De olho no Brasil

São Paulo - As startups estão mudado o fluxo de relação entre investidores e empresas no Brasil. Quando antes o que se via eram empresários brasileiros em busca de investidores estrangeiros, hoje ocorre justamente o inverso: grandes fundos de investimentos buscam oportunidades por aqui.

O dinheiro costuma vir em várias rodadas. As empresas beneficiadas podem estar na fase de capital semente – quando as companhias mal se tornaram operacionais – ou em estágio inicial. Depois, podem receber nova série de investimentos, quando já provaram ter um modelo de negócios consistente e precisam crescer rapidamente.

Entre os fundos que investem no Brasil está o IG Expansión, com sede em Madrid, investe em empresas com foco em mercados emergentes. Atualmente, já são quatro empresas com capital inicial da holding no Brasil. Também com preferência por empreendedores da área de tecnologia, o fundo latino-americano Kaszek é liderado por Hernán Kazah e Nicolas Szekasy, ex-executivos do Mercado Livre.

Facebook e Groupon são algumas empresas que receberam investimentos do Accel, fundo criado em 1983. A empresa de venture capital do Vale do Silício Benchmark Capital começou a investir no país em 2010 e hoje já são 22 empresas investidas pelo fundo no Brasil.

A gigante Tiger Global opta por abordar as empresas pelas quais se interessa. São mais de 6 bilhões de dólares em ativos pelo mundo. No Brasil, entre os investimentos que já deram certo estão Peixe Urbano e Netshoes.

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