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Avião da TAP: o governo português também ainda não decidiu se a privatização será por leilão ou se seguirá outro modelo
Rio - A companhia aérea portuguesa TAP deve saber até a metade de 2012 quem será seu novo controlador, e até o fim de 2011 haverá a definição de como será feito o processo de desestatização da empresa.
Oficialmente ainda não existem conversas com eventuais interessados na companhia, segundo o presidente da TAP, Fernando Pinto.
Apesar de ausência de conversas oficiais, o executivo acredita que haverá um grande interesse do mercado pela TAP.
"Pela posição estratégica em termos de mercado, vemos grande interesse. A TAP é a maior no mercado entre Europa e o Atlântico Sul, e as outras estão bem distantes dela", disse Pinto à Reuters durante evento de aviação no Rio de Janeiro.
"Com privatização, vamos ter mais acesso a capital, mais liberdade de crescimento", previu o presidente.
Ele destacou ainda a questão do idioma, que atrai os clientes brasileiros e, consequentemente, eleva a demanda. "Temos uma boa penetração no mercado brasileiro porque o brasileiro gosta de falar português. Além disso, Portugal é o país europeu mais próximo do Brasil... Tais posicionamentos tornam a TAP uma das mais importantes empresas aéreas que devem ser privatizadas", completou.
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