“The man who knew too much” (O homem que sabia demais), de 1956, estrelado por James Stewart e Doris Day, foi um marco no cinema de suspense.
O gênero eu não sei qual poderia ser, mas não estará na hora de algum cineasta brasileiro produzir “O homem que sabia de menos” ?
Deixo a sugestão. Estou certo de que poderia ser um empolgante contraponto tropical ao clássico de Alfred Hitchcock.




















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FRANCISCO CANINDÉ DE FREITAS
Prezado Bolivar No primeiro filme Lula só não pois em prática seu plano de ser Super-herói porque essa profissão necessariamente o herói tem que ter si...
FRANCISCO CANINDÉ DE FREITAS
Prezado Bolivar
No primeiro filme
Lula só não pois em prática seu plano de ser Super-herói porque essa profissão necessariamente o herói tem que ter sigilo da identidade? Batman, Fantasma e Zorro provam isso. Tarzan seria a solução, mas, seria contraproducente ao ego que exige platéia. A selva e chita é um universo muito pequeno para quem sonha em levar amigos ditadores para dentro da ONU
FRANCISCO CANINDÉ DE FREITAS
Prezado Bolivar No primeiro filme Lula só não pois em prática seu plano de ser Super-herói porque essa profissão necessariamente o herói tem que ter sig...
FRANCISCO CANINDÉ DE FREITAS
Prezado Bolivar
No primeiro filme Lula só não pois em prática seu plano de ser Super-herói porque essa profissão necessariamente o herói tem que ter sigilo da identidade? Batman, Fantasma e Zorro provam isso. Tarzan seria a solução, mas, seria contraproducente ao ego que exige platéia. A selva e chita é um universo muito pequeno para quem sonha em levar amigos ditadores para dentro da ONU. Não sei se ele aceitaria ser Macunaima.
Marcelo Augusto S Pimentel
Caro Bolivar: sugiro um título mais adequado, e seria "O Homí que sabia de menas". Óleo e água não se misturam... Lula e cultura idem. Sugiro ainda que voc...
Marcelo Augusto S Pimentel
Caro Bolivar: sugiro um título mais adequado, e seria “O Homí que sabia de menas”. Óleo e água não se misturam… Lula e cultura idem. Sugiro ainda que você seja um dos atores coadjuvantes, o “Bolívar brasileiro”, amigo de Lula e Chavez, sendo inclusive feita uma investigação espírita e genética no filme, onde Chavez (claro, apoiado pelo Mula) sustenta seu parentesco com Simon Bolivar – ou mesmo ser você a reencarnação do citado defunto. Mas, súbito, uma luz interior suprema o inspira e indignado
com tanta mentira e o teatro montados ao seu redor para alavancar Chavez e Lula, nosso Bolivar denuncia a farsa e os farsantes e os dois picaretas são destituídos do poder pelo povo… Para!!!! Este final é impossível!!!
Temos Copa do Mundo, Olimpíadas, bananas (YES!), bolsa família e o melhor presidente de toda história do Brasil (que aliás, era uma ilha de podridão até ser colonizada pelo PT e Lula em 2002, tornando-se uma grande nação após tal data). No fim, Bolivar brazuca, matam você na periferia de Campinas… sim, ser honesto em nosso país é como pedir pena de morte! Na saída do cinema, 80% apoiaram seu assassinato e 20% de imbecis enxergaram a lama em que vivemos há 8 anos. Mas, com 4 contra 1, só em filme americano para sair vivo