Empresa em casa

S%26atilde;o Paulo %26ndash; As franquias home-based, que podem ser abertas em casa, j%26aacute; s%26atilde;o bem conhecidas no Estados Unidos e, aos poucos, v%26atilde;o ganhando o mercado brasileiro. %26ldquo;%26Eacute; uma forma de viabilizar um neg%26oacute;cio mais %26aacute;gil e segura%26rdquo;, opina Luiz Felizardo Barroso, advogado especialista em franquias.

As microfranquias, como s%26atilde;o chamadas, t%26ecirc;m valor de investimento mais baixo, poucos custos fixos e flexibilidade de hor%26aacute;rios. %26ldquo;Nosso p%26uacute;blico %26eacute; principalmente classe C que quer deixar o emprego e ser dono do pr%26oacute;prio neg%26oacute;cio%26rdquo;, explica Artur Hip%26oacute;lito, diretor-presidente do Grupo Zaiom, que det%26eacute;m sete marcas deste tipo de franquia.

Entre os cuidados que o neg%26oacute;cio exige est%26atilde;o um maior capital de giro at%26eacute; consolidar a carteira de clientes, uma divulga%26ccedil;%26atilde;o mais agressiva e muita disciplina para trabalhar em casa. %26ldquo;O fato de ser home-based n%26atilde;o significa que seja um neg%26oacute;cio informal%26rdquo;, alerta Batista Gigliotti, presidente da Fran Systems.

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