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	<title>Brasil no mundo</title>
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		<title>Dança e negócios, uma intimidade brasileira para resultados</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 21:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Pereira Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Swing e Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Música e dança, o quanto isso pode ajudar o Brasil. <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/brasil-no-mundo/2013/05/22/danca-e-negocios-uma-intimidade-brasileira-para-resultados/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil é alegre. O país é festeiro. O Brasil tem gingado e swing.</p>
<p>Para muitos executivos, os conceitos de TIR e Pay Back são tão comuns enquanto liderança. Hoje muitos grupos empresariais e executivos em particular, percebem que seus processos estratégicos necessitam de uma integração maior para suas estratégias, e por quê não a dança como auxílio nesse processo?</p>
<p>Uma empresa brasileira vem desenvolvendo um processo muito amplo, e auxiliando muitas empresas no Brasil e no mundo nesta experiência, mostrar a dança como auxilio estratégico da integração de equipes e experiências para o resultado.</p>
<p>Com o estilo West Coast Swing, a Omni Experience, liderada por um físico com mestrado em Astrofísica, Marcus Fernandes, ou como é conhecido no meio artístico Kiko Fernandes, a dança pode ajudar a formação das equipes, e liderar para um processo mais energético e real de resultado. Ninguém quer dançar errado. Todo mundo quer bailar, ou sambar bem. Ou como o brasileiro gosta, ter samba no pé.</p>
<p>Dança significa foco, resultado, e principalmente elegância!</p>
<p>Business e dança, uma identidade brasileira que deve ser explorada no mundo!</p>
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		<title>250 anos de José Bonifácio &#8211; O início do Brasil no Mundo</title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 20:16:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Pereira Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[José Bonifácio de Andrada e Silva]]></category>
		<category><![CDATA[América Central]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[Este ano comemoramos 250 anos do patriarca da independência, José Bonifácio de Andrada e Silva. <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/brasil-no-mundo/2013/05/21/250-anos-de-jose-bonifacio-o-inicio-do-brasil-no-mundo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_8470" class="wp-caption aligncenter" style="width: 240px"><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/brasil-no-mundo/files/2013/05/Bonif_cio.jpg"><img class="size-medium wp-image-8470" src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/brasil-no-mundo/files/2013/05/Bonif_cio-230x300.jpg" alt="" width="230" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">José Bonifácio de Andrada e Silva</p></div>
<p>Independência ou Morte! Bom para muitos, e para a própria história, a frase não foi discursada bem assim, mas se realizou.</p>
<p>Agora a independência aconteceu, e um personagem foi fundamental para essa história, José Bonifácio de Andrada e Silva, conhecido por todos os brasileiros como o Patriarca, o patrono, o pai de nossa independência.</p>
<p>José Bonifácio de Andrada e Silva, nasceu em Santos, no dia 13 de junho de 1763, e foi o segundo filho do casal Bonifácio José de Andrada e Maria Bárbara da Silva, o mesmo casal teve mais nove filhos, sendo no total quatro mulheres e seis homens.</p>
<p>O pai de José Bonifácio, era um português que imigrou para o Brasil no fim do século XVII, fixou residência em Santos, era um capitão do Exército lusitano, e nos registros “santistas” formou a segunda maior riqueza da Vila de Santos. Além do comando militar, o mesmo auferiu rendas através do controle de alfândega, comum na época. Engraçado, ficar rico com tributos, até hoje vemos isso.</p>
<p>José Bonifácio vivia em uma cidade, que hoje se transforma no grande centro do futuro poder do Brasil, o Pré Sal. Santos em 1765, quando Bonifácio tinha dois anos, tinha apenas treze ruas, e não chegava a dois mil habitantes. Em 1777, com catorze anos e após concluir os ensinos fundamentais, José Bonifácio é enviado para São Paulo. Em Santos naquela época não existia ensino formal, só ensino residencial, ou através dos padres.</p>
<p>Em São Paulo, José Bonifácio foi estudar com o Frei Manuel da Ressurreição, então Bispo de São Paulo. O pai do “patriarca”, queria que o mesmo seguisse a missão religiosa, mas graças ao tio Floriano, que percebeu que o mesmo gostava de um “rabo de saia”, sua vida não servia para o celibato.</p>
<p>A partir daí, a formação do “patriarca” ganhou um novo rumo, com seus estudos preliminares em São Paulo, com forte tendência religiosa, o mesmo foi enviado para Portugal, para aprender letras, ciências e humanidades. Um aparte, o santista se mostrou bom em tudo.</p>
<p>A partir de sua ida para estudar em Portugal, José Bonifácio fez uma carreira surpreendente, pois graças a sua visão e vontade de saber, o mesmo fez estudos em diversas áreas, e produziu os grandes primeiros tratados científicos para o Brasil. E olha que o mesmo. ficou mais tempo no exterior do que no Brasil para produzir ciência brasileira.</p>
<p>Em 1783, com vinte anos, o mesmo se matricula na Universidade de Coimbra. Hoje a universidade tem um Hall em homenagem ao grande estadista brasileiro, mas principalmente ao cientista luso brasileiro, Bonifácio de Andrada.</p>
<p>José Bonifácio fez uma brilhante carreira acadêmica, e também construiu um carreira na política, e nas Forças Armadas de Portugal. Mas a saudade de sua terra natal era maior. Fez uma grande carreira na Europa, pois pertenceu a diversos centros do saber, e formação de ciência por diversos países.</p>
<p>José Bonifácio retornou ao Brasil em 1819, com 56 anos, e pensava em manter uma visão mais aposentada, mas sua paixão pelo país, e principalmente pela ciência levou o mesmo a novas aventuras. O mesmo foi tentar uma pré aposentadoria em um sitio que tinha em Santos, mas em conversas com o seu irmão Martim Francisco, a ciência e a política estavam antes da aposentadoria.</p>
<p>Com toda experiência que José Bonifácio teve no exterior, e principalmente sua visão científica, o mesmo desenvolveu no Brasil uma vocação acadêmica e prática pela ciência e pela política. Foi graças a isso, que a Maçonaria, e que o Governo Imperial viram em Bonifácio uma luz.</p>
<p>Sua história enquanto Estadista, e principalmente enquanto “O Patriarca da Independência”, constrói um novo processo de brasileiros que a partir do “exterior” conduzem uma nova visão de Brasil.</p>
<p>No dia 13 de junho, comemoraremos 250 anos do nascimento do nosso Patriarca da Independência. Do Santista José Bonifácio, ao Andrada de Coimbra, e do cientista brasileiro que deu inicio aos estudos da mineralogia, a mesma que no futuro demonstraria a grande riqueza do país chamado BRASIL!</p>
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		<title>Think Tank Chinês e a FGV/IBRE</title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 18:11:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Pereira Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[FGV na China]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[IBRE/FGV desenvolve parceria com Think Tank chinês. <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/brasil-no-mundo/2013/05/21/think-tank-chines-e-a-fgvibre/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>China e Brasil, relações geopolíticas distantes, mas comércio intenso e próximo. Relações internacionais fortes, e aproximações incertas. Dúvidas e relacionamentos entre a China e Brasil sempre foram constantes na pauta da agenda de relações exteriores dos dois países. Para o Brasil, um grande comprador, para a China um grande mercado consumidor, com uma capa de proteção em relação à crise internacional.</p>
<p>Para muitos acadêmicos e estrategistas brasileiros, a China ainda é uma &#8220;caixa de Pandora&#8221;. Muito precisa se estudar. Muito precisa avaliar. O contexto estratégico, e os novos movimentos da potência asiática, sua formação enquanto maior potência econômica do mundo, sua sustentação efetiva para isso, e também sua direção efetiva com o capitalismo, geram para o Brasil dúvidas e incertezas, mas ao mesmo tempo questões para a continuidade efetiva das boas relações que o Brasil mantém até hoje com a China.</p>
<p>Lembro que uma vez, fiz um curso sobre a China na Escola Superior de Guerra, no Rio de Janeiro, e pude apreciar os movimentos estratégicos do país para o século XXI, além de visitar o mesmo diversas vezes e perceber o carinho, e vontade de aproximação do mesmo para com o Brasil.</p>
<p>O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE / FGV) firmou parceria com o Instituto de Estudos Latino Americanos da China com sede em Beijing. O objetivo da parceria é forma uma rede de troca de experiências e idéias estratégicas para o avanço das relações econômicas e comerciais entre os países. Inclusive o resultado inicial desta parceria se deu através do lançamento da obra, Surmounting Middle Income Trap: the Main Issues for Brazil”, lançado dia 6 de maio em seminário sobre o tema em Beijing.</p>
<p>Através da parceria com o Think Tank chinês, a FGV busca ampliar sua participação enquanto universidade brasileira em continente asiático, e desenvolver estudos e cooperações para o avanço das relações entre Brasil e China.</p>
<p>O Brasil precisa avançar também com o seu &#8220;Think Tank&#8221; do país para o mundo!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Brasil de Patriota, Estados Unidos de Kerry &#8211; próximos passos</title>
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		<pubDate>Tue, 21 May 2013 15:56:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Pereira Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Antonio Patriota nos Estados Unidos]]></category>
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		<description><![CDATA[Visita diplomática do Ministro das Relações Exteriores do Brasil nos Estados Unidos. <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/brasil-no-mundo/2013/05/21/brasil-de-patriota-estados-unidos-de-kerry-proximos-passos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministro das Relações Exteriores do Brasil, Antonio Patriota esteve ontem nos Estados Unidos, com o secretário de Estado Americano John Kerry.  O encontro aconteceu para acertar detalhes da visita da Presidente Dilma Rousseff em outubro nos Estados Unidos.</p>
<p>Além dos detalhes diplomáticos, e cerimoniais da visita presidencial, a agenda do Ministro também teve como articulação, as relações comerciais e estratégicas entre Brasil e Estados Unidos. Considerando que esta agenda diplomática, hoje além do BRICS, tem suma importância para o equilíbrio comercial do Brasil no mundo. Inclusive, os últimos dados do país na pauta comercial são &#8220;tristes&#8221;, haja vista o grande déficit histórico da balança comercial nos últimos meses. A visita da Presidente Dilma nos Estados Unidos é um sinal de manter a aproximação, e também aprimorar as relações estratégicas entre os países.</p>
<p>De forma geral, a agenda navegou sobre as questões da Síria e seu encaminhamento para um processo &#8220;negociado e diplomático&#8221;, e também sobre a agenda de defesa e da extração do gás de xisto, tema que os Estados Unidos tem muito interesse.</p>
<div id="attachment_8460" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/brasil-no-mundo/files/2013/05/brazil_600_1.jpg"><img class="size-medium wp-image-8460" src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/brasil-no-mundo/files/2013/05/brazil_600_1-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">Ministro Antonio Patriota e o Secretário de Estado Americano John Kerry - Fonte: www.portugues.rfi.fr</p></div>
<p>Uma das grandes pautas será o avanço das parcerias na agenda de tecnologia da informação. Nesse ponto, a aproximação entre os governos, e também o meio empresarial será de suma importância para intensificar as relações comerciais entre os países, e avançar de uma vez por todas uma agenda com maior valor agregado, e fugir de vez da equação &#8220;commodities&#8221;.</p>
<p>A agenda é longa, inclusive nos quesitos inovação e educação, que para ambos os lados devem ser intensificados. Para o lado brasileiro, o retorno da qualidade de conhecimento é fundamental, mas para o lado americano, existem rumores, e até mesmo informações estratégicas, que o Governo Americano exerça um peso para o Governo Brasileiro rever a legislação para entrada de universidades americanas com maior intensidade. O que na minha opinião seria bem oportuno, considerando a necessidade de mão de obra qualificada, e também a necessidade de formações com alto padrão de qualidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Importar mão de obra resolve?</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/brasil-no-mundo/2013/05/17/importar-mao-de-obra-resolve/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 15:31:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Pereira Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mão de obra estrangeira]]></category>
		<category><![CDATA[América Central]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cuba]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Irregularidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Mão de obra estrangeira resolverá os problemas do Brasil? <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/brasil-no-mundo/2013/05/17/importar-mao-de-obra-resolve/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil insiste em postergar continuamente soluções para os seus problemas. Nós brasileiros insistimos em não encontrarmos soluções, ou pelo menos em trabalhar nas saídas que possam resolver efetivamente alguns sérios problemas do país.</p>
<p>Nos últimos dias a polêmica sobre a importação de 6000 médicos cubanos tomou conta do noticiários, e dos grandes debates sobre o gargalo de falta de mão de obra qualificada no país. Entre as brigas dos Conselhos profissionais e de classe e governo federal, a grande questão é efetivamente a formação de mão de obra qualificada para atender as diversas demandas estratégicas do país. O governo recuou levemente com o foco nos médicos cubanos, e agora abriu a “porteira” para a importação de mão de obra estrangeira em praticamente todas as profissões. Inclusive na data de hoje (17 de maio de 2013) foi publicado no Diário Oficial da União os termos que organizam as novas emissões de vistos para estrangeiros com foco em trabalho. O governo federal defende a idéia de profissionais que estão em países que estão sofrendo com a crise internacional, e ao mesmo tempo tem um grande quadro de profissionais bem qualificados, como por exemplo Portugal e Espanha. Outro ponto, é a defesa histórica que o governo trabalha, considerando que o Brasil no passado já recebeu muitos estrangeiros. Defesa até correta, mas irreal para o momento histórico que o Brasil vive. E, alem disso a defesa de que os profissionais brasileiros não querem trabalhar em regiões inóspitas do país, principalmente no norte e nordeste, é um dos fundamentos para efetivarem os médicos cubanos no país.</p>
<p>Agora o que é efetivo não se discute, a formação de mão de obra qualificada no país. Não se discute a formação com alta qualidade. Não se discute a contínua fuga de cérebros do Brasil. Não se discute, como um país como Brasil, que navega entre a quinta e sexta posição na economia mundial, e tem os piores indicadores de educação, tem ao mesmo tempo o maior grupo educacional do mundo?</p>
<p>Até agora sobrevivemos e crescemos sem profissionais estrangeiros. Por quê o governo não concentra seus esforços em formar em escala, e com qualidade superior, considerando a demanda nacional? Eu particularmente não sou contra a mão de obra estrangeira, principalmente aquela que contribui, e compartilha conhecimento. Mas sou contra em empurrarmos para frente o problema de formação com qualidade no país, seja ela superior, técnica ou de base.</p>
<p>É pífio o investimento em inovação no país. O Brasil investe 1,16% do PIB em inovação, enquanto a média mundial é de 2,3% segundo a OCDE. Durante anos nossa base de comércio internacional é de commodities. Somos reféns disso, não exportamos tecnologia, não temos economia criativa, e ainda perdemos cérebros. O Brasil sofrerá o problema de nacionalização de mão de obra no futuro. Hoje temos 6,4 milhões de alunos matriculados no ensino superior, e já formamos mais de 15 milhões nos últimos 10 anos, temos indicadores de crescimento de desemprego, somado à inflação e queda da balança comercial, assim a equação educação x mão de obra qualificada tem algum desvio?</p>
<p>Com tantas “bolsas”, de todos os gêneros, investidos e ofertados para milhões de brasileiros, que para muitos o grande afã da distribuição de renda no Brasil, o governo brasileiro deveria ter um plano efetivo de exigência e controle de qualidade na educação com estes milhares de brasileiros. Pois educação e formação são responsabilidades de todos nós.</p>
<p>75% dos alunos matriculados no ensino superior, estão em universidades privadas. Seja por meios financeiros próprios, ou financiamentos governamentais, o brasileiro que busca uma formação superior, efetivamente busca uma posição no mercado. Não consigo imaginar, que tanto investimento no ensino não consiga formar quadros para atender a necessidade efetiva do país.</p>
<p>Quando o Brasil estava em fases iniciais de crescimento e desenvolvimento, muitos brasileiros que foram tentar a vida no exterior, literalmente foram “atropelados e desrespeitados”, e hoje nós somos a solução para a crise européia, ou a desgraça “cubana”?</p>
<p>Pode importar mão de obra, mas tenho certeza e aposto, que isso não trará solução. O Brasil deve concentrar esforços em aprimorar sua educação, seus projetos pedagógicos, investir em escolas de engenharia, ampliar as escolas de medicina pelos seus rincões. Investir em inovação, desenvolver a economia criativa, apoio micro empresários na qualificação de seus quadros, trazer os quadros brasileiros que foram estudar no exterior, desenvolver estágios para estudantes nas regiões mais necessitadas (lembrem o caso Rondon). Não simplesmente importar. Importar é postergar o que realmente pode ser solução para demanda. E um aparte final, é bem provável que médicos cubanos que sofram do impacto da ditadura dos irmãos Castros, quando chegarem na Amazônia para servir, os mesmos fujam para o sudeste buscar melhores condições de vida, mesmo que para isso deixem a medicina de lado. Pois em Cuba um médico vive com menos de US$ 50,00 por mês. A tentação do capitalismo mudará a opinião do mesmo.</p>
<p>Educação e Inovação resolverão as demandas do Brasil!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ohio State University no Brasil, e o Brasil em Ohio</title>
		<link>http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/brasil-no-mundo/2013/05/14/ohio-state-university-no-brasil-e-o-brasil-em-ohio/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 18:16:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Pereira Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Universidades americanas no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[América Central]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>

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		<description><![CDATA[Iniciativas da Ohio State University para ajudar a demanda de mão de obra qualificada no Brasil. <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/brasil-no-mundo/2013/05/14/ohio-state-university-no-brasil-e-o-brasil-em-ohio/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o crescimento do mercado educacional brasileiro, e a grande demanda de mão de obra qualificada no país, muitos grupos educacionais, e universidades de referência estão observando e analisando o mercado brasileiro com mais sensibilidade. Depois da criação do maior grupo educacional do mundo, e brasileiro, Kroton / Anhanguera, o mundo está de olho no Brasil.</p>
<p>Hoje são 6,4 milhões de estudantes matriculados na graduação, e isso ainda é pífio pela demanda de mão de obra superior no país, principalmente quando falamos em termos de alta qualificação. Não é a toa que grandes empresas brasileiras como Vale, Embraer, Natura, vão buscar conhecimento e inovação no MIT em Boston, Estados Unidos. Assim, grandes universidades americanas e européias estão percebendo a necessidade. Recentemente a própria Columbia University, uma das melhores do mundo, instalou escritório no Rio de Janeiro, e mantém em sua escola de política internacional em Nova York, o BRIC LAB, que por sinal tem um brasileiro no comando, o diplomata Marcos Troyjo.</p>
<p>Mas recentemente, outra universidade de renome, e com grande experiência em pesquisa agrícola, e engenharias esteve no Brasil para ampliar sua participação, e principalmente estudar as novas demandas do mercado brasileiro. O reitor da Ohio State University, Dr. E. Gordon Gee, visitou o país com um agenda acadêmica intensa, e principalmente em ampliar a própria aproximação da universidade em território brasileiro. Suas expectativas, além de levar estudantes brasileiros para os Estados Unidos, é trazer o máximo de alunos e professores americanos para compreenderem o Brasil com maior intensidade.</p>
<p>O Reitor E. Gordon Gee, deu entrevista exclusiva para este blog sobre sua visita e percepção em relação ao Brasil.</p>
<p><strong>Brasil no Mundo</strong>: Com a grande demanda de mão de obra qualificada no Brasil, e com as iniciativas da Ohio State University no país, como a universidade aproveitará esta oportunidade? Quais são os focos de atuação da Ohio State University?</p>
<p><strong>E. Gordon Gee</strong>: Nos Estados Unidos também existe uma crescente necessidade de diplomados altamente qualificados nas áreas de ciência, engenharia, matemática e tecnologia. Estamos trabalhando duro para produzir mais graduados nessas áreas, bem como chegar até escolas de ensino médio em nossa região para que as pessoas mais jovens estejam interessados ​​nesses programas. Estamos estudando cuidadosamente as necessidades do Brasil para a mão de obra qualificada, e de formação, para entender que projetos podemos aplicar a partir de nosso trabalho nos Estados Unidos para o mercado brasileiro. É provável que as necessidades do Brasil sejam semelhantes, mas queremos explorar as questões com as universidades e empresas brasileiras para ver como podemos colaborar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Brasil no Mundo</strong>: Recentemente a Ohio State University veio ao Brasil para desenvolver uma aproximação com as universidades brasileiras, além de operar programas no país. Quais são os planos da Ohio State University para os próximos anos no Brasil?</p>
<p><strong>E. Gordon Gee</strong>: Recentemente visitei o Brasil como parte de uma viagem para me reunir com os nossos atuais parceiros educativos, conectar-se com ex-alunos, e aprender sobre os desafios e oportunidades no Brasil. O Brasil é um país maravilhoso! Na verdade, Ohio State University tem uma longa história com várias universidades brasileiras, incluindo ESALQ / USP, onde partilhamos quase uma parceria de 50 anos do programa agrícola. Estamos estudando a possibilidade de abrir um escritório Ohio State Global Gateway no Brasil (existem outros escritórios globais Gateway em Xangai e Mumbai). Nosso escritório Global Gateway seria uma espécie de embaixada da Ohio State University no Brasil, uma base a partir da qual podemos ampliar o nosso trabalho no país, através da construção de novas parcerias, fortalecer os laços existentes, e também o recrutamento de estudantes brasileiros para programas de extensão. Temos poucos estudantes brasileiros no Estado de Ohio, por isso temos espaço para muito mais! Nós gostaríamos de ter mais alunos brasileiros no Estado de Ohio. E também, nós gostaríamos de enviar mais alunos e professores da Ohio State University para passar um tempo acadêmico no Brasil.</p>
<p><strong>Brasil no Mundo</strong>: Quais são os grandes números sobre a Ohio State University?</p>
<p><strong>E. Gordon Gee</strong>: Nós somos o centro de ensino mais abrangente e de pesquisa universitária dos Estados Unidos, com 14 faculdades que oferecem 12.000 disciplinas, em 168 cursos com cerca de 50 mil alunos de graduação, e 14.000 alunos de pós-graduação, além de formação executiva e profissional. Dentro de cada faculdade, há um conjunto de cursos e ofertas acadêmicas para os alunos selecionados, por exemplo em nossa Faculdade de Engenharia, que oferece 14 programas independente do curso principal, que cobrem desde soldagem para aviação à altos estudos de engenharia.</p>
<p>Outro exemplo, da diversidade de ofertas de cursos dentro de uma faculdade é a nossa escola de nutrição e gastronomia, com os programas de recursos agrícolas e naturais, que oferecem quase duas dezenas de cursos distintos na produção agrícola e de agronegócios.</p>
<p>Embora sejamos uma grande universidade com oportunidades ilimitadas, nós nos esforçamos para manter turmas pequenas, e 73% das nossas turmas são de 50 alunos ou menos.</p>
<p>Além do ensino que fazemos todos os dias, também estamos orgulhosos de nossa dedicação aos programas de pesquisas de ponta, onde geramos mais de  US$ 828 milhões anualmente em descobertas em laboratórios e de campo.</p>
<p><strong>Brasil no Mundo</strong>: Quantos estudantes brasileiros estudam na Ohio State University? Em quais áreas? Como você avalia os estudantes brasileiros?</p>
<p><strong>E. Gordon Gee</strong>: Não temos tantos, como gostaríamos. Neste momento, temos oito alunos brasileiros, e estamos ansiosos para ter muitos mais. Não há realmente nenhum curso típico de estudo para os estudantes brasileiros aqui. Eles estão estudando uma ampla gama de assuntos, incluindo medicina veterinária, planejamento urbano e regional, ciência política e engenharia elétrica.</p>
<p>Os estudantes brasileiros que conheci na Ohio State University são dignos embaixadores do Brasil. Como os brasileiros que conheci na minha viagem, eles são alegres, tem um calor humano diferente e são muito envolventes, com um entusiasmo pela vida e uma sede de mais conhecimento. O seu país tem um futuro brilhante, e isso se reflete nos estudantes que vêm para o nosso campus.</p>
<p><strong>Brasil no Mundo</strong>: Por que o Brasil é importante para a Ohio State University? Qual é a visão de longo prazo da Ohio State University em relação ao Brasil?</p>
<p><strong>E. Gordon Gee</strong>: O Brasil tem sido importante para a Ohio State University por causa das parcerias de longa data que temos com ESALQ/USP, e outras universidades brasileiras em ciências agrárias, e até mesmo em outras áreas.</p>
<p>O Brasil teve um rápido crescimento econômico nos últimos anos, e tornou-se um grande exemplo para o resto do mundo, como uma sociedade democrática multi-racial e próspera. Com os ganhos econômicos, o Brasil tem percebido recentemente, a necessidade de oportunidades e parcerias para os jovens brasileiros. Esperamos que a Ohio State University se torne um lugar para que milhares de estudantes brasileiros chamem de casa. Juntos, tenho certeza de que resolveremos os complexos problemas globais.</p>
<div id="attachment_8452" class="wp-caption aligncenter" style="width: 198px"><a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/brasil-no-mundo/files/2013/05/E-Gordon-Gee-OSU.jpg"><img class="size-full wp-image-8452" src="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/brasil-no-mundo/files/2013/05/E-Gordon-Gee-OSU.jpg" alt="" width="188" height="264" /></a><p class="wp-caption-text">Reitor da Ohio State University - E. Gordon Gee Fonte: OSU</p></div>
<p><!--StartFragment--><span style="font-size: medium"><span style="font-family: Calibri, Verdana, Helvetica, Arial">Dr. E. Gordon Gee is president of The Ohio State University, a world-class public research institution and one of the nation’s most distinguished land-grant universities.  As chief executive officer, he oversees Ohio State&#8217;s six campuses, 63,000 students, and 42,000 faculty and staff. Gee is among the most highly experienced and respected leaders in higher education, having been named in 2009 by </span></span><span style="font-family: Calibri, Verdana, Helvetica, Arial"><span style="font-size: large"><em>Time</em></span><span style="font-size: medium"> magazine as one of the top 10 university presidents in the United States. Prior to his service at Ohio State, he led Vanderbilt University (2001-2007), Brown University (1998-2000), The Ohio State University (1990-97), the University of Colorado (1985-90), and West Virginia University (1981-85).</p>
<p><span style="color: #0000ff"><span style="text-decoration: underline"><a href="http://president.osu.edu/bio.html">http://president.osu.edu/bio.html</a></span></span></span></span> <!--EndFragment--></p>
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		<title>Santos F.C. – um código cultural e diplomático do Brasil no Mundo</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 00:41:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Pereira Ribeiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Empresas geram códigos culturais. E as empresas brasileiras geram? O Santos F.C. poderia ser um exemplo? <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/brasil-no-mundo/2013/05/14/santos-f-c-um-codigo-cultural-e-diplomatico-do-brasil-no-mundo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil tem diversas marcas geram aderências interessantes ao seu jeito de ser, o jeito brasileiro de ser. O país, nos últimos 10 anos vive um momento positivo de crescimento, claro que com algumas incertezas, e até mesmo pontos que possam dar uma “perda” de rumo. Mas ao mesmo tempo, as empresas brasileiras, que enfrentam tantas “barreiras internas”, desenvolvem iniciativas positivas no exterior. Buscam inovação e mercados, e as mesmas conseguem uma posição de “embaixadoras” da marca Brasil.</p>
<p>Se analisarmos alguns exemplos internacionais, dos Estados Unidos, da Europa e da própria Ásia, muitas companhias são praticamente representantes oficiais da política externa dos países, sem contar a criação de uma identidade própria da empresa e de seus produtos que representam efetivamente o lado cultural e social do país. Verdadeiros embaixadores, diplomatas do comércio internacional, e do próprio marketing internacional.</p>
<p>Eu considero como um “Código Cultural”, seguindo os ensinamentos do psicanalista e antropólogo cultural Clotaire Rapaille, CEO da consultoria Archetype Discoveries Worldwide, e autor do renomado livro “O Código Cultural” (Editora Campus), “as pessoas e as marcas geram impressões marcantes”, como um código cultural. Um código que marca efetivamente o comportamento, e a própria identidade dos seres humanos, das instituições, e quiça dos países. Esse código cultural, é a própria imagem inconsciente de como nós seres humanos percebemos o valor de uma marca, ou identidade.</p>
<p>Imagina o código cultural que Elvis Presley gerou nos anos 50-60, quando o mesmo foi servir o Exército Americano na Alemanha, ou quando as garrafas de Coca-Cola foram enviadas aos milhares de soldados americanos nos Fronts da Segunda Grande Guerra Mundial. Sem contar o Cadillac como ícone de automóvel / luxo / velocidade, ou a Ferrari como visão de liberdade e luxo, ou a Mercedes, como marca de segurança e qualidade, mas ao mesmo tempo todas com uma identidade de representação efetiva do país de origem. Elvis e Coca-Cola identidades da cultura americana, Ferrari código cultural italiano, Mercedes representação máxima da Alemanha, e para acrescentar, a luxuosa marca Louis Vuitton, como código da moda francesa. Elvis o Rei do Rock, e embaixador do “jeito americano de ser”.</p>
<p>Marcas, identidades e códigos que geram conexões e comportamentos de uma forma de viver.</p>
<p>O Brasil tem muitas marcas para tais conexões, principalmente atrelados aos códigos naturais, tais como samba (música), futebol (esporte) e carnaval (festa). Por natureza nosso código é a Alegria. Felicidade e calor humano são representações do povo brasileiro.</p>
<p>Com respeito à todas as marcas brasileiras, através do futebol criamos um código cultural forte de representação da identidade brasileira. E por quê não, como grande exemplo, o Santos Futebol Clube (F.C.) não ter esta representação. Time de longa história, são 101 anos, nascido no dia 14 de abril de 1912, na cidade de Santos, em São Paulo. O Santos F.C. está entre os times mais populares do Brasil, mas acredito que sua popularidade é maior ainda no mundo. Sua representação enquanto equipe, já conquistou uma identidade própria, diferente de todos os times mundiais. Independente de sua principal história, a chamada “Era Pelé”, o Santos F.C. é visto como o time jovem, alegre, garoto, moleque, no mais singelo significado da palavra. Representa um código cultural do brasileiro. E o mais interessante, sua identidade tem conexão com todo o Brasil. Os torcedores de outros times já foram diversas vezes assistir o Santos F.C. em conexão com suas equipes. Quem no passado não foi assistir Pelé, Robinho, Diego, Neymar Jr., entre outros pela arte de jogar futebol de forma alegre e jovial?</p>
<p>Sabe como se para uma guerra? A resposta, com outra guerra. Os grandes teóricos da guerra e da política já falavam, “a guerra é um instrumento da paz”. E o futebol? Uma guerra de 90 minutos, que termina em paz e alegria!</p>
<p>O Santos F.C., time alvinegro praiano, por uma definição popular, é o time mais “carinhoso” do Brasil, e quiça para muitas partes do mundo, a própria identidade do Brasil. Não é o time de maior torcida, mas com certeza é o time mais famoso do mundo.</p>
<p>A história do Santos F.C. é muito interessante. Dos primeiros goleadores, como o famoso Araken Patusca, ao grande “Rei mundial Pelé”, e ao “menino da Vila” senhor Neymar Jr.</p>
<p>Foi eleito pela Federação Internacional de Futebol com a Melhor Equipe de Futebol das Américas do Século XX. Ganhou dois campeonatos mundiais (62-63), tem o atleta do século, o Rei Pelé, conquistou vários títulos ao redor do mundo. Do Santos F.C. que saiu o primeiro jogador brasileiro para um time estrangeiro, o artilheiro Araken Patusca, filho do primeiro presidente do time, Sizimo Patuska. O time, na Era Pelé, passou pela África em 1969, e com a Guerra de Biafra, Benin, Nigéria, o time através de amistoso conseguiu parar uma Guerra. O único exemplo de time realizou tal façanha até hoje. O mesmo modelo do Santos F.C. foi exemplo para o Amistoso da Paz realizado em 2004, pela seleção Brasileira no Haiti.</p>
<p>Eu particularmente já tive uma experiência interessante com a marca do Santos F.C.. Em muitos lugares que visitei na África e na Ásia, quando falava do Brasil, muitos não conheciam o país, mas quando falava em Santos F.C., Pelé e Robinho, aí a coisa mudava de figura. Uma vez na China, em Ningbo, cidade irmã de Santos, fui abrir convênio de uma universidade de Santos com a Ningbo University, e a troca de presentes, ritual diplomático natural foi interessante, quando o Presidente da universidade viu que o presente dele era a camisa 10 do Santos F.C., praticamente a universidade era mim, tanto o êxtase do mesmo em ter a camisa do Santos F.C. e do Pelé.</p>
<p>Com tanta conexão, percepção de valor, por quê o governo brasileiro, enquanto estratégia de política externa não potencializa estas empresas e clubes que realmente mostram a identidade do Brasil? A lista ainda é pequena, mas é importante para mostrar o quanto o Brasil é jovem, alegre, tem garra, tem força. O Santos F.C. deve potencializar sua história enquanto estratégia de marketing. Deve enaltecer e buscar no exterior valores para decolar sua marca além, pois as bases já estão constituídas, como representação e código cultural do Brasil.</p>
<p>Teremos três grandes eventos esportivos. A marca Brasil está em evidência. O momento do esporte é único. E o nosso código cultural para os próximos anos? Precisamos de novos embaixadores.</p>
<p>Citei o exemplo do Santos F.C., mas defendo a participação e identidades de outras empresas brasileiras, como Natura, Vale, Petrobras, Embraer, Havaianas, entre outras, inclusive universidades, que possam demonstrar o estilo de um país, que além de desigualdades sociais, corrupção, e políticos desorientados para um projeto de país, as marcas e as empresas podem efetivamente formar um Projeto de Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Perdemos o rumo?</title>
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		<pubDate>Sat, 11 May 2013 00:20:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Pereira Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[O futuro do Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[Com tudo o que vem acontecendo no Brasil, será que o país perdeu o rumo? <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/brasil-no-mundo/2013/05/11/perdemos-o-rumo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje No meio empresarial é perceptível e, mais intenso que exista um alto grau de desconfiança e preocupação com o rumo do Brasil. A volta da inflação, a carga tributária galopante e a estrutura fiscal destruidora dos modelos de gestão, o ambiente altamente burocrático, o endividamento contínuo da máquina pública (considerando crise internacional, o momento seria de redução de custos), e somado a tudo isso, uma crise institucional do governo, principalmente em perder inclusive força na base, o atual momento na visão de empresários, executivos, investidores (nacionais e internacionais), acadêmicos, e de uma forma geral, a própria sociedade é de risco, e principalmente em estarmos em um momento de descontinuidade do crescimento, com altos riscos institucionais.</p>
<p>Somado a tudo isso, podemos avaliar o impacto de imagem que o Brasil sofre com a violência, a falta de infra estrutura, o gargalo logístico, a queda vertiginosa na balança comercial, o alto índice de corrupção, os atentados políticos contra instituições da sustentação da democracia (veja o caso STF e Ministério Público), assim o rumo do Brasil está em “frangalhos”. Sempre fui muito confiante no país, mas quando analisamos as visões do empresariado, de investidores nacionais e internacionais, de políticos sérios, e das dificuldades que a sociedade vêm enfrentando, eu como brasileiro literalmente me preocupo demais.</p>
<p>De todas as agendas, gostaria de falar de uma que demonstra uma perda de rumo, a inovação. A cadeia da inovação sempre está atrelada ao processo educacional e de geração de conhecimento, ou melhor de uma economia voltada para o conhecimento. O Brasil tem boas referências empresariais, e até mesmo públicas, mas quando falamos em educação o mesmo perde o rumo de forma trágica, inclusive com os últimos dados do Fórum Econômico Mundial, o Brasil está nas piores posições na questão educacional, uma literal incongruência, quando falamos da sua economia, e até mesmo considerando que o país hoje tem o maior grupo educacional do mundo (considerando seu valor patrimonial).</p>
<p>E a incongruência continua, pois o Brasil tem uma das maiores demandas por profissionais altamente capacitados, mas é obrigado a “importar” essa mão de obra, e literalmente estamos vivendo uma nova invasão de imigrantes – expatriados, principalmente da Europa (Portugal, Espanha e Itália). Literalmente estamos formando, mas não efetivamente como o mercado necessita. Mas o mercado não perde tempo. As empresas brasileiras que efetivamente desenvolveram inovação, buscam nas grandes universidades americanas, conhecimento, pesquisas e pessoal para atender esta demanda.</p>
<p>Um exemplo é o caso de empresas como Natura, Vale, Embraer entre outras, que vão buscar nos Estados Unidos, e principalmente no MIT (Massachusetts Institute of Tecnology) conhecimento avançado para o desenvolvimento do futuro, e em conseqüência, a estratégia da cadeia de inovação. Um aparte, lembro que no próprio MIT, acontece todos os anos o Latin Conference, onde empresas brasileiras trocam experiências e conhecimentos com acadêmicos para o desenvolvimento da América Latina, inclusive eu que vos escrevo já ministrei palestra no evento, e pude perceber o alto nível de estratégia e inovação presente nas discussões.</p>
<p>Não sou contra em buscar o conhecimento fora, inclusive acredito que isso deva ser contínuo, mas os caminhos que o país escolhe no momento não demonstram que o processo de educação e inovação trarão no futuro uma vantagem competitiva. Nesse ponto tenho medo da frase do economista John Maynard Keynes, “a longo prazo todos estaremos mortos”.</p>
<p>Mas avaliando alguns dados, o Brasil ainda “patinha” no tema, e não falamos efetivamente falta de recursos por parte do governo, mas sim falta de políticas claras de inovação, da burocracia que emperra o desenvolvimento, e por seqüência o enfraquecimento da indústria. O processo de inovação perde muita força, pois para se investir e desenvolver, muitos analisam a perspectiva do “custo Brasil”, o país é caro, e não necessariamente estamos falando só dos aspectos monetários / financeiros.</p>
<p>Segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e também dados do Ministério da Ciência e Tecnologia, o Brasil hoje investe 1,16% do PIB em inovação, enquanto a média segundo a OCDE é de 2,4% do PIB, e para se ter outros exemplos, os Estados Unidos investem 2,9% do PIB, Dinamarca 3,06%, Finlândia 3,87%, Israel 4,4%, Coréia do Sul 3,74%, França 2,26% e Alemanha 2,82%.</p>
<p>Para muitos empresários e empreendedores de médio e pequeno porte, a burocracia governamental atrapalha o desenvolvimento da cadeia de inovação, pois para tudo os mesmos precisam oferecer garantias. E neste ponto, se considerarmos “start up”, nunca existirão garantias. E as grandes empresas que estão afetadas pela cadeia tributária, pelos custos e pela burocracia, perde em iniciativas e investimentos para o mesmo processo.</p>
<p>Na base teórica, a cadeia da inovação tem um fator preponderante, a produtividade. Com inovação somos mais inteligentes, fazemos e entregamos melhor. Somos mais competitivos, e temos um melhor posicionamento. Quando o Brasil não desenvolve este processo, a sua marca “BRASIL” fica atrelada ao componente básico da economia, os commodities. Exemplo é a redução drástica das exportações, principalmente no quesito de produtos de valor agregado. Estamos importando muito. É uma falácia quando noticias abordam os navios esperando na entrada da baía de Santos. Na verdade, boa parte dos navios que aguardam no Porto, já descarregaram produtos importados, e aguardam para levar mercadorias e não voltarem sozinhos. Somado a este “custo de espera”, o famoso “Custo Brasil do Porto de Santos”.</p>
<p>Mas percebemos iniciativas importantes. Inclusive este ano no XXV Fórum Nacional, que acontecerá no BNDES, um dos temas centrais será sobre a Economia do Conhecimento. É o rumo para a construção de uma cadeia efetiva de inovação, esperamos que o Fórum não fique no debate teórico. Quando falamos em economia do conhecimento, a abordagem é o capital intelectual, mas nesse ponto, o Brasil está bem distante da média mundial. Considerando dados da OCDE, do Banco Mundial, do próprio BNDES, e segundo os consultores Claudio Frischtak, Katharina Davies e Victor Chateaubriand, ambos da Inter B Consultoria em referência do artigo produzido sobre Inovação sem fronteira: a economia do conhecimento, publicado no Jornal Valor, a média mundial produz 31,24 patentes e 226,81 publicações internacionais de relevância, enquanto o Brasil está no indicador 2,18 em patentes e 134,48 em publicações. Em análise da própria consultoria, existe uma grande distância das universidades em relação às empresas. Essa distância significa, integração entre pesquisa e prática produtiva, ou pesquisa aplicada, e integração do próprio corpo discente em projetos estratégicos, levar a teoria da sala de aula para a prática empresarial.</p>
<p>A perda é violenta, pois o Brasil, enquanto potência mundial, parece se mostrar somente um mercado consumista, e não um país com um “projeto estratégico”, com uma perspectiva efetiva de crescimento sustentável. No futuro poderemos ter um alto custo com esta falta de projeto de país. Outro ponto importante, com tantos gargalos, por quê insistimos em investir pesadamente em países que mais nos maltratam? Por exemplo Venezuela, Bolívia e Cuba. São custos inerentes do passado recente?</p>
<p>Se o Governo Federal, e a própria população concentrassem esforços em educação, com certeza o processo estaria melhor. A educação é a solução para o combate à violência, para suprir a falta de mão de obra, para desenvolver uma cadeia de inovação efetiva, para resolver problemas sociais, para nos tornarmos mais competitivos, para sermos mais fortes no BRICS, para termos indústrias de peso e competitivas, e principalmente para mostrar que o Brasil é o país da alegria, e não da violência e da falta de educação.</p>
<p>Educação combate corrupção. Educação transforma jovens em seres humanos produtores e transformadores da sociedade. Educação gera inovação. Educação e conhecimento geram empresas mais competitivas. Um dia conversando com um grande especialista em estratégia empresarial, Fernando Luzio, CEO da Luzio Strategy Consulting, o mesmo afirmou “investimos muito em educação e conhecimento, e nossos frutos sempre são em curto prazo”. Educação é resultado no curto prazo, e a falta de educação é atraso em longo prazo. Como podemos aceitar três grandes eventos esportivos internacionais no Brasil, e os mesmos não deixarão legado algum? Sem contar, as suspeitas de corrupção.</p>
<p>Educação gera ética!</p>
<p>Educação combate a pobreza. Educação equilibra a sociedade. Educação controla a natalidade desenfreada. Educação salva.</p>
<p>Mas devemos pensar na educação estruturada, e considerando o peso econômico do Brasil no mundo, a mesma deve produzir inovação. Não podemos perder o rumo, principalmente neste quesito. Mas infelizmente com os últimos acontecimentos, espero que “a esperança não seja a última que morra”.</p>
<p>Se o Brasil fizesse pelo menos um 1/3 do que fez Índia e a Coréia do Sul com a educação, e se muitas famílias brasileiras também cobrassem mais de seus filhos com o rigor da educação, acredito que teríamos um Brasil mais competitivo, mais seguro e com uma alegria que confirma que Deus é brasileiro, em fevereiro tem carnaval e futebol sempre será a alegria do povo!</p>
<p>Governantes, deixem um legado. Reduzam os gastos públicos, invistam em educação, tenham um projeto de governo efetivo para um projeto de país, revejam a carga tributária e a estrutura fiscal, e pensem o Brasil enquanto mundo e potência, por quê senão, o Brasil será engolido pelo mundo.</p>
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		<title>B de Brasil, B de BRICS, B de OMC</title>
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		<pubDate>Tue, 07 May 2013 22:05:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Pereira Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasileiro no comando da OMC]]></category>
		<category><![CDATA[10 notícias de negócios e economia]]></category>
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		<description><![CDATA[Brasileiro é novo comandante da Organização Mundial do Comércio - OMC <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/brasil-no-mundo/2013/05/07/b-de-brasil-b-de-brics-b-de-omc/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E o Brasil conquistou uma grande vitória no dia de hoje. O embaixador brasileiro Roberto Azevêdo, 55 anos, comandará como diretor geral a Organização Mundial do Comércio (OMC). Um sonho conquistado pela diplomacia brasileira, e o mesmo sonho que coloca o Brasil agora em uma posição altamente estratégica, inclusive para mostrar sua liderança efetiva, e buscar forças para a diplomacia nacional na liderança global. É uma grande conquista na balança de poder, e coloca o Brasil como chancela efetiva de importância mundial. Os desafios são grandes, principalmente em consolidar o crescimento brasileiro no sistema internacional, além gerar um peso estratégico da imagem do Brasil na política internacional.</p>
<p>A OMC é uma entidade herdada do sistema Bretton Woods, e pela primeira vez o Brasil comandará efetivamente um posto altamente estratégico, tanto para diplomacia brasileira, como de forma direta para o governo federal.</p>
<p>A nomeação do embaixador Azevêdo corrobora, que o sistema internacional já tem um peso e confiança maior depositados no Brasil, e também confere ao embaixador um respeito e reconhecimento, inclusive pelos trabalhos já desenvolvidos na OMC desde 2008.</p>
<p>Os desafios de liberação do mercado mundial, a revisão de tributações, o respeitos pelos contratos internacionais, são alguns dos grandes desafios da OMC, e por seguinte do próprio diretor geral. A grande preocupação é que o embaixador tenha força para evitar retrocessos no comércio global, segundo sua própria afirmação.</p>
<p>O momento do Brasil é oportuno, e ao mesmo tempo em posição de xeque, pois muitos problemas estruturais e sociais, ainda geram dúvidas do sistema mundial em relação ao Brasil, inclusive no crescimento do país nos próximos anos. Outro ponto importante, como será a relação do comando da OMC, com o BRICS (bloco Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul)? Considerando que dois países do bloco ainda têm agendas pesadas com o órgão.</p>
<p>De qualquer forma, a escolha do embaixador Roberto Azevêdo é uma vitória para o Brasil, e demonstra que a liderança de um órgão de suma importância na economia mundial, e principalmente no momento econômico que vivemos (crise européia), gera para o país o grande desafio de mostrar que realmente somos importantes, e temos responsabilidades na construção de novas relações comerciais efetivas, além de criarmos uma nova geração do processo de globalização.</p>
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		<title>Segurança brasileira é debatida nos Estados Unidos</title>
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		<pubDate>Tue, 07 May 2013 00:45:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Pereira Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Igor Pipolo]]></category>
		<category><![CDATA[11 de setembro]]></category>
		<category><![CDATA[Al Qaeda]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança pública]]></category>

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		<description><![CDATA[Especialista brasileiro, Igor Pipolo ministra palestras sobre segurança de grandes eventos em Nova Jersey e Nova York, em um momento crítico para a segurança internacional. <a href="http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/brasil-no-mundo/2013/05/07/seguranca-brasileira-e-debatida-nos-estados-unidos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>11 de setembro de 2001 e o atentado de Boston, não chegam nem perto das tragédias diárias que nós brasileiros sofremos continuamente na terra do povo mais alegre do mundo, que em fevereiro tem carnaval, Deus é tido como brasileiro e tudo sempre é uma enorme festa.</p>
<p>Mas os americanos, com suas tragédias, e as mesmas que cometem com o mundo, querem discutir, e perceber o que está acontecendo com o Brasil. Neste mês, dois grandes eventos internacionais acontecem em território americano, que discutem sobre a pauta de segurança empresarial, e integrada com a segurança pública e internacional. E no quesito, segurança no Brasil, o tema é sobre a segurança de grandes eventos, e para estes simpósios o brasileiro Igor Pipolo foi escolhido pela sua vasta experiência com grandes eventos, e atividades com grandes empresas brasileiras.</p>
<p>No dia 01 de maio, aconteceu a conferência internacional dos diretores e líderes de segurança das cidades e Estados americanos, o especialista brasileiro abordou os temas referente aos problemas de segurança no Brasil, os últimos eventos, e principalmente os próximos eventos esportivos que acontecerão no país. O evento aconteceu no Bergen County Law &amp; Public Safety Institute em Mahwah, New Jersey.</p>
<p>Já no dia 09, em Nova York, o especialista brasileiro irá ministrar palestra sobre o tema de segurança em grandes eventos no maior simpósio americano da sociedade americana de segurança, onde os temas de terrorismo e utilização de grandes eventos como foco e objetivos serão tratados como prioridades. A palestra do brasileiro tem um enfoque especial considerando os próximos eventos no Brasil, e para muitas agências de inteligências e governos, o Brasil tem um contínuo conjunto de erros e riscos. Para muitos a segurança pública brasileira favorece o desenvolvimento de atividades terroristas, e de grupos criminosos internacionais que podem utilizar os próximos eventos como chamariz de um movimento de terror mundial.</p>
<p>O mundo está preocupado demais conosco, será que nós estamos da mesma forma?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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