Aguarde...
Gestão de pessoasOnde encontrar profissionais para sua empresa?
InovaçãoEmpresário fatura com “bactérias do bem”
Santa CatarinaCompetição de startups divulga lista de classificadas
AcessóriosJovens empreendedores faturam com capas para iPhone e iPad
AporteRepública Gourmet recebe investimento da RBS
InvestimentoApp MyEyes recebe aporte de R$ 10 milhões
CagedMicro e pequenas geram mais de 70% dos empregos
Negócios DigitaisComo ganhar dinheiro com as redes sociais?
ArtesanatoConfeccionar bonecas muda vida de ex-doméstica
CréditoConvênio disponibiliza R$ 10 mi para pequenos do varejo
São Paulo - Esqueça Val Marchiori, Brunete Fraccaroli, Narcisa Tamborindeguy, Débora Rodrigues e Lydia Sayeg. As mulheres ricas desta reportagem só não matam de inveja as protagonistas do desvairado reality show da Band porque trabalham, e muito. Fazem business pesado.
Picida Fiuza, Bebel e Tereza Tinoco, Rita Bomfim, Juana Ferreira e Michelle Jamur são clientes vips das feiras de moda carioca, o Fashion Rio e Senac Rio Fashion Business, que movimentaram a cena carioca esta semana. São empresárias que investem em média R$ 2 milhões anuais para abastecer suas lojas multimarcas espalhadas pelo país.
Elas fazem parte de um grupo seleto. A organização do SRFB lista cerca de mil empresárias, que ganham passagem aérea, transfer e hospedagem na cidade para visitar seus expositores. A FR oferece os mesmos benefícios para cerca de cem lojistas. O investimento se justifica.
Na edição de verão passada, o SRFB fechou R$ 750 milhões em vendas nos cinco dias de seu salão de negócios. Já a plataforma do FR gerou R$ 743 milhões, um aumento de cerca de 20% em relação à edição de verão 2010. Uma vez na cidade, elas aproveitam para checar os dois salões, sem crise de consciência ou de fidelidade. E, também, é óbvio, para fazer umas comprinhas, porque ninguém é de ferro.
A fórmula para o sucesso entre essas empresárias está na pesquisa constante (o que exige viagens ao exterior e às feiras de moda do calendário nacional) e investimento em gestão para desenvolver os negócios, capacitando funcionários. E ainda em investimentos em tecnologia e novas plataformas de comunicação. E o mais importante, estreitar o relacionamento com clientes.
A brasileira, dizem em coro, gosta de ser bajulada. Cappuccino, espumante, petit fours, cup cakes, entrega feita por motorista em casa, serviços de costureiras 24 horas são alguns dos mimos oferecidos por dez em cada dez multimarcas.
Em Tatuí, uma serva de Deus que adora Lanvin
A empresária Picida Fiuza
A empresária Picida Fiuza, dona da multimarca que leva seu nome, dedica-se a satisfazer os desejos terrenos das loucas por grifes de Tatuí, a 140 quilômetros de São Paulo. Agora, planeja conquistar o reino dos céus.
"Estudo a Bíblia há 20 anos como Testemunha de Jeová”, conta. “Vou me batizar e fazer o serviço de campo em no máximo um ano", planeja.
Se o Diabo veste Prada, a serva de Deus elege Lanvin como estilista icônico. E acrescenta ao look acessórios Balenciaga, Louis Vuitton e Chanel, a preferida.
Picida não aparenta seus 54 anos. Formada em Artes Industriais e Educação Artística, com 1,68m, 60Kg, morena, ela se casou aos 20 anos com o médico Celso. Foi ele que bancou o que achava ser uma extravagância da mulher, apaixonada por moda desde criancinha. Um sonho que se mostrou lucrativo.
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação
Jose
ATE NA ITALIA DOS MAFIOSOS O FISCO ESTA DANDO BATIDAS EM CORTINA D'AMPEZZO. AQUI, PRINCIPALMENTE EM BRASILIA...
16.01.2012 | Ler comentário completo |