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No início das atividades, em 1991, a produção era de acessórios civis e paramilitares. De lá pra cá, a empresa praticamente revolucionou sua atuação, primeiro ao incorporar a produção de acessórios de fitness e depois, em 2007, ao entrar no segmento de lutas. “Vamos lançar ainda mais produtos voltados ao MMA. A ideia é aproveitar essa onda”, destaca o presidente da Rudel, Mario Garcia.
As luvas de combate para box e MMA estão entre os produtos mais vendidos. A comercialização ocorre ou via atacado, por meio de representantes, ou pelo próprio site da empresa.
Após a incorporação da linha fight, a empresa apresenta um vertiginoso crescimento. Só no ano passado, quando o MMA começou a virar febre nacional, a Rudel lucrou 36,24% a mais do que em 2010. Parta esse ano a expectativa é de um crescimento também na casa dos 30%.
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