Esta semana aconteceu em São Paulo o Fórum da ABA, Associação Brasileira de Anunciantes, Estratégias para as marcas no Universo do Esporte.
No seminário foi divulgada uma pesquisa feita pelo GfK Group, uma das maiores empresas de pesquisa do mundo, dizendo que 48% das pessoas não associam NENHUMA marca à Copa do Mundo e que 64% das pessoas não associam NENHUMA marca aos Jogos Olímpicos. Considerando serem, respectivamente, a primeira e a segunda competições esportivas mais assistidas em todo o mundo, os números são consideráveis.
A resposta a esses dados foi unânime por parte dos palestrantes: não é possível buscar apenas visibilidade para a marca com estes patrocínios (e qualquer outro patrocínio esportivo). Não importa se será 1, 2 ou mais dólares investidos em ativação para cada dólar investido no patrocinio, as marcas precisam ir muito além da placa de campo e do uniforme de treino dos atletas para potencializar as suas propriedades e capitalizar para o seu equity.
Ainda mais nesta década, que depois da primeira transmissão ao vivo, da primeira transmissão a cores, da primeira transmissão pela Web, da primeira transmissão em HD, 3D etc teremos a primeira transmissão social da Copa e Olimpíadas, onde todo mundo vai produzir e buscar conteúdo nas redes sociais ignorando completamente os direitos de transmissão.
Colaborando com este marco, de acordo com o SocialGuide, a transmissão de eventos esportivos é o que mais gera burburinho nas redes sociais com 44% das “conversas” relacionadas a programas de TV.
Obs: a foto que ilustra este post foi tirada do Flickr da BBC para lembrar que o “assunto”da olimpíada de 2008 em Pequim foi muito bem trabalhado e associado à marca Puma.




























Gustavo Fortes é sócio-fundador da Espalhe Marketing de Guerrilha e escreve sobre a arte de fazer as pessoas falarem sobre as marcas.
Roberta Paixão é sócia-fundadora da Espalhe Marketing de Guerrilha e conta como se expande as histórias de guerrilha na imprensa.
Cleber Martins é sócio-fundador da Espalhe Marketing de Guerrilha e escreve sobre as artimanhas de transformar ideias guerrilheiras em realidade.
Wagner Martins é sócio da Espalhe Marketing de Guerrilha e conta como se chega a uma ideia que cola.
Patricia Albuquerque é sócia da Espalhe Marketing de Guerrilha e mostra como uma marca pode chegar a milhões de seguidores nas redes sociais.
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