todos os números e certezas sejam apresentados no início dos projetos, dificilmente consegue se tornar uma empresa inovadora.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Os 5 erros mais comuns dos inovadores nas empresas</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Oct 2012 18:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Scherer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[1) Acreditar que uma boa ideia é sempre um bom negócio – vejo com muita frequência pessoas apresentando suas ideias e muitas vezes as implementando sem ter clareza do modelo de negócios dessa novidade. Coisas básicas como a forma de &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/2012/10/05/os-5-erros-mais-comuns-dos-inovadores-nas-empresas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><strong>1) Acreditar que uma boa ideia é sempre um bom negócio</strong> – vejo com muita frequência pessoas apresentando suas ideias e muitas vezes as implementando sem ter clareza do modelo de negócios dessa novidade. Coisas básicas como a forma de capturar valor (como vamos cobrar pela novidade), canais (como vamos acessar os consumidores) e parceiros muitas vezes são deixados para segundo plano em razão de a tecnologia ser diferenciada. Um produto ou serviço com funcionalidades/tecnologias superiores não significa que irá bater a concorrência.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>2) Deixar para executar o projeto de inovação quando tiver tempo</strong> – deixar para inovar quando sobrar tempo é a mesma coisa que dizer vai começar uma dieta ou academia na próxima segunda-feira. Chega o dia para começar e aí aparecem convites para sair para jantar, churrasco e futebol, cinema, happy hour, etc&#8230; Quando a gente vê nossa dieta/academia ficou para a próxima, pois afinal de contas, uma semana a mais não vai fazer “tanta” diferença. Na rotina de trabalho é algo parecido, de maneira geral ninguém tem tempo “sobrando” e outras demandas consideradas mais urgentes tomam o tempo que deveria ser priorizado para executar o projeto inovador.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>3) Buscar o ótimo antes de encontrar o bom</strong> – existe um ditado que diz que o ótimo é inimigo do bom. Vejo com muita frequência pessoas se escondendo atrás da busca pelo ótimo como desculpa para não executar os projetos inovadores. Gerar uma versão boa o mais rápido possível permite a testar e aprender para fazer os devidos ajustes. Reduzidas essas incertezas podemos gerar a versão ótima que todos buscam.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>4) Esperar que o mercado “puxe” a inovação</strong> – em algumas empresas ouço a expressão: “o mercado não enxerga as nossas inovações”. Existe um trabalho importante que muitos inovadores não dedicam a mesma atenção que é a comunicação dessas novidades. Imaginem se simplesmente a Apple colocasse seus novos produtos nas prateleiras e ficasse esperando os consumidores perguntarem o que tem de novo neles. Eles fazem justamente o contrário, dedicam-se em divulgar intensamente essas novidades de forma que quando o produto chega à loja os consumidores já sabem o que eles têm de melhor que o anterior.<br />
<a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/2012/05/22/marketing-para-produtos-inovadores/">http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/2012/05/22/marketing-para-produtos-inovadores/</a></p>
<p style="text-align: justify">
<strong>5) Jogar tênis ao invés de futebol</strong> – certas pessoas tratam suas ideias e projetos como algo pessoal e intransferível. Hoje diversos estudos apontam que a inovação é um processo que demanda diferentes competências que vão desde a criatividade até a capacidade de gerir projetos. Nesse meio existem questões como motivação para mudança, identificação de oportunidades, adaptação durante os projetos, comportamento em relação a desafios, tolerância a incertezas, foco em resultados, etc. Dificilmente conseguimos ter uma pessoa que tenha todas essas competências completamente dominadas. Daí vem a importância do trabalho em equipe.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O iPhone 5 é inovação?</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Sep 2012 13:10:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Scherer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Existe muita discussão em relação às tipologias de inovação: radical VS incremental e inovação VS melhoria (em relação à intensidade), tecnológica VS organizacional e inovador para o mercado VS para empresa (em relação à abrangência), além de haver uma série &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/2012/09/18/o-iphone-5-e-inovacao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/files/2012/09/Imagem21.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-1622" src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/files/2012/09/Imagem21.png" alt="" width="580" height="385" /></a>Existe muita discussão em relação às tipologias de inovação: radical VS incremental e inovação VS melhoria (em relação à intensidade), tecnológica VS organizacional e inovador para o mercado VS para empresa (em relação à abrangência), além de haver uma série de classificações no que diz respeito a tipos (produto VS processos VS marketing VS gestão e o radar da inovação que apresenta 12 tipos, só para citar duas classificações).</p>
<p style="text-align: justify">O entendimento dessas definições serve para orientar os movimentos estratégicos e, especialmente, definir a estratégia de inovação. Essa é uma das ações iniciais para estruturação da inovação nas empresas. Por exemplo, a empresa definir que irá focar em uma série de inovações incrementais em processos, implica em ações e encaminhamentos completamente distintos que buscar inovações radicais para o mercado em produtos. Quem tiver interesse, nesse link você encontra uma discussão sobre essas classificações (<strong>Quais os Tipos de Inovação?</strong><strong> &#8211; </strong><a href="http://www.innoscience.com.br/?pg=9045">http://www.innoscience.com.br/?pg=9045</a>).</p>
<p style="text-align: justify">Bom, voltando ao título deste post, vamos analisar o lançamento do iPhone 5 sob o espectro das tipologias de inovação. Em primeiro lugar, podemos classificar o lançamento dessa versão do aparelho como uma inovação incremental ou mesmo uma melhoria. Diversos aperfeiçoamentos foram feitos na versão anterior, trazendo melhor desempenho nas funcionalidades existentes (câmera, tela, processador, gráficos, fones de ouvido, etc&#8230;). Muitas dessas novidades foram apenas para a empresa e não para o mercado – veja a lista completa aqui: <a href="http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/iphone-5-avanca-mas-nao-surpreende">http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/iphone-5-avanca-mas-nao-surpreende</a>).</p>
<p style="text-align: justify">Falando em relação à tipos, podemos observar que a nova versão deu continuidade à ênfase da empresa em apresentar novidades no design do produto (mais fino e maior), na plataforma (compartilhamento de tecnologias com outros produtos da empresa) e no modelo de captura de valor (ênfase na vinculação com a App Store e iTunes).</p>
<p style="text-align: justify">Apesar de decepcionar alguns analistas e consumidores que esperavam um produto mais revolucionário, para entender a estratégia da Apple é preciso enxergar esses movimentos sob dois aspectos: a evolução tecnológica e o mercado. O primeiro iPhone foi lançado em 2007, trazendo novidades significativas em relação aos modelos concorrentes na época (essa sim um inovação de ruptura &#8211; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/2012/05/22/marketing-para-produtos-inovadores/">http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/2012/05/22/marketing-para-produtos-inovadores/</a>).</p>
<p style="text-align: justify">Naturalmente existe um movimento de evolução tecnológica durante o ciclo de vida dos produtos, fazendo com que haja melhorias no produto ao longo de sua comercialização e ampliação do número de usuários. A necessidade de fazer uma nova ruptura é condicionada a evolução e disponibilização de novas tecnologias a custos comercialmente viáveis. Outro fator que pode acelerar novos movimentos disruptivos ou inovações radicais é a pressão de mercado pelos concorrentes. Apesar de todo o esforço da Samsung em ser a número 1 em quantidade de aparelhos vendidos, boa parte dos lucros da venda de celulares ainda vão para a Apple, fazendo com que a pressão pela apresentação de um novo produto realmente inovador seja minimizada.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como estruturar a governança de inovação nas empresas?</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Aug 2012 14:48:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Scherer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[estrutura para inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas empresas que atendemos na consultoria têm montado comitês de inovação para coordenar as atividades na empresa. A ideia é ter algumas pessoas que possam manter a chama da inovação acessa, não deixando a rotina e os projetos operacionais sobreporem &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/2012/08/20/como-estruturar-a-governanca-de-inovacao-nas-empresas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas empresas que atendemos na consultoria têm montado comitês de inovação para coordenar as atividades na empresa. A ideia é ter algumas pessoas que possam manter a chama da inovação acessa, não deixando a rotina e os projetos operacionais sobreporem os esforços de inovação.<br />
Mas qual exatamente o papel desses comitês? Como dividir as responsabilidades na estrutura da empresa?<br />
Podemos dividir essas tarefas em 4 níveis diferentes:<br />
<strong>Alta gestão</strong> – são aqueles que definem o que chamamos de estratégia de inovação. São eles que irão dar o direcionamento para o restante da empresa em relação à no que ela quer ser diferente das outras empresas do mercado. Seremos inovadores em que parte do negócio? Essa reflexão deve estar alinhada com a estratégia do negócio e será desdobrada em tipos e temáticas de inovação. Normalmente esse grupo também define orçamento e grandes metas para os programas.<br />
<strong>Comitê de Inovação</strong> – os comitês de inovação são formados por representantes de diferentes áreas e tem o papel de administrar o processo de inovação e acompanhar os resultados. Trabalham também na estruturação de ações para disseminação da cultura de inovação e realizam a tarefa de priorização de projetos. São os responsáveis pela comunicação interna e definição de políticas de incentivo ao envolvimento com o tema.<br />
<strong>Lideranças ou facilitadores</strong> – a inovação é um movimento top-down nas empresas. É muito comum ver empresas em que as médias gerencias se sentem pressionadas pelas questões operacionais e de rotina, inibindo qualquer movimento de maior risco ou incerteza. Dessa maneira, deve-se ter um cuidado especial com essas lideranças intermediárias, preparando-as para serem catalisadores da cultura de inovação. Além disso, deve-se pensar também na forma pela qual essas pessoas são avaliadas. Não adianta pedir que inovem quando são avaliadas por outros aspectos totalmente operacionais e rotineiros. A psicologia comportamental aponta que as pessoas respondem a estímulos, portanto deve-se ter um cuidado especial com esses níveis.<br />
<strong>Times de Inovação</strong> – esses são times de colaboradores montados de acordo com cada projeto. Eles são os responsáveis em transformar ideias em realidade. Participam da montagem dos planos, da realização dos experimentos e implementação dos projetos. Podem envolver diferentes áreas e são recompensados pelos resultados atingidos. Seus resultados e o andamento dos projetos são monitorados pelo comitê de inovação.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Inovações em tempos de Olimpíada</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jul 2012 17:31:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Scherer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Está acontecendo os jogos olímpicos de Londres, um grande evento esportivo que mobiliza praticamente todos os países do mundo na expectativa de ver os melhores atletas em ação. Além disso, os jogos olímpicos são também um excelente momento para lançamentos &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/2012/07/27/inovacoes-em-tempos-de-olimpiada/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está acontecendo os jogos olímpicos de Londres, um grande evento esportivo que mobiliza praticamente todos os países do mundo na expectativa de ver os melhores atletas em ação. Além disso, os jogos olímpicos são também um excelente momento para lançamentos e introdução de novidades em diferentes setores como: artigos esportivos, arquitetura e construção, mídia, medição de tempos e medicina.</p>
<p>Quem não se lembra da Jabulani, bola utilizada na última Copa do Mundo imortalizada nas transmissões pela voz de Léo Batista? Lembram das chamadas peles de tubarão utilizadas pelos nadadores em Pequim (depois foram proibidas pela federação internacional de natação)?</p>
<p>Pois é, grandes marcas aproveitam para lançar novidades em eventos esportivos de grande porte. Esse ano uma das inovações mais aguardadas são os uniformes desenvolvidos pela Nike para o atletismo. Chamado de Turbo Speed, a vestimenta promete auxiliar os velocistas a quebrar recordes. Inspirada no formato de bolas de golfe é feita de material ultraleve e ainda é feito de 82% de materiais reciclados (equivalente a 13 garrafas plásticas). O desenvolvimento envolveu mais de 1000 horas de pesquisas e testes em um túnel de vento. Os resultados apontam que numa prova de 100 metros o equipamento pode melhorar a performance em 0,023 segundos. Achou pouco? Essa foi a diferença entre o 3º e o 4º colocado na prova de 2008 (ou seja, estar no pódio ou ser esquecido para sempre).</p>
<p>Praticamente todos os esportes trazem inovações que prometem melhorar o desempenho dos atletas nos jogos. Desde raquetes para tênis de mesa até calçados para levantadores de peso. Os jogos olímpicos e especialmente os atletas de ponta, são um excelente momento para fazer o marketing de produtos inovadores (vejam o post <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/2012/05/22/marketing-para-produtos-inovadores/">http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/2012/05/22/marketing-para-produtos-inovadores/</a>).</p>
<p>Mas as inovações não param apenas nas roupas e equipamentos utilizados pelos atletas. Uma das empresas mais antigas vinculadas aos jogos olímpicos é a Omega. Responsável pelas medições dos tempos desde 1932 cada evento traz novidades. Hoje são utilizados sensores de movimento para controlar as largadas e até rastreadores GPS para competições como o remo e outros esportes.</p>
<p>No caso da arquitetura, cada olimpíada traz também inúmeras inovações. Novidades como os estádios de coberturas móveis e sistemas de ventilação já foram utilizados nos jogos passados. O estádio chamado de Ninho de Pássaro foi um dos destaques da olimpíada de Pequim. Esse ano Londres apostou na “construção verde”, combinando o que há de mais moderno em materiais reciclados e aproveitamento energético. Foram utilizados conceitos inovadores como concreto reciclado e sistemas de aproveitamento energético e de resíduos. O Velodrome é o primeiro do gênero que consegue dispensar o ar condicionado, utilizando apenas ventilação natural.</p>
<p>As inovações não param por aí, o pódio para entrega das medalhas foi projetado para se utilizado também para os jogos paraolímpicos, utilizando conceitos de acessibilidade. Essa também será a primeira olimpíada da era das redes sociais plenamente difundidas. Uma pesquisa feita nos Estados Unidos apontou que 28% dos entrevistados planeja discutir os jogos pelas redes sociais. Outros 20% disseram que irão assistir pela internet ou tablet e 15% pelo celular pelo menos parte dos jogos. Esse movimento cria uma série de novidades relacionadas à cobertura da mídia. Essa será a primeira olimpíada com um aplicativo oficial que apresenta todos os resultados em tempo real.</p>
<p>Com tantas inovações, vale a pena ficar ligado e torcer pelos atletas brasileiros. Confiram o vídeo abaixo sobre o Turbo Speed.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=UzpKmVLn77Q"><img src="http://img.youtube.com/vi/UzpKmVLn77Q/2.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=UzpKmVLn77Q">Click here</a> to view the video on YouTube.</p>

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