Aguarde...
QranioStartup Qranio usa testes e prêmios para ensinar
Tendências 8 ideias de negócios para quem quer abrir uma startup
Pitch10 frases proibidas na hora de apresentar sua startup
IncentivosPrograma Start-Up Brasil libera edital para startups
Startups 15 fundos de investimento de olho nas startups brasileiras
EasyaulaJovens criam startup para compartilhar conhecimento
CelularesClube Pitzi recebe aporte para acelerar expansão
SocialBaseCom R$ 15 mil, empreendedores criam rede social corporativa
ApoioGoverno vai selecionar 100 empresas para Start-Up Brasil
EducaçãoBel Pesce volta ao Brasil com aulas de empreendedorismo
e.ventures foi um dos investidores no IPO do Groupon, em 2011: empresa quer investir em startups de tecnologia no Brasil
São Paulo - Os fundos americanos Redpoint Ventures e e.ventures (conhecido anteriormente como BV Capital e um dos investidores no IPO do Groupon, em 2011) vão levantar 130 milhões de dólares para startups de tecnologia e internet no Brasil, diz o periódico britânico Financial Times. De acordo com o jornal, este não é apenas o "maior fundo" para as empresas do setor no país, mas também o primeiro investimento direto do Vale do Silício, atento ao crescimento do mercado brasileiro de consumo online.
Outro fundo dos Estados Unidos também manifestou interesse pelo Brasil, segundo o Financial Times. A Sequoia Capital, uma das maiores empresas de capital de risco, está para abrir um escritório brasileiro, disse uma pessoa familiar ao negócio, de acordo com o jornal. A companhia se recusou a comentar o caso.
Para o Financial Times, o interesse dos americanos em investir na China e no Brasil mostra uma "evolução do mercado". O jornal também cita que o aumento da classe média brasileira e o acesso à internet no país tornam o mercado atraente. Segundo Jeff Brody, sócio da Redpoint, em depoimento ao jornal, há muito envolvimento do Brasil com redes sociais, mas relativamente poucos sites em português.
No começo de 2012, a Redpoint e a e.ventures manifestaram interesse em investir em conjunto no Brasil. O plano das companhias era criar uma joint-venture para atuar no local. Para a publicação, a cena "rudimentar" das startups brasileiras no país, no entanto, não atrai investidores "famintos".
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados