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São Paulo – Um esporte antes marginalizado que caiu no gosto popular e hoje reúne milhares de pessoas em volta de um octógono. As artes marciais mistas, conhecidas como MMA e popularizadas pelo Ultimate Fighting Championship (UFC), atingiram uma popularidade semelhante ao boxe, porém ganham no quesito sucessos. Enquanto a participação brasileira no boxe sempre foi tímida, o MMA conta com grandes nomes e muitos brasileiros no ringue.
O auge veio com a denominada “luta do século”, em fevereiro do ano passado, em que Anderson Silva nocauteou Vitor Belfort, em um confronto que durou apenas três minutos e 25 segundos. Desde então, a luta, um misto de diversas modalidades de artes marciais, começou a ganhar espaço nas televisões em noites de sábado, quando ocorrem os confrontos do UFC, bem como em academias, que atraem cada vez mais alunos.
A novidade é que, antes procurado por lutadores com alguma experiência em outras modalidades, o MMA hoje leva iniciantes, com nenhuma prática em artes marciais, às aulas específicas. Existe de tudo no mercado. Algumas academias se focam apenas em treinar atletas profissionais, mas há espaço para amadores, que podem aprender as técnicas sem ter nenhum contato físico. Por isso, em muitos lugares é possível encontrar até mulheres e adolescentes treinando MMA. A melhora no condicionamento físico, na resistência e no alongamento são atrativos, além da possibilidade de queimar até 1,5 mil calorias em uma hora e meia.
Há espaço, ainda, para produtores de materiais para esportes de impacto que garantiram um crescimento nas vendas após a popularização do esporte. Veja a seguir seis pequenas empresas que têm se beneficiado dessa nova onda esportiva.
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