Aguarde...

Projeção | 12/09/2012 19:12

Cemig vê negócio de geração de energia menos atrativo

A Cemig ainda está avaliando os efeitos da MP na empresa, mas considera que o principal impacto será no segmento de geração

Divulgação

Funcionários da Cemig

Funcionários da Cemig: empresa acredita que tem chance de reverter essa situação específica em conversas com o governo e, se for preciso, na Justiça

São Paulo - A Cemig considera que a atratividade do negócio de geração de energia diminui "substancialmente" com as regras da Medida Provisória que trata da renovação de concessões do setor elétrico que venceriam entre 2015 e 2017, mas a decisão sobre investimentos futuros pela empresa não mudou.

"O fato é que a dimensão econômica desse negócio diminui substancialmente", disse o diretor financeiro da Cemig, Luiz Fernando Rolla, em teleconferência com analistas nesta quarta-feira, ao se referir à preocupação quanto aos valores que poderão ser estabelecidos para operação e manutenção das usinas.

A Cemig ainda está avaliando os efeitos da MP na empresa, mas considera que o principal impacto será no segmento de geração. A empresa não esperava que a MP fosse afetar as concessões de usinas que ainda poderiam ser renovadas por mais 20 anos, segundo as regras anteriores.

"A mudança proposta ofende o princípio da isonomia", disse o diretor da Cemig, após mencionar que o conteúdo da MP não foi discutido com as empresas do setor "de uma forma consistente e regular".

Comentários (0)  

Editora Abril

Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados