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Diletto | 27/06/2012 06:00

Empresário segue sonho do avô e fatura R$ 25 mi com picolés

Hoje, a Diletto fatura 25 milhões por ano e tem cerca de 2000 pontos de vendas

Lygia Haydée, de

2017 está logo aí

A parte de estruturação da empresa provou, também pelos números, que a marca é um sucesso. Hoje a Diletto fatura 25 milhões por ano, tem cerca de 2000 pontos de vendas – todos de propriedade dos sócios –, e conta com 12 sabores de picolé e quatro de copo. “Essa é, aliás, uma de nossas novidades. Recentemente lançamos o sorvete de 500 ml em uma embalagem biodegradável”, conta Scabin, que sempre está na fábrica dando pitacos de novos sabores a serem desenvolvidos.

As metas não param por aí. “Nós sempre atendemos demandas de eventos e agora vamos estar ainda mais presentes nesse mercado, já que se trata de um ramo potencialmente grande. Decidimos investir e criar um departamento exclusivo para atender a essa demanda e, por isso, vamos adotar uma postura mais ativa, buscando mais negócios e fechando parcerias com empresas e buffets de casamentos e aniversários, além de atuar com agências promocionais para feiras e eventos corporativos. Com isso, esperamos dobrar o número de eventos atendidos”, conta Meneghini.

Outro objetivo é crescer no varejo. “Ele vai nos ajudar a ter mais visibilidade, aumentar a experimentação e conhecimento, além de pulverizar a marca”, avalia Pinheiro. Para tanto, a Diletto tem um plano de negócios estabelecido até 2017. Nele, segundo Scabin, constam objetivos de supernacionalização da marca e, depois, de globalização. “Estamos trabalhando para atingir essa meta. Se seguirmos a lógica, conseguiremos, pois em 2011 já ultrapassamos a meta em 22%”, revela.

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