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São Paulo – Atrás de países como Alemanha e Estados Unidos, o Brasil não é o maior consumidor de cerveja do mundo. A produção da bebida, ainda dominada por grandes empresas, no entanto, começa a atrair empreendedores para microcervejarias, muitas com produção ainda artesanal.
Apesar dos reajustes de impostos nas bebidas – cervejas e refrigerantes sofreram um aumento médio de 15% em 2011 -, a produção de cerveja alcançou 13,3 bilhões de litros no ano passado – em 2010 foram 12,8 bilhões, um crescimento de 3,37%. Os dados são do Sistema de Controle de Produção de Bebidas (Sicobe) da Receita Federal.
Em expansão considerável desde 2005, as microcervejarias – pequenas indústrias com produção inferior a cinco milhões de litros por ano, que seguem receitas tradicionais – são uma nova tendência. Segundo a Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe), esse crescimento se deve à busca de novos sabores por um consumidor cada vez mais exigente e pelo aumento de renda da população. Dados da entidade mostram que as microcervejarias representam 0,5% do mercado cervejeiro nacional – correspondente a cerca de 66,5 milhões de litros no ano passado.
A expectativa, no entanto, é de crescimento acelerado. De acordo com a Abrabe, as microcervejarias devem alcançar 2% do mercado brasileiro de cerveja em 10 anos. Hoje, são 175 micro fábricas registradas no país, em especial no Sul e Sudeste. Veja a seguir as histórias e peculiaridades de sete microcervejarias espalhadas pelo país.
Quem são os empreendedores que faturam com bares em São Paulo
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Ingo Schwabe
Ótima matéria, meus parabéns,
16.01.2012 |
Lucia Pedrozo
Muito bom!
17.01.2012 |