A Toyota Motor chegou a um acordo nesta sexta-feira para resolver um processo judicial nos Estados Unidos sobre problemas de aceleração não intencional em um de seus automóveis, um dia após um júri considerar a montadora japonesa responsável, determinando o pagamento de 3 milhões de dólares por defeitos que causaram um acidente fatal em 2007.

Na quinta-feira, um júri em Oklahoma condenou a empresa a pagar 3 milhões de dólares em indenizações para Jean Bookout, motorista ferida no acidente de 2007, e para a família de Barbara Schwarz, morreu. Nesta sexta, os jurados deliberariam se a Toyota arcaria com danos morais.

Antes do júri chegar à decisão, porém, a Toyota e advogados dos envolvidos anunciaram que tinham chegado a um acordo confidencial com relação aos danos morais para resolver o caso.

A ação é uma das primeiras envolvendo problemas de aceleração a ir a julgamento desde que preocupações semelhantes levaram a Toyota a começar um recall de milhões de veículos em 2009.

O processo aponta defeitos no software do sistema de controle eletrônico de aceleração do Toyota Camry dirigido por Jean que teriam impulsionado uma velocidade fora de controle e causado colisão, levando à morte de Barbara.

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