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	<title>Cabeça de líder</title>
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		<title>Líder bom extrai valor, o ruim extrai horror.</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 10:36:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luiz Tejon Megido</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[extratores]]></category>
		<category><![CDATA[lideres]]></category>

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		<description><![CDATA[Um bom extrator extrai a essência, o melhor do extrato. Um mau extrator, ao contrário, acentua e recolhe o pior do extrato. Com seres humanos acontece a mesma coisa. Um bom líder conseguirá focar e extrair as fortalezas do colaborador, &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/cabeca-de-lider/2013/05/17/lider-bom-extrai-valor-o-ruim-extrai-horror/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um bom extrator extrai a essência, o melhor do extrato. Um mau extrator, ao contrário, acentua e recolhe o pior do extrato. Com seres humanos acontece a mesma coisa. Um bom líder conseguirá focar e extrair as fortalezas do colaborador, de cada membro da equipe. Um mau líder irá desenvolver a culpa e transformar todo potencial positivo humano em carga negativa destruidora. Pergunto: você já se sentiu culpado, alucinadamente infeliz, acusado, flagelado, e sem conseguir saber direito por quê?</p>
<p>No convívio com esse diabólico líder ou personalidade inquisidora ao seu lado, essa pessoa demonstrava uma segurança tão grande, uma certeza tão imperial e uma convicção tão verdadeira, sobre o quão errado você é, que você mesmo começou a achar que era de fato uma péssima companhia, ou um péssimo funcionário, um zero a esquerda, e humilhado e com seu sentimento de estima detonado você pedia perdão e me desculpe sem mais saber o que estava fazendo? Eu já senti isso.</p>
<p>Passado o tempo, revendo a situação de longe, vi que estava, em quase todas as vezes, sendo alvo de um poderoso algoz, que insatisfeito consigo mesmo e com seu quadro de mundo, transferia para os outros suas angústias, medos, vergonhas e fracassos. A melhor maneira de alguém se esconder dos seus fracassos será revelá-los nos outros.</p>
<p>Por isso, podemos criar valor, extrair preciosidades de seres humanos dependendo do nosso olhar e do poder íntimo de nossas intenções. Mas podemos destruir outros seres humanos amplificando e captando erros verdadeiros, e principalmente não erros, mas falsos erros transformados em grandes pecados, dominando-os pela culpa íntima e assustadora. Livre-se dos extratores do horror. E, se eles usam você, lembre-se: você está permitindo&#8230;ou, quem sabe, atraindo.</p>
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		<title>A desliderização do mundo e das empresas</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 11:29:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luiz Tejon Megido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[patchworking]]></category>
		<category><![CDATA[retalhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Estamos nos novos tempos. E nestes tempos assistimos ao fim de líderes clássicos e de personalidades condutoras da liderança de forma presencial, física e tangível. Não há mais um país líder sozinho, não existe mais um bloco, a palavra de &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/cabeca-de-lider/2013/05/16/a-desliderizacao-do-mundo-e-das-empresas/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos nos novos tempos. E nestes tempos assistimos ao fim de líderes clássicos e de personalidades condutoras da liderança de forma presencial, física e tangível. Não há mais um país líder sozinho, não existe mais um bloco, a palavra de ordem na nova ordem global é a fragmentação e aglutinação pela lei de interesses situacionais. A hegemonia virou paralisia. Agora temos a heterogenia, a celularização.</p>
<p>Se isso é verdade para a governança pública e da política, na área das corporações empresariais da mesma forma. Estava numa grande companhia global e líder mundial na sua área. O executivo responsável por “efectiveness” mostrava o organograma da estrutura, e nele havia uma caixa em cima de todos. Porém, acrescentou, não existe esse vice-presidente já faz seis meses. E o último não ficou nesse cargo mais do que um ano. E como vocês trabalham, perguntei?</p>
<p>Como uma colcha de retalhos, a pessoa respondeu. Cada área tem seu gestor, e eles precisam atuar em comitês, grupos, e se comunicarem extremamente bem. São processos, sistemas e um olhar muito atento à missão, visão, valores e princípios da organização. Quer dizer, entramos definitivamente na era da liderança invisível. Não existem mais líderes como antigamente, pois não há ambiente mais para esse personagem.</p>
<p>O mundo é uma coleção de retalhos, e maior inteligência terá aquela organização que conseguir costurar esses retalhos com criatividade, disciplina de conjunto, modelos interativos e fortalecimento da cooperação, num cenário individualista e hiper veloz. Se você não enxerga mais o seu líder, alvíssaras. O líder agora é você, é o outro, e o outro, e o próximo. Qual o modelo? Liberdade e “learning organizations”. E boa sorte, aprendam a fazer lindas colchas de retalhos, modernamente batizadas de “patchworking”.</p>
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		<title>As três tentações dos líderes no poder</title>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2013 11:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luiz Tejon Megido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[inquisidor]]></category>
		<category><![CDATA[libertador]]></category>

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		<description><![CDATA[Nada poderia ser mais sensacional do que a passagem do Sermão do Grande Inquisidor na obra Irmãos Karamázov de Fiódor Dostoiévski. Se você ainda não leu, leia. Se já leu, releia, e releia. Ali, o personagem Ivan Fiódorovich apresenta para &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/cabeca-de-lider/2013/05/13/as-tres-tentacoes-dos-lideres-no-poder/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nada poderia ser mais sensacional do que a passagem do Sermão do Grande Inquisidor na obra Irmãos Karamázov de Fiódor Dostoiévski. Se você ainda não leu, leia. Se já leu, releia, e releia. Ali, o personagem Ivan Fiódorovich apresenta para seu irmão Aliocha a essência do grande líder e as três tentações do poder, tomando por fundamento o encontro de Cristo com o diabo no deserto.</p>
<p>A primeira tentação foi o desafio do diabo para que Cristo transformasse pedra em pão. Com isso terminaria com a angústia da fome e do prover, libertando a humanidade do trabalho. Cristo negou e disse: nem só de pão vive o homem. A segunda tentação foi para que provasse ser filho de Deus, atirando-se no abismo, onde seria suspenso por anjos. Com isso eliminaria a dúvida nos homens &#8211; sem a necessidade da fé individual, e por outro lado desafiaria Deus, o pai, a realizar uma prova. E a terceira tentação foi a de tomar a espada de Cesar e construir um reino universal, libertando o homem do mal, sem que essa liberdade fosse conquistada por ele próprio.</p>
<p>A moral dessa passagem foi a de revelar que o grande líder, e o grande poder não está na dimensão dos egos pequenos, que imaginam virar deuses, ou semideuses; proclamar a esperança , a qualidade de vida, o sucesso e a felicidade a partir de legiões ou deste comandante ou daquele líder, por mais poderoso que circunstancialmente possa estar.</p>
<p>Assistimos essas tentações repetidas e repetidas vezes ao longo da marcha da história, tanto em governantes, quanto em empresários, acionistas, ricos em fortuna e na fama. E, mesmo, podemos ver isso nas gerências médias, pequenas chefias, em pais, mães e filhos. Trazendo para o âmbito corporativo, os sinais do fracasso anunciado de grandes corporações são visíveis quando sua governança cede às três tentações:</p>
<p>1 &#8211; Promessas impossíveis de serem cumpridas onde uma sonhada e falsa qualidade de vida é proposta em supressão ao desafio cada vez mais intenso de trabalho dedicado; </p>
<p>2 &#8211; Ausência de uma liderança invisível, solidamente formada por valores ascensionais, com o surgimento de candidatos ao trono maior, trazendo o inimigo para o lado de dentro da empresa. A luta egocida perspassa e envenena a longevidade do ambiente; </p>
<p>3 &#8211; Imaginar tomar a liderança de mercados sem a consciência da sustentabilidade e da criação de redes, flexibilidade e autocrítica permanente e constante da própria autoestima. A espada de Cesar nunca será domada no mundo, por uma só mão.</p>
<p>Grandes líderes prometem trabalho, muito trabalho, e ambiente justo para o trabalho. Grandes líderes se transformam em vigilantes da liderança invisível, feita por valores ascensionais. Grandes líderes não prometem o domínio do reino do mundo, da espada de Cesar, e sim a capilaridade das relações éticas e da amizade, sempre mais doadores do que tomadores.</p>
<p>E, se você quiser, traga o mesmo raciocínio para toda e qualquer dimensão da liderança; a passagem do Grande Inquisidor é simplesmente universal. Libertar o outro não é se transformar no seu libertador, é fazê-lo livre por livre arbítrio.</p>
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		<title>Por que políticos e empresários não são admirados pelo povo?</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 10:17:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luiz Tejon Megido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Empresários]]></category>
		<category><![CDATA[políticos]]></category>

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		<description><![CDATA[Realizamos uma pesquisa, na Escola Superior de Propaganda &#38; Marketing (ESPM) ao lado da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), onde perguntamos nas 12 cidades mais populosas do Brasil, entre outras coisas, quais seriam as profissões mais importantes para a vida &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/cabeca-de-lider/2013/05/10/por-que-politicos-e-empresarios-nao-sao-admirados-pelo-povo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Realizamos uma pesquisa, na Escola Superior de Propaganda &amp; Marketing (ESPM) ao lado da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), onde perguntamos nas 12 cidades mais populosas do Brasil, entre outras coisas, quais seriam as profissões mais importantes para a vida do brasileiro. As cinco primeiras foram: médico, professor, bombeiro, policial e agricultor. Plenamente justificável, envolve saúde, educação, salvamento, segurança e alimento. E, nessas profissões não dá para se esconder, os profissionais entram com a pele no jogo, entram com a vida, ou sabem fazer ou não perduram, não ficam.</p>
<p>Nessa mesma pesquisa, terminamos por obter outras duas profissões consideradas as menos importantes pela população dessas 12 maiores cidades do País: em último lugar ficaram os políticos e, em penúltimo, empresários. Quer dizer, a dobradinha políticos &amp; empresários conjugam uma percepção, no mínimo inadequada, se imaginarmos que ambos deveriam representar, e serem assim percebidos, como a fundamental arte da política, e a do empreendedorismo, do empresariar, do realizar a obra capitalista, econômica e social.</p>
<p>E ao conjugar políticos e empresários na mesma caixa, e ao vê-los muitas vezes misturados, assumindo facções de partidos políticos, quando deveriam simplesmente representar a defesa do empreendedorismo, quando vemos a invasão e a mistura de políticos nos órgãos representativos das classes empresariais, e, por outro lado, quando a população fica vítima da incapacidade da governança pública, tanto nos órgãos quanto nas empresas públicas, seja por desastres da incompetência ou por decisões de colocar esses órgãos a serviço de interesses facciosos; a mistura se locupleta e se completa.</p>
<p>Líderes do empresariado, e líderes dos políticos, vocês têm uma dura realidade a ser enfrentada: a de uma percepção de não serem nada importantes para a vida do brasileiro, quando, na verdade, são de ímpar fundamentalidade.</p>
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		<title>Líder inteligente cria percepção de sucesso. Líder burro faz o oposto.</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 11:01:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luiz Tejon Megido</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[burros]]></category>
		<category><![CDATA[inteligentes]]></category>

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		<description><![CDATA[Os estudos sobre a nobre arte de liderar revelam que os dias considerados mais felizes pelos funcionários nas empresas são aqueles onde sentiram, vivenciaram e perceberam sucesso. Portanto, líderes inteligentes utilizam as métricas e as mensurações de performance para estimular &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/cabeca-de-lider/2013/05/08/lider-inteligente-cria-percepcao-de-sucesso-lider-burro-faz-o-oposto/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os estudos sobre a nobre arte de liderar revelam que os dias considerados mais felizes pelos funcionários nas empresas são aqueles onde sentiram, vivenciaram e perceberam sucesso. Portanto, líderes inteligentes utilizam as métricas e as mensurações de performance para estimular e incentivar o sucesso. Quer dizer ampliar a percepção dos êxitos, dos avanços e, muitas vezes, de sutis melhorias nas métricas performadas, para fortalecer o ânimo e a motivação, a vontade e a ação. Isso representa construir seres humanos orientados para a capacidade.</p>
<p>Líderes burros, ou então mal intencionados, ao contrário. Utilizam o lado destrutivo das métricas, os indicadores decadentes, e amplificando-os aos olhos, sentidos e sentimentos de membros da equipe, terminam por reforçar e enfatizar a horrorosa percepção do fracasso. Um fracasso permanente, constante e intensamente dramatizado sob a tirania dos dados diários e explicitados.</p>
<p>Devemos negar os indicadores com tendência negativa para um colaborador ou para a equipe? Jamais. Porém o progresso humano dar-se-á a partir do querer. Esse querer canaliza a vontade para o acerto, o desafio e a superação; e isso só irá ocorrer se a motivação e a percepção do sucesso, e do ser capaz, ou do vir a ser capaz, estiver presente na relação líderes e liderados.</p>
<p>Mostrar o retrocesso, o que precisa ser corrigido faz parte. Porém, um líder saudável e inteligente irá sempre encontrar algo digno, algo belo e estético, além de ético para motivar e apontar a possibilidade, a viabilidade da competência e ativar a fome do querer, que orienta a vontade, e busca a ação realizadora e evolutiva.</p>
<p>O sol nasce todo dia, querendo ou não. Essa decisão já foi tomada pela regra natural das forças do universo. Um ser humano pode não querer nascer todo dia, e pode, com sua decisão íntima obrigar a vontade de suas forças naturais a se esconder numa noite eterna. Seres humanos optam a partir do querer. Líderes inteligentes são humanos, humildes e dignos consigo mesmos e com suas pessoas. Líderes inteligentes colocam luz sobre os pequenos sucessos diários de suas equipes, pares, superiores, filhos e amores. E os burros? Bem, esses obedecem a monótona lei da entropia.</p>
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		<title>Professor, médico, bombeiro, policial e agricultor, por que são líderes na percepção popular?</title>
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		<pubDate>Mon, 06 May 2013 11:22:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luiz Tejon Megido</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[agricultor]]></category>
		<category><![CDATA[Profissões]]></category>

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		<description><![CDATA[Realizamos na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), junto com a Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), uma pesquisa nos grandes centros urbanos brasileiros, apresentada neste mês, e dentre os estudos investigados queríamos saber quais eram as atividades consideradas vitais &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/cabeca-de-lider/2013/05/06/professor-medico-bombeiro-policial-e-agricultor-por-que-sao-lideres/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Realizamos na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), junto com a Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), uma pesquisa nos grandes centros urbanos brasileiros, apresentada neste mês, e dentre os estudos investigados queríamos saber quais eram as atividades consideradas vitais para a vida do cidadão. Uma relação de profissões era apresentada aos pesquisados, e as cinco mais importantes são exatamente essas: Professor, Médico, Bombeiro, Policial e Agricultor.</p>
<p>Interessante observar que não se trata de nenhuma dessas atividades “glamourosas”, fashion, e muito menos que estejam nos estudos dos radares sobre as profissões do futuro. Mas, na voz do povo, na média de todas as classes sociais, níveis educacionais, homens e mulheres, faixas etárias, aí aparecem essas cinco e fundamentais atividades humanas.</p>
<p>Saúde, Educação, Alimento, Segurança e Salvamento. Fica a reflexão para os nossos “cabeças de líderes”, será o futuro das profissões algo tão distante assim das essências e fundamentos básicos ou, ao contrário? O que muda é o entorno, processos, mecatrônicas, interatividades, nuvens, fumaças, poeiras e “borrifos”; mas a base, o “core”, o núcleo duro continua e continuará sendo feito por gente que acima de tudo “pega na massa” e sabe fazer.</p>
<p>Médicos não viverão se não souberem intervir fisicamente, com robótica, sensores ou satélites, precisarão intervir. Agricultores não farão se não continuarem trabalhando de sol a sol e agora de lua a lua, pois a tecnologia numa fazenda não para de crescer, a cada instante. Professores, ah os benditos professores e professoras, sem a educação continuada, sem a formação e sem a provocação de descoberta de talentos não haverá competitividade campeã, e muito menos a cooperação sagrada para que alguém ou alguma coisa possa ser chamada de “campeã”. E as novas tecnologias da educação? Simplesmente vãs tecnologias, que exigirão cada vez mais neurônios vivos e inteligentes nas suas criações e distribuições pedagógicas.</p>
<p>Policiais? Esses então entrando com a própria vida na questão da volúpia do crime em si, num planeta que cresce a proporção de quatro novos nascimentos por segundo, e onde “bem e mal” continuarão embates “ad eternum”, como nas fábulas e sagas de Tolkien de Senhor dos Anéis e Hobbits. E ainda existe a “emergência”, o surpreendente, o salvamento, as catástrofes, os incêndios, enchentes e o descontrole dos acidentes que se sofisticam à medida em que mais aspectos descobrimos sobre suas prevenções.</p>
<p>Bombeiros, entrando com suas vidas na profissão, para a defesa na incertitude das leis do acaso, vistos e tidos como autênticos heróis do imprevisível, através do domínio das probabilidades. Pergunto, você já conversou com seu filho sobre as profissões? Algum deles disse querer ser agricultor, médico, bombeiro, professor ou policial? Talvez médico sim, agricultor meio difícil não? Mas policial, professor e bombeiro&#8230;sei não se o seu “teen filho” chegou um dia a cogitar? Ele talvez não, mas e você? O que está por trás da elevada percepção de dependência da sociedade sobre essas atividades e por que são líderes na percepção popular?</p>
<p>Fundamentalidade, necessidade concreta, voz legítima da maioria popular. Como estão os salários dos professores, policiais, bombeiros, médicos da base da pirâmide e riscos e ganhos dos micros, pequenos e médios agricultores do Brasil e do mundo? Baixos, inadequados, profissões e negócios de risco, e com a certeza de jamais aparecerem nas capas do “hall da fama”, ou nas letras “imbecilizadas” de 99% dos funks (existem raras exceções), e de nunca terem o prestígio de MC’s (music commanders), nos bailes constantes e permanentes do show da vida. Quem são os seus heróis e quem são os líderes dessas cinco categorias avaliadas como vitais para a vida das pessoas? Coisas a investigar. Agora quer saber qual a atividade considerada como “nada importante”? Adivinha? Políticos. Esses tendem à extinção, como categoria profissional claro, e não a política em si, pois essa é da raça humana.</p>
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		<title>Fama: o choque da faísca do acaso com a persistência presente.</title>
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		<pubDate>Fri, 03 May 2013 11:12:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luiz Tejon Megido</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[lider]]></category>
		<category><![CDATA[Nishimura]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo famoso deveria ser gigantescamente humilde. Alguns são. Pelé, por exemplo, diz que se não fosse o Sabuzinho, o filho da cozinheira do Santos, na época, não teria sido Pelé. Steve Jobs também disse que se não fosse um professor &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/cabeca-de-lider/2013/05/03/fama-o-choque-da-faisca-do-acaso-com-a-persistencia-presente/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo famoso deveria ser gigantescamente humilde. Alguns são. Pelé, por exemplo, diz que se não fosse o Sabuzinho, o filho da cozinheira do Santos, na época, não teria sido Pelé. Steve Jobs também disse que se não fosse um professor que praticamente o subornava para estudar e um vizinho que lhe dava kits eletrônicos na infância, jamais teria feito a Apple. Bill Gates só assinou contrato com a IBM para fazer o &#8220;DOS&#8221;, porque a esposa do Kindall, dono da Digital Research, a quem foi oferecido o trabalho não pode assinar um contrato de confidencialidade no momento.</p>
<p>Sunji Nishimura, fundador da Jacto S/A, uma empresa gigante de máquinas agrícolas, embalagens plásticas, sistemas de saneamento, equipamentos para academias e até carrinhos elétricos usados nos campos de futebol e golfe, estava presente com uma micro oficinazinha do tipo conserta-se tudo, na cidade de Pompeia, quando um agrônomo de uma empresa química passou e perguntou se ele poderia produzir uma polvilhadeira como aquela que ele havia trazido da Alemanha. E, Nishimura fez.</p>
<p>Antonio Secundino de São José aceitou ser secretário da Agricultura da Paraíba, no período da Segunda Guerra Mundial, fez amizade com Nelson Rockefeller, e fundou a  Agroceres em 1945. Ele também estava lá. Beatles devem suas carreiras a uma jovem anônima que pediu um disco deles numa loja em Liverpool, e o dono da loja se interessou em saber quem eram, Brian Samuel Epstein. Eles estavam lá.</p>
<p>Mas nessas e em todas as histórias, o acaso interfere e sempre vira personagem obrigatório da tal fama e do sucesso. Numa conspiração para matar Hitler, bem antes do final da guerra que terminou por assassinar milhões adicionalmente a partir daquela data, um pé de mesa e meio metro fizeram a diferença para mudar totalmente o destino da bomba que alteraria a história naquela circunstância.</p>
<p>Lula, não fosse seu irmão mudar o texto da carta que seu pai mandava escrever para sua mãe no Nordeste, jamais teria vindo para São Paulo, e o fio de seu destino não teria sido o mesmo. Quer dizer, quando ouço contar e ver as exposições dos casos de sucesso e da fama, fico impressionado com a ausência da necessária humildade. Claro, talento existia, muitas vezes uma assombrosa persistência, porém não fosse a faísca do acaso faiscar exatamente ali, naquele instante com aquela determinada pessoa, por melhor e mais competente que alguém possa ter sido, sua vaga no anonimato dos bilhões de humanos estaria garantida.</p>
<p>O que quero dizer é que um Roberto Carlos iria existir de qualquer forma, independente de ser esse ser humano faiscado pelo instante benfazejo. Um Marx, ou um Freud, ou um Monteiro Lobato, ou quem quer que seja, eles iriam existir de qualquer jeito. A humildade necessária significa saber que muito naturalmente poderia não ter sido você. Você pode e deve estar lá, persistente e presente, mas não se angustie se a faísca do acaso não o transformar no famoso da hora.</p>
<p>Por isso, fama e sucesso são coisas tão importantes que ninguém pode dizer a você o que isso representa exatamente para você. E qual o conselho? Presta atenção, presta atenção. A presença da persistência e a regra da probabilística ajudam, mas não determinam 100%. A lei do acaso, ou do nome que você queira dar, anda por aí, pelas esquinas e pelos cantos das passarelas da fama.</p>
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		<title>O líder se descobre a cada dia, no contato com a criança que educa.</title>
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		<pubDate>Thu, 02 May 2013 01:43:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luiz Tejon Megido</dc:creator>
				<category><![CDATA[lider]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu não esperava a Luciana, e quando ela veio era desse tamanho, cabia na palma de duas mãos. De lá pra cá se passaram mais de 15 anos, e agora a jornada permite ver e rever o aprendizado que um &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/cabeca-de-lider/2013/05/02/o-lider-se-descobre-a-cada-dia-no-contato-com-a-crianca-que-educa/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/cabeca-de-lider/files/2013/04/LucianaTejon0105.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-6542" src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/cabeca-de-lider/files/2013/04/LucianaTejon0105-300x222.png" alt="" width="300" height="222" /></a>Eu não esperava a Luciana, e quando ela veio era desse tamanho, cabia na palma de duas mãos. De lá pra cá se passaram mais de 15 anos, e agora a jornada permite ver e rever o aprendizado que um adulto conquista, ao tatear e contatar a criança. Ao final o que mais considero surpreendente é ver o quanto renascemos e rejuvenescemos ao conviver com as crianças.</p>
<p>A neotonia é um dom dos líderes. Palavra da biologia que significa células que não envelhecem jamais. Essa fonte da juventude é o olhar de fogo acalentador da alma de um líder. O aprendizado com a criança educa o aprender com a própria criança interior que habita nossas vidas. Ficar velho é uma arte e, ao ficar, cada dia que passa mais velho, o que mais emociona é o oposto do renascer da criança íntima, que permaneceu por muito tempo sufocada atrás das prioridades contemporâneas do nosso adulto. Como Orson Welles em Cidadão Kane, buscamos de verdade o reencontrar da nossa “rosebud”, o trenozinho da infância do personagem naquele filme comovente.</p>
<p>A Luciana na palma de minhas duas mãos retratam o ninho da alma, que opera e é puro em toda criança recém nascida. Liderar humanos exige compreender a sutileza, a leveza, e a ética estética que ali ainda continua guardada como num pequeno frasco de essência. Superar, motivar, renovar, inovar, mudar todas essas atitudes são forças inerentes à criança. Manter viva a criança que você foi um dia e saber que ela continua em tudo o que você é e no que faz é a única forma de exemplificar o que sucesso significa.</p>
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		<title>Olhares de Fogo &#8211; A Construção de líderes.</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Apr 2013 10:11:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luiz Tejon Megido</dc:creator>
				<category><![CDATA[lider]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[fogo]]></category>

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		<description><![CDATA[Somos o resultado de como olhamos para o mundo e de como aprendemos a decodificar os olhares do mundo para cada um de nós. Os filtros receptores dos olhares, forjados desde a tenra idade quando ainda “bebês”, decide quem seremos. &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/cabeca-de-lider/2013/04/30/olhos-de-fogo-a-construcao-de-lideres/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Somos o resultado de como olhamos para o mundo e de como aprendemos a decodificar os olhares do mundo para cada um de nós. Os filtros receptores dos olhares, forjados desde a tenra idade quando ainda “bebês”, decide quem seremos. O cérebro enquanto máquina impressora registra, aprende e processa por sua vontade e conta o que interessa nas suas contas neurônicas egocêntricas. Isso significa que construir líderes exige ensinar a se ver como alvo dos olhares e como olhar para o seu entorno, e pessoas.</p>
<p>Recebi olhares de todos os tipos, desde olhares de dó, piedade, pena. Conheci olhares de medo, horror. Vivi olhares de maldade, de sadismo, de ignorância fundamentada em erradas interpretações de causa e efeito. Mas também conheci o olhar da bondade, da alegria, da esperança, da amizade, do entusiasmo, da sabedoria evolutiva, da coragem e o fundamental olhar do amor incondicional. Essa construção ou desconstrução é feita desde o nascimento, e segue numa progressão interminável enquanto vivos.</p>
<p>Vamos nos transformando na qualidade dos filtros sob os olhares que recebemos e nos olhares que emitimos. Um amálgama poderoso é criado, e essa energia adquire vida, poder de atração e termina por tratar dos segredos da sorte ou do azar, ou na tradução de que sorte terminaria sendo aquilo que fazemos com as aparências do azar.</p>
<p>Mas líderes são construídos com os “olhares de fogo”. O olhar de fogo é a marca quente, que tanto pode queimar e ensinar em alguns o prazer da dor, e ao adorar a dor, se transformam em pessoas saciáveis apenas, quando provocam dores no entorno; ou esses olhares de fogo podem servir para aquecer, acalentar, extrair do frio resfriado a fusão transformadora de líderes criadores.</p>
<p>Olhares de fogo estão vivos na realidade do universo. Criam estrelas, apagam estrelas, explodem galáxias, enviam meteoros endurecidos no aleatório eixo gravitacional do acaso. O que sei, aprendi e vivi é que como olho para minhas equipes, altero o resultado. Como dirijo o fogo dos meus olhares para um empreendimento, uma causa, uma cidade, uma classe de alunos, um país, pessoas, altero positiva ou negativamente suas próprias esperanças e vontades, e influencio a forma como esses olhares passam a dialogar entre si.</p>
<p>Dentre todos os olhares , aquele que conheço, como o pior deles, o mais vil e torturante, é o olhar da indiferença. O olhar indiferente de um líder inviabiliza a possibilidade de dizermos que ali está um líder. O olhar da indiferença é um olhar de fogo gelado. Queima no frio, e marca a alma de maneira contundente.</p>
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		<title>Geração 22-22-22, caindo na real o jovem ganha mal.</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Apr 2013 11:26:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luiz Tejon Megido</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Conectividade]]></category>
		<category><![CDATA[indiferença]]></category>
		<category><![CDATA[olhar]]></category>

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		<description><![CDATA[Os americanos procuram o jovem 22-22-22, significando: alguém com 22 anos, trabalhando 22 horas por dia e ganhando US$ 22 mil por ano. Quer dizer, trabalha sem parar, sempre acompanhado dos instrumentos da mobilidade, seus blackberries, smartphones e &#8220;devices&#8221; interativos &#8230; <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/cabeca-de-lider/2013/04/25/geracao-22-22-22-caindo-na-real-o-jovem-ganha-mal/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os americanos procuram o jovem 22-22-22, significando: alguém com 22 anos, trabalhando 22 horas por dia e ganhando US$ 22 mil por ano. Quer dizer, trabalha sem parar, sempre acompanhado dos instrumentos da mobilidade, seus blackberries, smartphones e &#8220;devices&#8221; interativos para permanecer on the job, on line, all time.</p>
<p>Aqui no Brasil percebo o mesmo movimento. Fiquei sabendo dos ganhos de jovens de alto valor como potencial de realização e talento nessa faixa dos 22 anos, e passamos a ter também aqui os 22-22-22. No Brasil, com a idade de 22 anos, trabalhando 22 horas por dia e ganhando R$ 2.200 por mês.</p>
<p>Ao contrário do que os críticos dos jovens pensam, essa nova geração dos 22-22-22 não tem nada a ver com as descrições românticas e pontuais das exceções da turma dos Y&#8217;s. Esses millennials, já nascidos na lei da interatividade, podem parecer que estão escalando, na praia, no campo, no aeroporto para férias, mas estão all time, on the job, on line.</p>
<p>As máquinas sutis, leves e esteticamente sedutoras do poderoso design appleniano, fazem com que os Ipads iludam a mente e criem uma metapsicologia de prazer full time. Já não se percebe mais o que é uma doação criadora de trabalho para o novo padrão 22-22-22 de extração de mais valia, ou o que seria apenas entretenimento, conforme as pesquisas reveladoras de que quase a metade do uso de smartphones tem esse uso: passatempo. Uma evolução sobre as revistinhas antigas de palavras cruzadas.</p>
<p>As exceções servem para configurar a regra. Os novos jovens da geração 22-22-22, ou cada vez mais entrepreneurs: 18-18-18, nas escolas empresas, proliferam. Tenho alunos jovens que tem me surpreendido, com uma vontade positiva de trabalhar, isso é muito bom. Afinal, o prazer pela criação, a ciência, a arte , a obra de um trabalho é algo que pode permitir ao ser humano a felicidade, como refletiu e registrou o Prof. Freud. Sinto que esses jovens mais jovens são diferentes dos jovens menos jovens. São diferentes. Trabalham muito, all time, on line, always on the job&#8230; E o dinheirinho? 18-18-18 ou 22-22-22!</p>
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