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Nos planos de expansão das maiores redes de hotéis do Brasil para os próximos anos, nenhum segmento está tão em alta quanto o das redes econômicas. Com diárias de 100 a 200 reais e três estrelas, esses hotéis se propõem a atender o público corporativo durante a semana e as classe B e C aos sábados e domingos. Os quartos dos hotéis costumam ser melhores e mais bem-conservados - mas não maiores - que a da maioria dos empreendimentos sem bandeira. Os apartamentos da rede Formule 1, por exemplo, tem apenas 12 metros quadrados. A quase inexistência de infraestrutura complementar também ajuda a reduzir o custo. Há hotéis econômicos que não possuem restaurante, salas para convenções, piscina, academia, área lazer nem mesmo telefone dentro do quarto. Os serviços são igualmente espartanos. Carregadores de bagagem, como esse da foto ao lado, do hotel Fasano, são raros de se ver. Entrega de comida no quarto e chef de cozinha também não são comuns. Em alguns hotéis, até mesmo estacionamento, café da manhã e internet são cobrados à parte. Não é à toa que esses hotéis acabam alcançando margens de lucro maiores do que as de empreendimentos de segmentos superiores mesmo com tarifas tão baixas "É o preço que faz o brasileiro demandar cada vez mais quartos nesse tipo de hotel", diz Ricardo Mader, diretor da Jones Lang LaSalle Hotels. "Como as margens de lucro são mais altas, os investidores estão igualmente interessados." Veja nas próximas páginas quais são as principais redes de hotéis econômicos do país.
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