Ontem estava almoçando com dois amigos e eles comentavam sobre a vontade de largar a vida executiva e empreender. Mas em algum momento de lucidez lembraram que empreendedores trabalham, na maioria das vezes, muito mais do que aqueles que seguem a vida executiva.
Em minhas 73 entrevistas com empreendedores para o programa Fiz do Zero, acredito que não juntei uma mão cheia de casos de empreendedores com vidas equilibradas entre trabalho, família, saúde, mente e espírito.
Então me pergunto, de que vale ser um empreendedor de sucesso se você não tem tempo para viver sua vida? Para chegar aos sessenta anos e finalmente poder passar mais tempo jogando golfe? Mas quando essa época chegar, perceber que a maior parte de seus amigos morreu no mesmo caminho em busca do sucesso e segurança que “teoricamente” só o dinheiro pode oferecer?
Fiquei emocionado com o vídeo que recebi da Priscila Correia Moura… espero que ajude muitos conhecidos workaholics a pensar diferente, mesmo que por poucos minutos.
PS: falando em workaholics, você se lembra do nome e profissão do seu bisavô? Lembra de suas grandes conquistas? Provavelmente não… então lembre-se, tudo é passageiro, menos um segundo bem vivido.




















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Pedro Mello
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