Além da língua materna (nosso primeiro idioma), os executivos – dentre eles, os advogados corporativos – devem conhecer o inglês (quando a língua materna não é o próprio inglês, obviamente), o que, no mundo corporativo atual, corresponderia ao segundo idioma. A língua inglesa hoje é quase uma obrigatoriedade (em várias situações, uma obrigatoriedade real). Portanto, a poucos é dado o direito de não conhecê-la, minimamente que seja. Um terceiro idioma (talvez não exatamente o espanhol, em razão da certa similaridade com o nosso português) é diferencial bastante útil e importante, exatamente em razão de o idioma inglês ser bastante difundido e usual. E muitos profissionais já passaram a estudar um terceiro idioma, uma prática bastante salutar que abre portas e oportunidades de crescimento pessoal e profissional.
Chegou a hora de se aprender uma quarta língua (calma, não estou falando do mandarim, ainda).






Marcelo José Ferraz Ferreira