Aguarde...
Gestão de pessoasOnde encontrar profissionais para sua empresa?
InovaçãoEmpresário fatura com “bactérias do bem”
Santa CatarinaCompetição de startups divulga lista de classificadas
AcessóriosJovens empreendedores faturam com capas para iPhone e iPad
AporteRepública Gourmet recebe investimento da RBS
InvestimentoApp MyEyes recebe aporte de R$ 10 milhões
CagedMicro e pequenas geram mais de 70% dos empregos
Negócios DigitaisComo ganhar dinheiro com as redes sociais?
ArtesanatoConfeccionar bonecas muda vida de ex-doméstica
CréditoConvênio disponibiliza R$ 10 mi para pequenos do varejo
São Paulo – De um quarto do seu apartamento, em Campinas, a empreendedora Elaine Cristina Barbosa Alves comanda 40 funcionários. Oito telefones, computador e impressora são os itens básicos de trabalho da franqueada da rede Home Angels, que presta serviços de cuidados a idosos e doentes. “Eu sou enfermeira e achei que a franquia era uma boa ideia porque eu não precisava de um escritório”, conta Elaine.
Assim como ela, cada vez mais gente busca o modelo de franquia em casa, ou home-based, para virar dono do próprio negócio. O formato ficou popular com o crescimento das microfranquias, negócios que exigem investimento de até 50 mil reais e não obrigam a contratar um ponto comercial.
“Isso é um movimento de mercado recente. O franchising no Brasil sempre acreditou no modelo tradicional, de loja em shopping center. Mas, em outros países, sempre teve esse formato em casa”, explica Marco Imperador, sócio-diretor do grupo Zaiom, especializado neste tipo de negócio.
O home-based é um negócio para quem quer trabalhar. Em geral, são pessoas com atividade profissional liberal que percebem que é difícil vender como pessoa física. “Este modelo serve como porta de entrada para o sistema de franquias. Quem colocar gente para trabalhar fatura mais e depois acaba indo para um lugar maior para tirar do lar a interferência”, conta o executivo.
No grupo Zaiom, são seis tipos de negócios neste formato, como reforço escolar, depilação e cuidados para idosos. Cada um custa a partir de 20 mil reais e pode faturar até 40 mil reais por mês, com retorno médio de 20% a 30% e payback de seis meses. Um franqueado mais profissional, como Elaine, pode ter faturamento de até 70 mil reais.
Com poucos custos operacionais, o negócio em casa exige uma estrutura mínima. Computador, conexão com internet banda larga, impressora, telefone que não seja o mesmo da residência e, sempre que possível, uma porta. “Precisa separar a rotina do lar da rotina do escritório, por isso, tenha horário de trabalho definido e mantenha a porta do ambiente fechada para evitar interferências”, ensina Imperador.
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação