São Paulo - O Twitter está sendo processado por permitir que o Estado Islâmico divulgasse suas mensagens pela rede social.

Quem está movendo a ação é Tamara Fields, viúva norte-americana de Lloyd Fields Jr., morto pelo grupo terrorista quando ele servia na Jordânia. 

Segundo o processo, “sem o Twitter o crescimento explosivo do Estado Islâmico nos últimos anos, para o grupo terrorista mais temido no mundo, não seria possível”.

A rede cumpriu 42% dos 1.003 pedidos de remoção de conteúdo nos primeiros seis meses do ano passado.

No entanto, ainda que o Twitter se esforce para apagar as contas e mensagens com discursos de ódio assim que elas aparecem, novas são criadas a todo momento.

Para a Bloomberg, o Twitter afirmou que “ainda que acreditemos que o processo não tem mérito, estamos profundamente tristes ao saber da perda dessa família. Ameaças violentas e a promoção do terrorismo não merecem um lugar no Twitter e, assim como outras redes sociais, nossas regras deixam isso claro”.

As redes sociais, como o Twitter, Tumblr, Telegram e outros meios de mensagens têm sido amplamente usadas pelo grupo terrorista para propagar sua ideologia e atrair seguidores. Vídeos de execuções também são comuns nas redes sociais do grupo.

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