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Bilionários | 13/11/2012 20:53

Fortunas das famílias Marinho e Moraes superam a de Eike

Ao contrário de Eike, sete dos membros das famílias Marinho e Moraes nunca apareceram individualmente em rankings internacionais de riqueza

Alex Cuadros, da

Tanto a Votorantim quanto a Globo, agora dirigidas pela terceira geração das famílias, prosperaram tanto sob a ditadura quanto na democracia, tanto em períodos de crescimento econômico quanto em tempos de recessão e hiperinflação. Em 2006, quando Eike vendeu ações da MMX, as famílias Marinho e Moraes já estavam entre as mais ricas do País. Com a economia brasileira agora entre as sete maiores do mundo, suas fortunas foram multiplicadas desde então.

Horário Nobre

A avaliação da Bloomberg pode “servir como referência, mas os cálculos são conservadores”, disse a Votorantim por e-mail em 1 de outubro. A família Marinho recusou-se a comentar sobre a estimativa de patrimônio feita pela Bloomberg.

O presidente da Globo, Roberto Irineu Marinho, 65, e seu irmão de 59 anos, João Roberto, diretor editorial, têm fortunas avaliadas em US$ 6,5 bilhões cada, baseado nas fatias de 32,3 por cento que detêm no império de mídia. Com 32 por cento, José Roberto, o herdeiro de 56 anos que lidera a filantropia da família, controla uma fortuna de US$ 6,4 bilhões. Sete de seus filhos detêm o restante da Globo.

A Globo Comunicação & Participações SA teve 53 por cento da audiência do horário nobre, segundo relatório divulgado em março pela empresa. O grupo, que também publica as edições brasileiras das revistas GQ e Vogue, teve no ano passado receita de US$ 4,4 bilhões, US$ 1,4 bilhão em lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, US$ 1,1 bilhão de lucro e caixa líquido de US$ 2,6 bilhões, segundo seu balanço. A Globo detém ainda uma participação de 6 por cento na Net Serviços de Comunicação SA, fatia que é avaliada em US$ 270 milhões.

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