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Atualmente, Portugal responde por 29% das vendas da TAP
Rio - O vice-presidente da TAP, Luiz Mor, disse hoje que a companhia aérea portuguesa espera fechar 2011 com um aumento de 8% no volume global de passageiros, apesar da instabilidade econômica na Europa e nos Estados Unidos, em relação a 2010, quando transportou 9 milhões de pessoas. Segundo Mor, a desaceleração do crescimento da economia brasileira não alterou o crescimento da participação do Brasil nas receitas da TAP. Segundo ele, o Brasil já será o principal mercado da TAP em 2012, superando Portugal.
Atualmente, Portugal responde por 29% das vendas da TAP. O Brasil vem em segundo lugar, com 21%. Os outros 50% da receita da portuguesa são pulverizados em diversos mercados, o que para Mor é uma vantagem para a tentativa da companhia de repetir em 2011 o mesmo nível de resultados do ano passado, quando a TAP lucrou 62,3 milhões de euros.
"A nossa previsão é de crescimento no volume de passageiros, mas ainda é muito cedo para falar de resultados. A situação econômica na Europa é mais complicada e temos dificuldades de crescer com a atual frota, já que nossa taxa de utilização é a mais alta do mundo. Dependemos muito de Portugal e Brasil, mas o crescimento na África tem nos ajudado muito, assim como na Europa do Norte. Na Alemanha e Suíça, crescemos 20% este ano", afirmou Mor, em entrevista coletiva no estande da TAP na Feira da Associação Brasileira das Agências de Viagens, no Rio. "Achamos que dá para manter o desempenho."
Atualmente, Portugal responde por 29% das vendas da TAP, mas Mor admite que os investimentos estão prejudicados pelas dificuldades financeiras do governo português, dono de 100% da companhia. O governo de Portugal já iniciou os estudos para a definição do processo de privatização da TAP, que o executivo acredita ver definido ainda este ano. A venda da companhia deverá ser concretizada no ano que vem.
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