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CSN: produção de aço deve ter margem menor, segundo o HSBC
São Paulo – O segundo trimestre foi um período de resultados desencontrados para as empresas de mineração e siderurgia. A avaliação é do HSBC, em relatório assinado pelo analista Jonathan Brandt.
No geral, o analista espera mais um trimestre “doloroso” para os produtores de aços planos, usados em automóveis e eletrodomésticos, por exemplo. Já a Vale deve recuperar sua produção, após ser prejudicada pelas chuvas do primeiro trimestre.
Veja, a seguir, o que o HSBC espera dos balanços de Vale, Gerdau, CSN e Usiminas:
Vale: volta à produção normal
As chuvas foram a principal dor-de-cabeça da Vale no primeiro trimestre, derrubando sua produção no Brasil e influenciando os resultados do período. Por isso, a maior expectativa do HSBC é de que a mineradora volte aos níveis normais de produção, ao redor de 85 milhões de toneladas. O volume corresponderia a uma alta de 26% sobre o primeiro trimestre.
A receita líquida esperada é de 13,7 bilhões de dólares, ou 24% maior que a do início do ano. Seu ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) estimado é de 7,1 bilhões de dólares, ou 44% maior que o do primeiro trimestre.
Já o lucro líquido projetado pelo HSBC é 4% maior, na comparação, chegando a 3,9 bilhões de dólares. A Vale deve divulgar seus resultados em 18 de julho, após o fechamento da Bovespa.
CSN: mais forte em minério que em siderurgia
O HSBC projeta uma receita líquida de 4,1 bilhões de reais para a CSN no segundo trimestre. A cifra é 4% maior que a do primeiro trimestre. Já o ebitda deve somar 1,1 bilhão de reais, com alta de 2%.
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